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ALTRI DISTRIBUI 50 COMPUTADORES PELA COMUNIDADE

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Nuno Gonçalves (Vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz), Paula Carrito (Diretora do Agrupamento de Escolas do Paião) Paulo Jordão (Diretor Industrial da Celbi) Carlos Monteiro (Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz)

 

Agrupamentos escolares da área envolvente com as suas unidades industriais: Constância, Mortágua, Vila Velha de Rodão e Figueira da Foz 

A Altri distribuiu, nos passados dias 11 e 12 de fevereiro, 50 computadores a alunos de escolas de  agrupamentos escolares situados na envolvente geográfica das suas principais unidades industriais. 

O grupo através das suas unidades Celbi, situada na Figueira da Foz; Caima, com sede em  Constância; Bioelétrica, em Mortágua, e Celtejo em Vila Velha de Rodão, inventariou algumas das  necessidades de agrupamentos escolares do Paião (Figueira da Foz) Constância, Mortágua e Vila  Velha de Rodão ao nível de equipamentos informáticos, de forma a dar o seu contributo para a  mitigação das carências sentidas, sobretudo num momento em que as aulas decorrem em regime  remoto. 

Para António Jorge Pedrosa, que lidera a direção de Pessoas, Talento e Comunicação “a  proximidade e a preocupação com a comunidade envolvente marcam o espírito do Grupo Altri. Para  além dos habituais apoios e contribuições a entidades locais, esta é uma forma de contribuirmos para  suprir eventuais necessidades, em escolas que se situam na proximidade das nossas unidades  industriais. Naturalmente que é apenas um contributo, mas que entendemos como absolutamente necessário, num momento de carência e de urgência por equipamentos informáticos”. 

Aprovada renovação do estado de emergência até 30 de janeiro

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O Parlamento aprovou esta manhã de quarta-feira, dia 13 de Janeiro de 2021, o 9.º  estado de emergência, proposto no âmbito do combate à pandemia de Covid-19, com 197 votos a favor – da bancada do PS, PSD, CDS, PAN e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues; 19 abstenções da bancada do Bloco de Esquerda e 15 votos contra – da bancada do PCP, PEV, do Chega, do Iniciativa Liberal e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.

O decreto agora aprovado prevê liberdade de circulação para votar antecipadamente no dia 17 de janeiro e no dia das eleições, 24 de Janeiro.

Este diploma modifica o estado de emergência actualmente em vigor, com novas normas que se aplicam nos últimos dois dias desse anterior decreto, que termina às 23h59 de sexta-feira, e renova-o por mais 15 dias, desde as 00h00 de sábado, 16 de Janeiro, até às 23h59 de 30 deste mês.

Nesta quarta-feira, o Governo vai aprova as medidas de confinamento geral ao abrigo do projecto de decreto presidencial de estado de emergência e que deverão estar em vigor por um mês para travar a pandemia.

A reunião do Conselho de Ministros terá lugar após a Assembleia da República debater e votar, durante a manhã, o projeto de decreto presidencial que modifica e renova o estado de emergência.

Na terça-feira, no final de mais uma reunião com epidemiologistas no Infarmed, em Lisboa, o primeiro-ministro classificou como “alarmante” a dinâmica de “fortíssimo crescimento” dos novos casos de infecção com o novo coronavírus, que atingiram os dez mil por dia no início desta semana.

 

(Fonte e foto: https://rr.sapo.pt/2021/01/13/politica/aprovada-renovacao-do-estado-de-emergencia-no-parlamento/noticia/222178/)

Declaração do Primeiro-Ministro sobre as condições do mais que provável novo Confinamento Geral

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Veja aqui as declarações de António Costa:

 

O primeiro-ministro António Costa apontou que as medidas durante o novo confinamento devem ter um “horizonte de um mês e um perfil semelhante às medidas do primeiro confinamento de março e abril”.

Perante uma “tendência manifesta de crescimento”, António Costa assume que é necessário travar a “fortíssima dinâmica de crescimento”, sendo que o confinamento é a “a única forma de controlar” os valores que têm sido divulgados e atingidos nos últimos dias.

“Não são suficientes as medidas de confinamento ao fim de semana, que nos permitiram controlar a segunda vaga. Temos de ir mais além”, sustentou o primeiro-ministro após a reunião e o debate do Infarmed.

Com o funcionamento das escolas em discussão, António Costa disse que está “fora de causa interromper as atividades de avaliação do Ensino Superior”. No entanto, as opiniões dos especialistas são convergentes em relação às crianças mais pequenas e que não se verifica a necessidade do encerramento das escolas com alunos até aos 12 anos de idade.

Face ao estado de emergência, António Costa apontou que é “necessário proceder às renovações quinzenais”, encarando que é preciso um horizonte mais alargado. O primeiro-ministro disse ainda ter esperança do aligeiramento das medidas. “Entre o momento da decisão e efeitos visíveis, há sempre a delação de duas a três semanas”.

O Conselho de Ministros irá reunir-se amanhã para avaliar as medidas que vai implementar durante o novo confinamento em Portugal, sendo que estas mesmas medidas devem ser “adotadas o mais rápido possível”.

 

(Fonte: Jornal Económico – https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/costa-medidas-de-confinamento-devem-ter-horizonte-de-um-mes-e-serao-semelhantes-a-marco-e-abril-686812)