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Figueira da Foz
Sábado, Fevereiro 21, 2026
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João Martins tomou posse como vereador na Figueira da Foz

João Martins, ex-Chefe de Divisão de Planeamento e ex-Chefe de Divisão de Ciência Inovação e Desenvolvimento Económico, tomou esta tarde posse como vereador do executivo municipal, em substituição de Anabela Tabaçó, que renunciou ao mandato autárquico no início da corrente semana.

O novo vereador executivo, que ocupava o sétimo lugar na lista da coligação FAP, irá assumir funções a tempo inteiro e os seguintes pelouros: Urbanismo, Serviço Municipal de Metrologia, Taxas e Licenças (pedidos de pagamento fracionado de taxas, licenças especiais de ruído), Fundos Europeus, outros financiamentos e respetivas candidaturas, coadjuvação do Presidente nas Questões de Desenvolvimento Económico.
A tomada de posse decorreu no início da reunião de câmara, realizada no Salão Nobre dos Paços do Município.

IC2 na Ponte Açude ganha terceira via para melhorar fluidez do trânsito em Coimbra

A criação de uma terceira via de circulação no tabuleiro do IC2 sobre a Ponte Açude, em Coimbra, foi anunciada pela presidente da Câmara Municipal, Ana Abrunhosa, na reunião do executivo municipal realizada a 18 de fevereiro, como uma medida imediata para melhorar a fluidez do trânsito num dos principais pontos de circulação da cidade. Segundo a autarca, a intervenção da Infraestruturas de Portugal surge como resposta ao aumento significativo do tráfego registado no IC2 após o corte da A1 entre Coimbra Norte e Coimbra Sul, situação que agravou os congestionamentos na saída da rotunda da Casa do Sal em direção à rotunda do Almegue.
“Tínhamos um problema quando saíamos da rotunda da Casa do Sal em direção à rotunda do Almegue, com uma via de aceleração que se perdia”, explicou Ana Abrunhosa, sublinhando que a solução agora adotada permitirá eliminar um dos principais pontos de retenção à saída da cidade.
A intervenção prevê a criação de uma nova via de aceleração no sentido norte-sul do IC2, no tabuleiro da Ponte Açude, permitindo uma integração mais progressiva do tráfego proveniente da Casa do Sal e aumentando a fluidez e segurança da circulação rodoviária.
Para concretizar esta solução, será feito o ajustamento da largura das vias existentes e o aproveitamento da berma, passando o tabuleiro a funcionar com três vias de circulação. A nova via de aceleração terá mais de 200 metros de extensão, garantindo melhores condições de visibilidade e reduzindo as filas que se têm verificado naquele ponto crítico da rede viária.
Os trabalhos incluem a remoção das atuais marcas rodoviárias, a aplicação de sinalização horizontal provisória em amarelo e a instalação de nova sinalização vertical, incluindo limite de velocidade de 60 km/h durante o período de adaptação à nova configuração da via.

Resposta rápida a uma situação excecional

Ana Abrunhosa agradeceu a rapidez da resposta do Ministério das Infraestruturas e da Infraestruturas de Portugal perante uma situação inesperada que colocou forte pressão sobre os acessos rodoviários da cidade.
“Durante uns dias pedimos a maior compreensão às pessoas, mas também a maior cautela”, apelou a presidente da Câmara, referindo que a intervenção implicará trabalhos na via e adaptações temporárias à circulação.
A autarca explicou ainda que a nova solução obrigará a uma redução da velocidade no tabuleiro da Ponte Açude, estando prevista a presença da PSP para acompanhamento da fase inicial de funcionamento.

Primeiro passo para melhorias futuras nos acessos

Para além desta solução imediata, Ana Abrunhosa revelou que a Infraestruturas de Portugal se comprometeu a desenvolver estudos de tráfego para avaliar melhorias adicionais na rotunda do Almegue, incluindo a possibilidade de semaforização, enquanto é preparada uma solução estrutural de maior alcance.
A criação da terceira via no IC2 constitui assim uma intervenção rápida com impacto direto na mobilidade diária, melhorando a entrada no principal eixo rodoviário de atravessamento de Coimbra e contribuindo para reduzir constrangimentos sentidos por milhares de condutores que utilizam diariamente este acesso.

Governo mobiliza apoio de 3,5 milhões para compensar perdas na pesca devido ao mau tempo

O Governo vai disponibilizar 3,5 milhões de euros em apoio extraordinário ao setor da pesca, através do Programa MAR2030, para compensar as perdas de rendimento causadas pelo período prolongado de mau estado do mar.

