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Naval Remo – Campeão Mundial e Medalha de Bronze para a Naval Remo
Hoje no Mundial de Remo de Mar “World Rowing Beach Sprints” o Atleta da Naval Remo Afonso Santos sagrou-se Campeão Mundial na Categoria de C1X Juniores Masculinos e a Atleta Madalena Peça subiu ao pódio para receber a Medalha de Bronze na categoria de C1X Juniores Femininos.
A Associação Desportiva Naval Remo endereça publicamente os sinceros parabéns a estes Atletas e ao seu Treinador José Canhola por este feito, são um orgulho Nacional!
Conheça os Atletas
Afonso Cabete Santos
O Afonso tem 16 anos e estuda na Escola Dr Joaquim de Carvalho e frequenta o 11º Ano de Ciências.
É Atleta da Naval Remo desde 2015, tendo passado pelos escalões de Infantil, Iniciado e Juvenil.
Enquanto remador já detém inúmeras vitórias de onde se destacam, as seguintes:
- 3 Títulos de Campeão Nacional
- 2 Títulos de Vice-Campeão Nacional
O Afonso Santos venceu as provas de qualificação para o Mundial de Remo de Mar e competiu, ainda como juvenil, contra os melhores remadores juniores desta modalidade.
O Afonso faz parte da seleção nacional que representa Portugal no Mundial de Remo de Mar.
Madalena Peça
A Madalena tem 16 anos e estuda no Colégio Rainha Santa Isabel, no 11.º ano de Ciências e Tecnologias
É Atleta da Naval Remo desde 2017 tendo representado os Clubes Associação Académica de Coimbra, Clube Náutico Praia de Mira e agora Naval Remo.
Enquanto remadora já detém algumas vitórias de onde se destaca, 7 medalhas de ouro e 6 medalhas de prata obtidas em competições regionais e nacionais.
A Madalena venceu as provas de qualificação para o Mundial de Remo de Mar e competiu, ainda como juvenil, contra as melhores remadoras juniores desta modalidade.
A Madalena faz parte da seleção nacional que representa Portugal no Mundial de Remo de Mar.
Exposição de Galvão-Lucas no Centro Cultural do Politécnico de Coimbra
Dia 5 de outubro, pelas 17h30, no Centro Cultural Penedo da Saudade do Instituto Politécnico de Coimbra, é inaugurada a exposição intitulada “Momentos Vividos”, da autoria de Galvão-Lucas.
A mostra, patente até dia 14 de novembro, reúne um conjunto de obras pictóricas e poéticas que sugerem diferentes temáticas, relacionando-se com as vivências do autor.
Natural de Coimbra, o artista plástico Manuel Galvão Lucas é apaixonado por poesia e arte em geral, tendo exercido funções como professor na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra.
Reservas para a inauguração através do email cultura@ipc.pt.
Concerto de Lunar Drone no Centro Cultural do Politécnico de Coimbra
Dia 7 de outubro, pelas 18h00, decorre no Centro Cultural Penedo da Saudade do Instituto Politécnico de Coimbra o concerto de Lunar Drone, inserido no programa “Música ao Centro”, em colaboração com a Blue House.
Desde uma eletrónica subtil a um ‘synthwave’ mais acelerado, mas sem grandes complexidades sónicas, Lunar Drone transparece numa viagem introspetiva aos mais diversos cantos da mente, em que o surreal se funde com a familiaridade do dia-a-dia.
Reserva de lugar através do email cultura@ipc.pt
Mais informações em https://www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade
O Voto Ainda é a Arma do Povo
Como disse McLuhan “o meio é a mensagem” e a mensagem, em período eleitoral, torna-se massagem. E de tão habituados que estamos a isso, nem damos por isso. Mas convém estarmos atentos, pois os maus governantes só o são se os eleitores não forem exigentes. Bem entendido, essa exigência deve passar pela fiscalização das promessas eleitorais. Considero que as eleições autárquicas são importantíssimas pela proximidade dos candidatos aos eleitores. Mas, como se sabe, temos os eleitores que temos, não os que gostaríamos de ter. E os candidatos conhecem bem os seus potenciais eleitores e as promessas eleitorais são feitas à sua medida.
