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Figueira da Foz
Domingo, Julho 12, 2026
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Condicionamento de trânsito

No âmbito da empreitada “Beneficiação de pavimentos, Zona Norte”, torna-se necessário proceder à ocupação de parte da faixa de rodagem da EM 600 (Vila Verde), a partir das 13h00 de hoje, 11 de novembro de 2021 e pelo prazo estimado de 10 dias úteis
A circulação de trânsito irá sofrer alguns condicionamentos, contudo será acautelada com os necessários cuidados.
A data prevista para o início e fim dos trabalhos poderá sofrer pequenos ajustes, caso as condições climatéricas ou outras não permitam a execução dos trabalhos no prazo previsto.
A colocação e manutenção da sinalização é da responsabilidade da firma adjudicatária, “A. M. Cacho & Braz, Lda.”.
Agradece-se a compreensão.

ZOOURBANIDADE

Escolas do 1º CEB recebem unidade móvel de sensibilização ambiental «ZOOURBANIDADE»
A mais recente unidade móvel de sensibilização da SUMA, a ZOURBANIDADE, irá visitar 27 escolas do 1º ciclo do ensino básico da rede pública do concelho da Figueira da Foz, a partir das 09h00 do dia 18 de novembro.
As visitas irão realizar-se até dia 02 de dezembro e são dirigidas aos alunos do 3º e 4º anos.
Constituindo-se a educação e sensibilização ambiental como uma prioridade para a formação de gerações mais exigentes e responsáveis, no que à cidadania e urbanidade diz respeito, esta ação surge no âmbito da parceria entre o município e a empresa, que conta já perto de 14 anos.
Esta viatura de grandes dimensões inspirada no reino animal explora, através de metáforas associadas aos comportamentos da “bicharada”, conteúdos de educação ambiental. Visa alertar para a exigência de urbanidade na utilização dos espaços e equipamentos públicos, enquanto princípio de salvaguarda de direitos e deveres individuais. É constituída por três zonas distintas de exploração: um auditório, uma zona multimédia e uma zona sensorial. Há também uma bancada da cidadania, onde as crianças poderão recomendar propostas de ação ao Ministro do Ambiente.
As regras de acondicionamento e deposição de resíduos em contexto doméstico, a redução da sua produção através de um consumo sustentável, as vantagens individuais associadas, bem como o controlo e retificação do comportamento dos pares por via de pressão e exclusão social, são algumas das temáticas abordadas, que almejam a retificação de comportamentos negligentes e pretendem cultivar um perfil de cidadania ativa no público-alvo.

Concerto da Justiça

Casa do Paço acolhe “Concerto da Justiça “
Realiza-se no próximo domingo, 14 de novembro, pelas 17h30, na Casa do Paço, um concerto integrado no Ciclo de «Concertos da Justiça», uma parceria da Orquestra Clássica do Centro com os Tribunais da Relação do país.
A entrada é gratuita, contudo sujeita à lotação da sala (100 pax. ) e ao levantamento de bilhete a partir das 16h00, no dia e local do espetáculo.
A iniciativa conta com a colaboração do Município da Figueira da Foz e o apoio da Dgartes / Ministério da Cultura.

“Economia Circular nos territórios Rurais”

Figueira da Foz integra projeto de promoção da “Economia Circular nos territórios Rurais” em seis municípios
Encontra-se a decorrer, promovido pela AD ELO – Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego, entidade Gestora do DLBC/Rural LEADER AD ELO para a implementação da Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) no território de intervenção que integra os seis municípios (Cantanhede, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho e Penacova), um evento internacional de dois dias que envolve representantes de cinco países (Portugal, Finlândia, Estónia, Letónia e Itália).
Subordinado à temática da Economia Circular e Sustentabilidade, o encontro inclui o contacto dos participantes (32) com empresas, instituições e experiências relacionadas com boas práticas de promoção da Economia Circular nos territórios rurais dos municípios que integram a área de intervenção da AD ELO.
A finalizar o programa do dia de ontem, dia 9 de novembro, realizou-se na Adega Cooperativa de Cantanhede, situada na região vitivinícola demarcada da Bairrada e uma das mais conceituadas empresas vitivinícolas de Portugal, uma visita / prova / jantar que contou com a presença de vários autarcas e representantes de entidades regionais e locais, nomeadamente a Vereadora da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Olga Brás.
O encontro termina hoje, na Figueira da Foz, com um jantar no restaurante do Eurostars Oásis Plaza.

