O Município da Figueira da Foz viu aprovada a implementação do projeto Radar Social, uma medida que visa identificar e apoiar cidadãos em situação de vulnerabilidade social, como pobreza, exclusão, solidão ou discriminação. Sob o mote “Nem sempre quem precisa, pede ajuda”, o projeto pretende ser um alerta ativo e solidário dentro da comunidade.
Financiado a 100% pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência, no âmbito da medida RE-C03-i01 – Nova Geração de Equipamentos e Respostas Sociais, o Radar Social será desenvolvido em articulação com os vários parceiros da Rede Social da Figueira da Foz, permitindo respostas rápidas, eficazes e adequadas às diferentes realidades.
O Radar Social pode — e deve — ser ativado sempre que forem identificadas situações como solidão ou isolamento social; maus-tratos, negligência ou abandono; perda de autonomia nas atividades do dia-a-dia; violência doméstica; insuficiência de rendimentos; dependência, toxicodependência ou doença mental; crianças ou jovens em risco; discriminação (étnica, religiosa, sexual, política, entre outras); ou pessoas em situação de sem-abrigo.
A força desta medida está na mobilização da comunidade. Famílias, vizinhos, farmácias, centros de saúde, comércio local, forças de segurança — todos podem sinalizar situações de risco e contribuir para mudar vidas.
Se conhece alguém nestas circunstâncias, ou se está a viver uma situação semelhante, deve contactar os serviços através dos seguintes meios: presencialmente no Paço de Tavarede, situado no Largo do Paço, n.º 2; por email, através do endereço radar.social.figueiradafoz@cm-figfoz.pt; por WhatsApp, pelo número 968 660 216; ou por telefone, através do número 233 401 863. Existe ainda um formulário de sinalização disponível online.
O Radar Social é mais do que um projeto — é um apelo à empatia coletiva e à responsabilidade social. Porque às vezes, quem mais precisa, não consegue pedir ajuda.