Para serem elegíveis, as embarcações devem ter registado perdas iguais ou superiores a 30% no valor das vendas em lotas nacionais, face ao período homólogo do ano anterior.

Devem ainda estar registadas na frota do continente, com descargas em lotas nacionais, e comprovar pelo menos 120 dias de atividade nos dois anos civis anteriores ao pedido.

Para o Ministro da Agricultura e Mar, José Manuel Fernandes: “trata-se de um apoio necessário, célere, para o setor da pesca, que esteve impedido de exercer atividade, fruto das condições meteorológicas adversas que assolaram o país de forma avassaladora’’
As candidaturas estão abertas até ao próximo dia de 27 de fevereiro de 2026.

Ponte Vila Verde-Alqueidão : Trabalhos para execução de segundo pilar no rio a decorrer

Os trabalhos da empreitada da Ponte sobre o Rio Mondego- Eurovelo 1 – Rota da Costa Atlântica, adjudicada à empresa Teixeira Duarte, pelo valor de 7 600 583,08 €, continuam a ser executados de acordo com o previsto.
Esta quarta-feira, dia 18 de fevereiro, tiveram início trabalhos de aplicação da estaca do pilar P1, situado no rio, junto à margem esquerda (sul).
Em janeiro já havia sido aplicada a estaca para o pilar P2, o primeiro situado no rio, junto à margem direita e em outubro de 2025, a realização dos trabalhos de primeira betonagem da estaca do pilar P3.

Suspensão parcial do PDM visa promover habitação acessível

A Câmara Municipal de Coimbra aprovou, na reunião do Executivo de hoje, 18 de fevereiro, uma proposta de suspensão parcial do Plano Diretor Municipal (PDM) com três objetivos estratégicos: promover a revitalização das frentes ribeirinhas entre a Ponte de Santa Clara e o Açude-Ponte; incentivar a construção de habitação pública e privada a custos controlados ou para arrendamento acessível; e rever as regras de estacionamento, consideradas excessivamente rígidas e desajustadas à nova realidade de mobilidade da cidade.

A proposta aprovada surge num contexto excecional, marcado pela pressão no mercado habitacional, pela entrada em funcionamento do Metrobus e pela necessidade de consolidar e densificar áreas estratégicas da cidade, dotadas de infraestruturas e transporte coletivo.

O que está em causa

Esta iniciativa assenta em três objetivos principais: a consolidação do centro urbano e o seu alargamento às duas margens do Mondego; a promoção de habitação acessível; e a adequação dos critérios municipais de estacionamento, cuja aplicação tem gerado pedidos sucessivos de dispensa e uma mobilização desproporcionada de recursos.
Para concretizar estes objetivos, o Município de Coimbra vai suspender temporariamente algumas normas do PDM em áreas específicas da cidade e estabelecer medidas preventivas enquanto decorre o processo formal de alteração do plano.

Frentes ribeirinhas: abrir espaço a projetos estruturantes

Uma componente central da proposta incide sobre as frentes ribeirinhas, entre a Ponte de Santa Clara e o Açude-Ponte, áreas estratégicas para a densificação qualificada e multifuncional da cidade.
Nestes territórios, que integram grandes parcelas de solo público, a suspensão parcial do PDM permitirá substituir parâmetros urbanísticos quantitativos por critérios de avaliação qualitativa, centrados na integração urbanística, paisagística e funcional das intervenções, bem como na sua capacidade de gerar dinâmica urbana.
O objetivo é promover um território mais habitado, diverso e ativo, reforçando a mistura de usos, a vivência quotidiana e a continuidade urbana, criando condições para projetos estruturantes que consolidem a cidade e valorizem as duas margens do Mondego.

O que muda na habitação

Propõe-se, igualmente, a suspensão parcial de parâmetros urbanísticos nas áreas habitacionais inseridas na zona de influência do troço urbano do Metrobus, numa faixa aproximada de 350 metros para cada lado do eixo.
Nestas áreas, será eliminado o parâmetro relativo ao número de pisos e poderá ser autorizada uma majoração da área de construção até 30%, quando destinada a habitação pública, habitação pública ou privada de custos controlados ou para arrendamento acessível.
O princípio é claro: densificar onde já existe transporte público, serviços e infraestruturas, promovendo um crescimento urbano mais compacto, sustentável e inclusivo.
Desta iniciativa fica excluído o Bairro Norton de Matos, cuja identidade urbana própria e regras históricas de ocupação tornam incompatível a aplicação desta suspensão.