E os eleitores, votam nos candidatos ou no Partido que os apoia? A julgar pelos dados do Inquérito Social Europeu, os portugueses são os europeus que mais dizem que não se interessam por política (38%). Mas, se o desinteresse pela política é um sintoma preocupante, as dificuldades em perceber a política, não o é menos, pois em concreto pode traduzir-se em tomadas decisão pouco informadas, de que é exemplo o acto de votar. Na resposta à questão: “De uma forma geral, qual o grau de dificuldade que sente em tomar uma posição acerca de questões políticas?”. Portugal regista a percentagem mais elevada dos que dizem que têm dificuldade em tomar uma posição política (52%).
Ora, as campanhas eleitorais têm como principal finalidade, como se sabe, convencer os indecisos. O anátema de que os candidatos mentem todos e, quando estão no poder não cumprem as promessas que fizeram, decorre da “impossibilidade” de o fazerem. Mente-se mais quando os eleitores querem que lhe mintam e em tempos de campanha eleitoral, em que os candidatos não hesitam em prometer tudo e mais um par de botas para serem eleitos pois, como disse George Orwell “A linguagem política, destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável”.
Convém assim lembrar o que disse João Almeida, na qualidade de deputado do CDS, num programa “Prós e Contras” em outubro de 2013, que culpou os eleitores pelo facto dos partidos que ganham eleições mentirem durante a campanha eleitoral. Como disse: se os partidos dissessem a verdade aos eleitores, e afirmassem que iriam cortar salários e pensões de reforma e aumentar os impostos perderiam as eleições. Assim sendo, concluiu o seu raciocínio dizendo “os eleitores obrigam-nos a mentir”. Dois meses depois desta afirmação, foi nomeado secretário de Estado da Administração Interna no governo presidido por Passos Coelho.
Bismark, conhecido como o chanceler de ferro, que governou a Alemanha em finais do século XIX dizia que “A política é a arte do possível”. Não posso estar mais em desacordo pois, se assim fosse, bastaria eleger o Ministro das Finanças. A verdadeira política não se pode circunscrever ao possível e deve almejar o impossível. A distinção entre a política como “arte do possível” ou como “arte do impossível” é a mesma que existe entre políticos e estadistas. Os primeiros limitam-se a cumprir o mandato, os segundos mudam a história.
Os portugueses não se interessam por política, têm dificuldade em descodificar o discurso político e em tomarem decisões políticas. E votam! Como votam? É um mistério. E é bom lembrar que um eleitor desinformado com um voto na mão, pode ser mais perigoso do que um atirador experimentado com uma arma na mão. No próximo dia 26 de Setembro os portugueses voltam às urnas para elegerem, não políticos desconhecidos que povoam os corredores do poder em Lisboa, mas candidatos locais que deviam conhecer bem. Se já foram eleitos em eleições anteriores, é bom que façam uma lista do que prometeram em campanha e do que cumpriram. Votar é, deve ser, um acto de cidadania responsável. Em eleições autárquicas, ainda mais, pois o voto não deve ser no partido com que simpatizam, mas na lista que lhes mereça mais confiança. A Ciência política mostra que os eleitores que se consideram de esquerda são os que mais usam o voto de protesto quando estão insatisfeitos com a governação que cessa. Era bom que pensássemos nisto quando fossemos votar, pois o voto DEVE SER A ARMA DO POVO.
Rui Brites | Sociólogo e Docente Universitário
Mais uma Janela de Oportunidade
Durante o último ano muitos especialistas alertaram para o facto de a pandemia ter estimulado tendências no mercado de trabalho, que já tinham sido referenciadas e detetadas como resultado da introdução de tenologias nos processos de produção. O ritmo foi acelerado e, agora, as alterações parecem irreversíveis. A adoção de novos comportamentos, quer por consumidores quer por empresas, que responderam às circunstâncias da pandemia, parecem permanecer. Como consequência o impacto trará novas relações e novas regras de contratação no mercado de trabalho, para além do desaparecimento e aparecimento de profissões. Novos modelos de trabalho foram procurados para dar resposta a um ambiente de crise e foi necessário assegurar a saúde dos trabalhadores, a manutenção dos postos de trabalho e a continuidade dos negócios, sobretudo os esforços foram orientados para manter a atividade das empresas. Foram medidas urgentes, que tinham o intuito de responder no curto-prazo, mas, de facto, os efeitos serão mais perenes do que suponha. Em simultâneo detetam-se novos desafios, para as empresas e para os seus colaboradores, determinados por uma necessidade incremental de competências, pela flexibilidade, pela alteração da tipologia dos negócios, mas também por alterações determinadas pela clivagem geracional.