Naval Remo – Campeão Mundial e Medalha de Bronze para a Naval Remo

Hoje no Mundial de Remo de Mar “World Rowing Beach Sprints” o Atleta da Naval Remo Afonso Santos sagrou-se Campeão Mundial na Categoria de C1X Juniores Masculinos e a Atleta Madalena Peça subiu ao pódio para receber a Medalha de Bronze na categoria de C1X Juniores Femininos.

A Associação Desportiva Naval Remo endereça publicamente os sinceros parabéns a estes Atletas e ao seu Treinador José Canhola por este feito, são um orgulho Nacional!

Conheça os Atletas 

Afonso Cabete Santos

O Afonso tem 16 anos e estuda na Escola Dr Joaquim de Carvalho e frequenta o 11º Ano de Ciências.

É Atleta da Naval Remo desde 2015, tendo passado pelos escalões de Infantil, Iniciado e Juvenil.

Enquanto remador já detém inúmeras vitórias de onde se destacam, as seguintes:

  • 3 Títulos de Campeão Nacional
  • 2 Títulos de Vice-Campeão Nacional

O Afonso Santos venceu as provas de qualificação para o Mundial de Remo de Mar e competiu, ainda como juvenil, contra os melhores remadores juniores desta modalidade.

O Afonso faz parte da seleção nacional que representa Portugal no Mundial de Remo de Mar.

Madalena Peça

A Madalena tem 16 anos e estuda no Colégio Rainha Santa Isabel, no 11.º ano de Ciências e Tecnologias

É Atleta da Naval Remo desde 2017 tendo representado os Clubes Associação Académica de Coimbra, Clube Náutico Praia de Mira e agora Naval Remo.

Enquanto remadora já detém algumas vitórias de onde se destaca, 7 medalhas de ouro e 6 medalhas de prata obtidas em competições regionais e nacionais.

A Madalena venceu as provas de qualificação para o Mundial de Remo de Mar e competiu, ainda como juvenil, contra as melhores remadoras juniores desta modalidade.

A Madalena faz parte da seleção nacional que representa Portugal no Mundial de Remo de Mar.

www.navalremo.pt

Exposição de Galvão-Lucas no Centro Cultural do Politécnico de Coimbra

Dia 5 de outubro, pelas 17h30, no Centro Cultural Penedo da Saudade do Instituto Politécnico de Coimbra, é inaugurada a exposição intitulada “Momentos Vividos”, da autoria de Galvão-Lucas.

A mostra, patente até dia 14 de novembro, reúne um conjunto de obras pictóricas e poéticas que sugerem diferentes temáticas, relacionando-se com as vivências do autor.

Natural de Coimbra, o artista plástico Manuel Galvão Lucas é apaixonado por poesia e arte em geral, tendo exercido funções como professor na Escola Superior de Educação do Instituto Politécnico de Coimbra.

Reservas para a inauguração através do email cultura@ipc.pt.

Concerto de Lunar Drone no Centro Cultural do Politécnico de Coimbra

Dia 7 de outubro, pelas 18h00, decorre no Centro Cultural Penedo da Saudade do Instituto Politécnico de Coimbra o concerto de Lunar Drone, inserido no programa “Música ao Centro”, em colaboração com a Blue House.

 

Desde uma eletrónica subtil a um ‘synthwave’ mais acelerado, mas sem grandes complexidades sónicas, Lunar Drone transparece numa viagem introspetiva aos mais diversos cantos da mente, em que o surreal se funde com a familiaridade do dia-a-dia.

 

Reserva de lugar através do email cultura@ipc.pt

Mais informações em https://www.facebook.com/centroculturalpenedosaudade

O Voto Ainda é a Arma do Povo

Como disse McLuhan “o meio é a mensagem” e a mensagem, em período eleitoral, torna-se massagem. E de tão habituados que estamos a isso, nem damos por isso. Mas convém estarmos atentos, pois os maus governantes só o são se os eleitores não forem exigentes. Bem entendido, essa exigência deve passar pela fiscalização das promessas eleitorais. Considero que as eleições autárquicas são importantíssimas pela proximidade dos candidatos aos eleitores. Mas, como se sabe, temos os eleitores que temos, não os que gostaríamos de ter. E os candidatos conhecem bem os seus potenciais eleitores e as promessas eleitorais são feitas à sua medida.

