Presidente da Câmara da Figueira da Foz vê “insólita ficção política” na “debandada” dos vereador do PS

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“Debandada” é o título do texto que o presidente da Câmara da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, escreve na sua página no Facebook sobre os pedidos de suspensão de mandatos de vereadores do PS, completando a saída dos quatro socialistas eleitos nas eleições autárquicas de há um ano.

Conforme a FigueiraTV tem noticiado, Carlos Monteiro, que foi candidato à presidência da Câmara, suspendeu o mandato por ter sido nomeado para a Administração do Porto de Aveiro e da Figueira da Foz. Ana Carvalho já se encontrava com o mandato suspenso e, esta semana, dois vereadores do PS em exercício de funções – Nuno Gonçalves e Mafalda Azenha, seguiram o mesmo caminho.

Sobre toda esta situação, Pedro Santana Lopes expressa a sua opinião:

«DEBANDADA

Tenho uma ligeira experiência de Política, de Comunicação e de relações de força nas sociedades contemporâneas

Sei que o Mundo está louco e nas diferentes regiões do Mundo as coisas não estão nada fáceis. Mesmo assim, tenho dificuldade em entender, para não dizer mais, o silêncio da generalidade das forças políticas e da Imprensa escrita sobre aquilo que, objetivamente, e sem qualquer desconsideração, foi a verdadeira debandada coletiva dos eleitos pelo PS, há menos de um ano, para a Vereação da Câmara Municipal da Figueira da Foz. Já disse e repeti que me congratulo com a nomeação do Dr. Carlos Monteiro. Mas o conjunto, o que se seguiu, é do domínio da mais insólita ficção política.

Tão insólito quanto a debandada é o silêncio de tantos, incluindo uns que nunca esperaria ver calados numa tal situação».

 

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