Requalificar a mão de obra é inevitável e crucial. As politicas públicas têm que responder a esta necessidade e as empresas não podem desaproveitar os programas de atualização de competências e desenvolvimentos de novas capacidades, porque só desta forma terão equipas com a adequada formação. É um objetivo nacional porque estamos a tratar do futuro da força de trabalho do país e criar condições para a transição entre ocupações.
O trabalho remoto é exemplo do quanto pode ser perturbador o efeito da manutenção de uma medida, que foi utilizada com intensidade, que é reconhecida como uma oportunidade para as empresas e que veio alterar o perfil de postos de trabalho e potencia competências de trabalhadores. O teletrabalho veio enriquecer a diversidade de profissões e potenciar talentos, bem como obrigou a alterar processos tradicionais de gestão de recursos humanos, onde a gestão do relacionamento das equipas adquiriu importância e trás uma nova preocupação na gestão de carreiras.
Em resultado da experiencia intensiva do trabalho remoto, são muitas as empresas que estão a reformular os espaços de trabalho, e, em muitos casos, iniciam processos de deslocalização, criaram novas soluções, o que determina alterações substanciais na gestão de espaços físicos e gestão de horários de trabalho. A implantação de espaços fora das áreas tradicionais, fora dos centros das cidades, determinará uma diminuição da concentração trabalhadores, de potenciais consumidores, o que pode constituir uma ameaça para muitas das cidades e, em simultâneo, uma oportunidade para muitas outras. Enquanto ameaça, teremos que considerar que é expectável uma diminuição de cerca de 30% de área de escritórios, o que se traduzirá numa diminuição da atividade económica nos centros das cidades, que afetará um conjunto de negócios organizados em função da concentração de pessoas, que se deslocavam diariamente e consumiam no centro das cidades, bem como impõe novos pressupostos no mercado imobiliário.
Como efeitos diretos, estudos têm demonstrado, uma diminuição da atividade comercial e de serviços, queda da restauração e da utilização de transportes públicos, o que pode descaracterizar alguns centros de grandes cidades europeias. Contudo, surgem novas oportunidades para outros centros urbanos, para as periferias e para cidades que afirmem um acolhimento com qualidade, capazes de satisfazerem as necessidades das empresas e dos trabalhadores.
Neste novo conceito de gestão de espaços físicos e localização, que funcionará como um gerador de tráfego e criação de novas centralidades em espaços urbanos e em cidades médias, a acessibilidade, e a fiabilidade operacional das estruturas de suporte de comunicação, mostram-se como cruciais para acolher centros de produção e fazem parte dos pressupostos da procura de novos espaços. Porém, os trabalhadores mostram ter preferências por um conjunto de características que se pode resumir como qualidade de vida e que são determinantes para considerarem a deslocalização temporária ou permanente. O que pode constituir uma janela de oportunidade para cidades da Região Centro.
José Couto | Presidente do CEC
Aluna figueirense vence a oitava edição das Olimpíadas da Língua Portuguesa
A aluna Maria João Abreu Pereira, da turma do 9ºC, da Escola Dr. João de Barros, conquistou o primeiro lugar da oitava edição das Olimpíadas da Língua Portuguesa, no escalão do 3º ciclo do ensino básico, anunciou ontem o Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz, numa publicação da sua página do ‘Facebook’.
“A 2.ª fase das VIII Olimpíadas da Língua Portuguesa decorreu nas escolas coordenadoras regionais e nas Embaixadas de Portugal em Luanda, Macau e São Tomé e Príncipe, no dia 16 de junho de 2021, tendo realizado as provas 26 alunos do escalão A (3.º ciclo do ensino básico) e 117 alunos do escalão B (ensino secundário) ”, esclareceu a instituição.
As Olimpíadas da Língua Portuguesa são um projeto iniciado na Direção-Geral da Educação (DGE), no ano letivo de 2012/2013, em parceria com o Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa (AE Aurélia de Sousa) e a Associação de Professores de Português (APP) que, segundo a DGE, têm o objetivo de “incentivar o bom uso da língua portuguesa pelos alunos do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário”.
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