Estacionamento: revisão para todo o concelho

A proposta aprovada prevê ainda a suspensão temporária das normas relativas ao estacionamento em todo o território municipal, com vista à revisão dos critérios existentes.
O objetivo é adequar essas exigências a uma cidade com maior oferta de transporte público, eliminando constrangimentos que, em muitos casos, inviabilizam projetos ou originam sucessivos pedidos de exceção.

Regularização de situações anteriores a 1994

É igualmente prevista a reposição de um enquadramento legal que permita regularizar operações urbanísticas anteriores a 1994 que nunca obtiveram licenciamento formal, assegurando o cumprimento das exigências legais aplicáveis.

Uma medida excecional e transitória

A suspensão parcial do PDM é um instrumento legal destinado a responder a situações em que a realidade económica e social evolui mais rapidamente do que os instrumentos de planeamento.
A medida terá a duração de dois anos, prorrogável por mais um, período durante o qual será conduzido o procedimento formal de alteração do PDM.
Trata-se, assim, de um mecanismo temporário, que prepara a transição para uma revisão mais ampla e participada, orientada para a construção de um modelo territorial atualizado e capaz de responder aos desafios da próxima década.
Suspender parcialmente o PDM neste momento é assumir a responsabilidade de planear melhor. É garantir que as decisões que vierem a ser tomadas no âmbito da revisão do plano não sejam apressadas nem contraditórias, mas sim informadas, coerentes e alinhadas com uma visão clara para o futuro da cidade e do território.
Mais do que uma opção técnica, esta é uma escolha política responsável. Uma escolha que procura equilibrar desenvolvimento urbano, sustentabilidade ambiental, direito à habitação e qualidade de vida. Uma escolha que olha para Coimbra não apenas como ela é hoje, mas como queremos que seja amanhã.
Depois de aprovada, a proposta será agora submetida a parecer da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro e, posteriormente, à Assembleia Municipal, responsável pela aprovação final.

Pastelaria Doce Carapinheira

A Doce Carapinheira, uma das pastelarias de referência da região, continua a afirmar-se pela qualidade artesanal dos seus produtos e pelo ambiente familiar que mantém desde a sua fundação. Reconhecida pelos seus bolos tradicionais, pão fresco e pastelaria variada, a casa tem vindo a conquistar clientes pela dedicação diária e pelo cuidado na produção.

Neste momento, a Doce Carapinheira encontra-se a reforçar a sua equipa e abriu uma vaga para padeiro/pasteleiro. A oportunidade destina-se a candidatos com experiência na área, sentido de responsabilidade e gosto pelo trabalho em ambiente de produção alimentar.

Os interessados podem contactar diretamente a pastelaria para mais informações sobre condições, horário e processo de candidatura.

Jaime Nogueira Pinto é o convidado e Nuno Camarneiro o moderador das ‘5as de Leitura’ de fevereiro

A Biblioteca Pública Municipal Pedro Fernandes Tomás promove, no próximo dia 26 de fevereiro, pelas 21h30, na Sala de Leitura, mais uma sessão do ciclo “5as. de Leitura”, que terá como convidado especial o prestigiado ensaísta e pensador político Jaime Nogueira Pinto, e como moderador o escritor e docente universitário figueirense, Nuno Camarneiro.

A sessão é de entrada livre, convidando-se o público a participar num encontro de leitura, reflexão e diálogo, numa oportunidade única de ouvir e interagir com duas vozes influentes do pensamento e da literatura contemporânea portuguesa.

Natural do Porto (1946), Jaime Nogueira Pinto é licenciado em Direito pela Universidade de Lisboa e doutorado pelo Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas. Ao longo da sua carreira destacou-se como diretor do jornal O Século, administrador da Bertrand e consultor estratégico. É presidente da FLAC – Fundação Luso-Africana para a Cultura, colaborador assíduo nos meios de comunicação sociais portugueses e autor de uma vasta obra sobre Ciência Política, História Contemporânea e relações internacionais, que inclui títulos como O Islão e o Ocidente – A Grande Discórdia, Portugal, Ascensão e Queda e Ideologia e Razão de Estado – Uma História do Poder. Além disso, tem também desenvolvido projetos de narrativa histórica e ficção, incluindo Novembro e Jogos Africanos.

