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Segunda-feira, Junho 17, 2024

Prémios do Concurso de ideias para a zona da entrada da Cidade já foram entregues

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Teve lugar terça-feira, dia 16 de janeiro, pelas 15h00, na Casa do Paço, a sessão de entrega dos prémios do Concurso Público de Conceção simplificado para a zona da entrada da Cidade da Figueira da Foz, lançado pelo Município da Figueira da Foz com a assessoria da Ordem dos Arquitectos – Secção Regional do Centro, “e que surgiu da vontade de requalificar a zona, em articulação com a frente ribeirinha e o espaço verde imediatamente a norte, enquanto espaços urbanos contínuos essenciais na promoção da qualidade de vida dos cidadãos”, explica a autarquia em nota informativa.
Foram premiados quatro dos sete trabalhos a concurso: 1.º classificado: Trabalho n.º 6 – João Francisco Santos Marques Coelho – Terra Atelier Arquitetura Paisagista, Premissa Unipessoal, MINO Works, BeamLifter (10.000€); 2.º Classificado: Trabalho n.º 1 – André da Costa Calvete – Valecalvete (6.000€); 3.º Classificado: Trabalho n.º 7 – ngelo João Freitas Ramalhete, Arquiteto Vasco Pinto, Arquiteto Paisagista Francisco de Herédia Caldeira Cabral (4.000€); 4.º Classificado: Trabalho n.º 3 – Luísa Correia – Correia – Tintinger Arquitetos Paisagistas, Brandão Costa Arquitetos (2.000€) . Os trabalhos foram pontuados de acordo com critérios de seleção de integração e originalidade (25%), programa atrativo e articulado (25%), sustentabilidade (25%) e exequibilidade (25%).
Os premiados tiveram oportunidade de explanar o projeto à plateia, composta por eleitos locais, familiares, amigos, dirigentes municipais, público em geral.
O presidente da Câmara Municipal, Pedro Santana Lopes, felicitou e agradeceu o trabalho de todos quantos concorreram, trabalho esse que permitirá “colher ideias” e será “utilíssimo” ao município, disse. Apesar de ter sido “enriquecido por estes trabalhos”, Santana Lopes lembrou que, para poder concretizar tudo, “são precisos recursos financeiros”.

O eleito referiu ainda que ficou com a certeza que vai fazer outro concurso de ideias, pois há “outras zonas urbanas que precisam manifestamente de progresso, consolidação, qualificação, modernização”.
“O que eu tenho presente sempre, desde que comecei os trabalhos na Figueira da Foz, é esta entrada da cidade, que precisa de uma volta, mas por muito imaginativos que sejam os Presidentes de Câmara, quem sabe é que sabe”, “tem de se pedir o contributo, o saber, as ideias, a capacidade de rasgar horizontes”, enfatizou o autarca.
Santana Lopes salientou que o executivo tem consciência de que existem várias condicionantes para a intervenção “nesta zona da cidade”, contudo, já prolongou a Área de Reabilitação Urbana (ARU) do Centro Urbano para abranger a zona e “conceder os direitos ao município que esse regime Jurídico-Urbanístico autoriza”. “Vamos tomar iniciativas” enviar os projetos premiados à Infraestruturas de Portugal, à REFER, disse ainda.
O edil aproveitou para lembrar e enfatizar que “vivemos um tempo em que os defensores dos ecossistemas, das zonas verdes, das aves, dos animais, dos passarinhos, dos areais, têm muito tempo de antena, mas a propósito de urbanismo choca-me sinceramente que não tenham o mesmo tempo de antena aqueles que se queiram porventura indignar-se com os atentados às cidades”, as construções que se iniciam e não acabam, estão há 30 anos nos caboucos, nos alicerces, e ninguém lhes faz frente porque ninguém tem coragem de enfrentar estes poderosos”.
Santana Lopes lembrou que, desde que começou este mandato, já “foram abaixo sete edifícios e mais irão” e que considera um “verdadeiro atentado” haver na cidade edifícios há décadas por acabar, com estruturas levantadas e que “a comunidade não se levante contra estes atentados” e que até “pareça que os presidentes de Câmara cometem abusos quando mandam abaixo aquilo que já lá não devia estar há muito tempo”.
“Ainda há pessoas e empresas que se julgam acima da lei e julgam que podem contar com a condescendência dos poderes constituídos”, frisou o autarca figueirense.
Santana Lopes referiu ainda que o executivo está “procurar construir uma nova cidade, com novas construções, com respeito pelo mais elementar bom senso, pelos edifícios e pela comunidade”
Os projetos encontram-se expostos Casa do Paço e poderão ser consultados de quarta-feira a sábado, das 14h00 às 18h00. A entrada é gratuita.

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