E os eleitores, votam nos candidatos ou no Partido que os apoia? A julgar pelos dados do Inquérito Social Europeu, os portugueses são os europeus que mais dizem que não se interessam por política (38%). Mas, se o desinteresse pela política é um sintoma preocupante, as dificuldades em perceber a política, não o é menos, pois em concreto pode traduzir-se em tomadas decisão pouco informadas, de que é exemplo o acto de votar. Na resposta à questão: “De uma forma geral, qual o grau de dificuldade que sente em tomar uma posição acerca de questões políticas?”. Portugal regista a percentagem mais elevada dos que dizem que têm dificuldade em tomar uma posição política (52%).

Ora, as campanhas eleitorais têm como principal finalidade, como se sabe, convencer os indecisos. O anátema de que os candidatos mentem todos e, quando estão no poder não cumprem as promessas que fizeram, decorre da “impossibilidade” de o fazerem. Mente-se mais quando os eleitores querem que lhe mintam e em tempos de campanha eleitoral, em que os candidatos não hesitam em prometer tudo e mais um par de botas para serem eleitos pois, como disse George Orwell “A linguagem política, destina-se a fazer com que a mentira soe como verdade e o crime se torne respeitável”.

Convém assim lembrar o que disse João Almeida, na qualidade de deputado do CDS, num programa “Prós e Contras” em outubro de 2013, que culpou os eleitores pelo facto dos partidos que ganham eleições mentirem durante a campanha eleitoral. Como disse: se os partidos dissessem a verdade aos eleitores, e afirmassem que iriam cortar salários e pensões de reforma e aumentar os impostos perderiam as eleições. Assim sendo, concluiu o seu raciocínio dizendo “os eleitores obrigam-nos a mentir”. Dois meses depois desta afirmação, foi nomeado secretário de Estado da Administração Interna no governo presidido por Passos Coelho.

Bismark, conhecido como o chanceler de ferro, que governou a Alemanha em finais do século XIX dizia que “A política é a arte do possível”. Não posso estar mais em desacordo pois, se assim fosse, bastaria eleger o Ministro das Finanças. A verdadeira política não se pode circunscrever ao possível e deve almejar o impossível. A distinção entre a política como “arte do possível” ou como “arte do impossível” é a mesma que existe entre políticos e estadistas. Os primeiros limitam-se a cumprir o mandato, os segundos mudam a história.

Os portugueses não se interessam por política, têm dificuldade em descodificar o discurso político e em tomarem decisões políticas. E votam! Como votam? É um mistério. E é bom lembrar que um eleitor desinformado com um voto na mão, pode ser mais perigoso do que um atirador experimentado com uma arma na mão. No próximo dia 26 de Setembro os portugueses voltam às urnas para elegerem, não políticos desconhecidos que povoam os corredores do poder em Lisboa, mas candidatos locais que deviam conhecer bem. Se já foram eleitos em eleições anteriores, é bom que façam uma lista do que prometeram em campanha e do que cumpriram. Votar é, deve ser, um acto de cidadania responsável. Em eleições autárquicas, ainda mais, pois o voto não deve ser no partido com que simpatizam, mas na lista que lhes mereça mais confiança. A Ciência política mostra que os eleitores que se consideram de esquerda são os que mais usam o voto de protesto quando estão insatisfeitos com a governação que cessa. Era bom que pensássemos nisto quando fossemos votar, pois o voto DEVE SER A ARMA DO POVO.

Rui Brites | Sociólogo e Docente Universitário

Mais uma Janela de Oportunidade

Durante o último ano muitos especialistas alertaram para o facto de a pandemia ter estimulado tendências no mercado de trabalho, que já tinham sido referenciadas e detetadas como resultado da introdução de tenologias nos processos de produção. O ritmo foi acelerado e, agora, as alterações parecem irreversíveis. A adoção de novos comportamentos, quer por consumidores quer por empresas, que responderam às circunstâncias da pandemia, parecem permanecer. Como consequência o impacto trará novas relações e novas regras de contratação no mercado de trabalho, para além do desaparecimento e aparecimento de profissões. Novos modelos de trabalho foram procurados para dar resposta a um ambiente de crise e foi necessário assegurar a saúde dos trabalhadores, a manutenção dos postos de trabalho e a continuidade dos negócios, sobretudo os esforços foram orientados para manter a atividade das empresas. Foram medidas urgentes, que tinham o intuito de responder no curto-prazo, mas, de facto, os efeitos serão mais perenes do que suponha. Em simultâneo detetam-se novos desafios, para as empresas e para os seus colaboradores, determinados por uma necessidade incremental de competências, pela flexibilidade, pela alteração da tipologia dos negócios, mas também por alterações determinadas pela clivagem geracional.