Nuno Camarneiro é licenciado em Engenharia Física pela Universidade de Coimbra e doutorado em Ciência Aplicada ao Património Cultural pela Universidade de Florença, trabalhou no CERN e desenvolve investigação na Universidade de Aveiro, lecionando no Departamento de Ciências da Educação e do Património da Universidade Portucalense.

Enquanto escritor, Nuno Camarneiro estreou-se com o romance No Meu Peito Não Cabem Pássaros (2011), reconhecido pela crítica e publicado no Brasil e em França. Em 2012, venceu o Prémio Leya com Debaixo de Algum Céu, obra já traduzida para italiano e com edição francesa prevista. Mantém, desde 2009, o blogue Acordar um Dia, dedicado à poesia e micronarrativa, e tem diversos textos publicados em revistas literárias nacionais e internacionais.

Governo aposta na valorização dos calceteiros e da calçada portuguesa

O Governo vai criar um Grupo de Trabalho para a Valorização dos Calceteiros e da Calçada Portuguesa, com o objetivo de proteger, dignificar e assegurar a continuidade deste património cultural imaterial único no mundo, atualmente candidato à classificação a Património Cultural Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

A decisão tem como objetivo garantir a preservação e transmissão de um saber-fazer único, ameaçado pelo envelhecimento acentuado da profissão e a escassez de profissionais qualificados.

Atualmente, a média de idades dos calceteiros situa-se entre os 55 e os 60 anos, sendo que, em cerca de metade dos municípios, os profissionais existentes têm todos idades acima dos 50 anos. Entre 2021 e 2024, foram emitidas apenas 22 certificações formais, o que evidencia a insuficiência da capacidade formativa nacional e a urgência de medidas estruturadas para garantir a continuidade deste saber-fazer.

Para o Governo, esta situação representa um risco real de desaparecimento do conhecimento tradicional, o que torna urgente a salvaguarda da “Arte e Saber Fazer da Calçada Portuguesa”. A Calçada Portuguesa está inscrita no Inventário Nacional do Património Cultural Imaterial desde 2021.

Entre os desafios estruturais identificados estão a inexistência de um percurso formativo integrado, a falta de normas técnicas uniformes e a ausência de mecanismos consistentes de certificação, fatores que comprometem a preservação deste património cultural identitário.

O Grupo de Trabalho terá como missão analisar a realidade profissional dos calceteiros, apresentar propostas concretas e fazer recomendações legislativas que assegurem a salvaguarda, a valorização e a sustentabilidade da profissão e da Calçada Portuguesa.

Presidido pelo Ministério da Cultura, Juventude e Desporto, o grupo integrará representantes do Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social. O relatório final deverá ser apresentado no prazo de seis meses após a entrada em vigor do respetivo despacho governamental.

 

𝗔𝘃𝗲𝗻𝗶𝗱𝗮 𝗱𝗼 𝗕𝗿𝗮𝘀𝗶𝗹 𝘃𝗼𝗹𝘁𝗮 𝗮 𝘀𝗲𝗿 𝗼 𝗲𝗽𝗶𝗰𝗲𝗻𝘁𝗿𝗼 𝗱𝗼 𝗖𝗮𝗿𝗻𝗮𝘃𝗮𝗹 𝗱𝗲 𝗕𝘂𝗮𝗿𝗰𝗼𝘀/ 𝗙𝗶𝗴𝘂𝗲𝗶𝗿𝗮 𝗱𝗮 𝗙𝗼𝘇

Já foi apresentada, em conferência de imprensa, a edição de 2026 do Carnaval Buarcos /Figueira da Foz. Manuel Domingues, vereador do executivo municipal espera que o entrudo deste ano “seja um sucesso como tem sido” nos anteirores.

Este ano promovido pela Junta de Freguesia de Buarcos, entidade que o autarca sempre defendeu ser a mais “capacitada para o fazer”, para além de, enquanto entidade pública, ter obrigação de “apresentar contas”, o Carnaval de Buarcos / Figueira da Foz terá a atriz e cantora Luciana Abreu como rainha e o empresário Nuno Miguel (de Buarcos) como rei. A escolha dos reis ficou a cargo da Câmara Municipal, que atribuiu um apoio financeiro de 85 mil euros à organização e irá assegurar ainda apoio logístico.

