Serenata do Mondego com Adelaide Sofia assinala hoje 142 anos da Filarmónica 10 de Agosto

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#050505;”>A Rua das Rosas engalanou-se no espaço frontal à Sociedade Filarmónica 10 de Agosto para as comemorações dos seus 142 anos. Neste dia 10 de agosto, na Praça 8 de Maio, às 21h30 serão evocados, numa cerimónia simples, os 142 anos da Dez de Agosto.

#050505;”>Esta cerimónia precede as Serenatas do Mondego, dedicadas nesta noite ao fado de Lisboa pela inigualável voz de Adelaide Sofia, bem conhecida do público Figueirense.

#050505;”>A coletividade da Rua das Rosas (Figueira da Foz), fundada em 10 de Agosto de 1880, é uma das mais emblemáticas agremiações pela sua postura e trabalho em prol da preservação da cultura figueirense.

#050505;”>Para além dos Autos Pastoris e Auto dos Reis Magos, a “Teimosa”, como também é conhecida, marca anualmente a sua presença em tradições tão populares como o Enterro do Bacalhau e a Serração da Velha.

#050505;”>Nas páginas de história que prestigiam esta coletividade, salienta-se ainda o título de “Real Sociedade Filarmónica Dez de Agosto” que lhe foi atribuído por El Rei D. Carlos, em Abril de 1902.

#050505;”>Manuel Dias Soares, autor da música da Marcha do Vapor, aprendeu música, entre outros, com Augusto Symaria, regente da D’ Agosto. Mais tarde o próprio Manuel Dias Soares também dirigiu esta filarmónica.

#050505;”>E foi exatamente à frente da Dez D’ Agosto que Manuel Dias Soares dirigiu musicalmente uma corrida de touros em Salamanca. A Filarmónica Dez d’Agosto deslocou-se a Espanha para abrilhantar a corrida em que o então matador Mazzantini triunfou, oferecendo a estocada afinal e a orelha do touro à Filarmónica Dez d’ Agosto.

#050505;”>Presentemente, a coletividade é presidida por Ricardo Santos, que pretende, com a sua equipa, desenvolver novos projetos para a coletividade, bem como manter as tradições.

#050505;”>Nomes como Armando Dias, Maria Esteves, Fernando Mingachos, Albobrano Nazaré, Joaquim Mesquita (Caneca), José Nicolau Borges, Maria Bugalho, entre muitos outros já falecidos, pisaram o palco da velha agremiação. Importa recordar algumas tradições da coletividade, que chegou a organizar igualmente as antigas Serenatas do Mondego.

#050505;”>A Direcção da Teimosa deu, em 2001, o nome de Maria Olguim ao palco da colectividade, lembrando a actriz que se estreou na Dez D’ Agosto.

#050505;”>Texto: António Jorge Lé (adaptado)

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