Requalificar a mão de obra é inevitável e crucial. As politicas públicas têm que responder a esta necessidade e as empresas não podem desaproveitar os programas de atualização de competências e desenvolvimentos de novas capacidades, porque só desta forma terão equipas com a adequada formação.  É um objetivo nacional porque estamos a tratar do futuro da força de trabalho do país e criar condições para a transição entre ocupações.

O trabalho remoto é exemplo do quanto pode ser perturbador o efeito da manutenção de uma medida, que foi utilizada com intensidade, que é reconhecida como uma oportunidade para as empresas e que veio alterar o perfil de postos de trabalho e potencia competências de trabalhadores. O teletrabalho veio enriquecer a diversidade de profissões e potenciar talentos, bem como obrigou a alterar processos tradicionais de gestão de recursos humanos, onde a gestão do relacionamento das equipas adquiriu importância e trás uma nova preocupação na gestão de carreiras.

Em resultado da experiencia intensiva do trabalho remoto, são muitas as empresas que estão a reformular os espaços de trabalho, e, em muitos casos, iniciam processos de deslocalização, criaram novas soluções, o que determina alterações substanciais na gestão de espaços físicos e gestão de horários de trabalho. A implantação de espaços fora das áreas tradicionais, fora dos centros das cidades, determinará uma diminuição da concentração trabalhadores, de potenciais consumidores, o que pode constituir uma ameaça para muitas das cidades e, em simultâneo, uma oportunidade para muitas outras. Enquanto ameaça, teremos que considerar que é expectável uma diminuição de cerca de 30% de área de escritórios, o que se traduzirá numa diminuição da atividade económica nos centros das cidades, que afetará um conjunto de negócios organizados em função da concentração de pessoas, que se deslocavam diariamente e consumiam no centro das cidades, bem como impõe novos pressupostos no mercado imobiliário.

Como efeitos diretos, estudos têm demonstrado, uma diminuição da atividade comercial e de serviços, queda da restauração e da utilização de transportes públicos, o que pode descaracterizar alguns centros de grandes cidades europeias. Contudo, surgem novas oportunidades para outros centros urbanos, para as periferias e para cidades que afirmem um acolhimento com qualidade, capazes de satisfazerem as necessidades das empresas e dos trabalhadores.

Neste novo conceito de gestão de espaços físicos e localização, que funcionará como um gerador de tráfego e criação de novas centralidades em espaços urbanos e em cidades médias, a acessibilidade, e a fiabilidade operacional das estruturas de suporte de comunicação, mostram-se como cruciais para acolher centros de produção e fazem parte dos pressupostos da procura de novos espaços. Porém, os trabalhadores mostram ter preferências por um conjunto de características que se pode resumir como qualidade de vida e que são determinantes para considerarem a deslocalização temporária ou permanente. O que pode constituir uma janela de oportunidade para cidades da Região Centro.

José Couto | Presidente do CEC

Aluna figueirense vence a oitava edição das Olimpíadas da Língua Portuguesa

A aluna Maria João Abreu Pereira, da turma do 9ºC, da Escola Dr. João de Barros, conquistou o primeiro lugar da oitava edição das Olimpíadas da Língua Portuguesa, no escalão do 3º ciclo do ensino básico, anunciou ontem o Agrupamento de Escolas da Zona Urbana da Figueira da Foz, numa publicação da sua página do ‘Facebook’.

“A 2.ª fase das VIII Olimpíadas da Língua Portuguesa decorreu nas escolas coordenadoras regionais e nas Embaixadas de Portugal em Luanda, Macau e São Tomé e Príncipe, no dia 16 de junho de 2021, tendo realizado as provas 26 alunos do escalão A (3.º ciclo do ensino básico) e 117 alunos do escalão B (ensino secundário) ”, esclareceu a instituição.

As Olimpíadas da Língua Portuguesa são um projeto iniciado na Direção-Geral da Educação (DGE), no ano letivo de 2012/2013, em parceria com o Agrupamento de Escolas Aurélia de Sousa (AE Aurélia de Sousa) e a Associação de Professores de Português (APP) que, segundo a DGE, têm o objetivo de “incentivar o bom uso da língua portuguesa pelos alunos do 3º ciclo do ensino básico e do ensino secundário”.

Para saber todos os premiados, clique aqui.