O Mercado Voluntário de Carbono passou a dispor de duas novas metodologias destinadas à Reflorestação e à Gestão Florestal Melhorada. Com estas aprovações, anunciadas pelo Governo a 6 de outubro, o sistema português passa a contar com três metodologias, incluindo a já existente para Novas Florestações.
As novas opções permitem abranger um conjunto mais diversificado de intervenções florestais e procuram atrair investimento privado para projetos de redução de emissões de gases com efeito de estufa ou de captura de carbono da atmosfera. O objetivo é incentivar práticas de gestão sustentável com benefícios climáticos, ambientais e territoriais.
A ministra do Ambiente e Energia, Maria da Graça Carvalho, afirmou que o alargamento cria condições para que mais proprietários, entidades e empresas invistam na floresta e na ação climática, reforçando a credibilidade e o potencial de crescimento do mercado.
O Mercado Voluntário de Carbono permite que pessoas e organizações comprem e vendam créditos de carbono. Além da redução ou captura de emissões, os projetos podem contribuir para a proteção da biodiversidade e do capital natural, aumentar a resiliência do território e produzir benefícios socioeconómicos.