Dos “reis bem escolhidos” Nuno Miguel pôde estar presente neste anúncio do programa, aproveitando a oportunidade para afirmar ter ficado muito contente com o convite. O rei manifestou a vontade de se divertir e “divertir as pessoas num Carnaval de muita alegria”. A propósito da rainha, Luciana Abreu, Manuel Domingues considera que “vai dar um upgrade” ao Carnaval com a sua alegria e dinâmica”.

A presidente da Junta de Freguesia, Rosa Baptista, que falou em nome do grupo de trabalho constituído pela autarquia de Buarcos para organizar o evento, referiu que o mesmo irá seguir “mais ou menos o alinhamento dos últimos anos” e que apesar de o fim-de-semana de Carnaval ser “intenso e desafiante”, pois irá também decorrer a 4.ª edição do Figueira Champions Classic, sublinhou que “o trabalho é imenso, estamos a dar o nosso melhor para ter na rua um Carnaval digno e sem sobressaltos”.

O programa do Carnaval tem início a 24 de janeiro, pelas 15h00, com os ensaios técnicos das três escolas de samba locais, seguindo-se dia 6 de fevereiro, pelas 22h00, no Grupo Caras Direitas, a apresentação dos samba-enredo. No dia 7, às 14h30, retoma-se uma tradição, a chegada dos Reis do Carnaval à estação de caminho-de-ferro, de onde seguirão para o Grupo Caras Direitas, onde farão o “discurso do reinado”. A viagem será realizada numa viatura antiga dos Bombeiros Voluntários da Figueira da Foz e prevê uma paragem frente aos Paços do Município. No dia 13 de fevereiro, pelas 10h00, a Avenida do Brasil receberá o desfile de cerca de um milhar de crianças (irão participar todos os estabelecimentos de ensino do Agrupamento de Escolas Figueira Mar, IPSS´s da freguesia com ensino pré-escolar, os três Jardins-Escola João de Deus do concelho e o Jardim de Infância Conde Ferreira – do Agrupamento de Escolas da Zona Urbana). No dia 14 terá lugar o desfile noturno das escolas de samba GRES A Rainha, Novo Império e Unidos do Mato Grosso. Na tarde dos dias 15 (domingo) e 17 (terça-feira) desfilarão os corsos carnavalescos, que irão contar com a participação das três escolas de samba e de três grupos a concurso -Grupo Desportivo e Recreativo da Chã, Grupo Instrução e Sport (Buarcos) e Cáritas Diocesana – Escola Infante D. Pedro). Ainda por confirmar está a presença de um grupo de fora do concelho.

Este ano a abertura do desfile estará a cargo do grupo motard Mineiros do Asfalto, sediado na Sociedade União Operária dos Vais – Buarcos e do Motoclube de Buarcos. A entrega de prémios realizar-se-á dia 17, às 22h00, no Caras Direitas.

Última oportunidade para visitar “Dispersos: Fragmentos de Memória” em Seiça

No próximo dia 25 de janeiro de 2026, pelas 15h00, o Mosteiro de Santa Maria de Seiça (Paião) acolhe a visita de encerramento à exposição “Dispersos: Fragmentos de Memória”, orientada pela Professora Doutora Sandra Costa Saldanha, Diretora do Museu Nacional de Machado de Castro (MNMC). A entrada é livre.

A iniciativa assinala o momento final de uma mostra que trouxe ao Mosteiro de Seiça um conjunto excecional de 40 esculturas pétreas provenientes das reservas do MNMC, obras durante décadas dispersas, anónimas e silenciosas, oriundas de antigas igrejas e conventos, entretanto transformadas, vendidas ou espoliadas, e hoje exemplarmente recuperadas.

Instalada no mosteiro cisterciense recentemente requalificado e classificado como Monumento Nacional, a exposição promoveu um diálogo singular entre patrimónios que partilharam destinos semelhantes de abandono, dispersão e posterior valorização. Neste contexto, a visita de encerramento constitui uma oportunidade privilegiada para aprofundar a leitura histórica, artística e simbólica das obras, sob a orientação da responsável científica da exposição.

Às 16h00, a visita será complementada por um apontamento musical a cargo do Coral David de Sousa, reforçando a dimensão sensorial e cultural do evento.

A exposição “Dispersos: Fragmentos de Memória” resulta de uma parceria entre o Museu Nacional de Machado de Castro e a Câmara Municipal da Figueira da Foz, através da Divisão de Monumentos Históricos, afirmando o Mosteiro de Santa Maria de Seiça como um polo ativo de cultura, reflexão e fruição patrimonial no território.