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Área ardida em 2026 é quatro vezes inferior à registada no ano passado

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A área ardida em Portugal desde o início do ano é, até ao momento, cerca de quatro vezes inferior à registada no mesmo período de 2025, segundo dados destacados pelo primeiro-ministro, Luís Montenegro.

Apesar da evolução favorável, o chefe do Governo alertou esta terça-feira, 18 de agosto, para a manutenção de um elevado risco de incêndio, defendendo que as próximas semanas continuam a exigir especial atenção e capacidade de resposta.

Após uma reunião de acompanhamento da situação dos incêndios, realizada na sede da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil, em Oeiras, Luís Montenegro salientou que o país atravessa um período de elevada complexidade e que não deve existir qualquer redução da atenção relativamente ao risco.

Maior dispositivo de combate

O primeiro-ministro destacou a dimensão do dispositivo mobilizado para a prevenção e combate aos incêndios, que classificou como “o maior de sempre”, assegurando que as forças no terreno estão preparadas para responder às necessidades.

Luís Montenegro referiu ainda o acompanhamento permanente da situação, em articulação com o ministro da Administração Interna, Luís Neves, e o secretário de Estado da Proteção Civil, Rui Rocha.

A prevenção e a capacidade de resposta continuam, segundo o primeiro-ministro, a ser prioridades perante um fenómeno que tem afetado também outros países europeus.

Aumento das ignições durante a noite

Entre os fatores de preocupação apontados está o aumento das ignições durante o período noturno, bem como a ocorrência de vários focos em simultâneo e em zonas próximas.

Luís Montenegro alertou igualmente para os comportamentos negligentes relacionados com o uso do fogo, defendendo a necessidade de reforçar os cuidados e evitar utilizações indevidas.

O primeiro-ministro chamou a atenção para o facto de situações aparentemente controladas poderem evoluir para incêndios de difícil contenção quando o fogo é utilizado sem a presença ou autorização das autoridades competentes.

No final da reunião, Luís Montenegro deixou um reconhecimento aos bombeiros, agentes de Proteção Civil, forças e serviços de segurança, Força Aérea e Forças Armadas, bem como às restantes entidades envolvidas na resposta aos incêndios.

O chefe do Governo destacou ainda a cooperação entre os países europeus afetados pelos incêndios e o contributo de Portugal para apoiar outros Estados-Membros perante situações de emergência.

Figueira da Foz avança com limpeza de terrenos junto à rede viária para prevenção de incêndios

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A Câmara Municipal da Figueira da Foz vai realizar trabalhos de gestão de combustível junto à rede viária, com o objetivo de reduzir o risco de incêndios rurais e reforçar a proteção das estradas municipais.

A intervenção abrange as faixas laterais dos terrenos confinantes com as vias públicas, numa largura padrão de 10 metros a partir do limite exterior da plataforma de rodagem, de acordo com as obrigações previstas no Sistema de Gestão Integrada de Fogos Rurais.

Os trabalhos incluem limpeza de matos, desmatação e remoção de árvores, seguindo os critérios definidos no Despacho n.º 675/2026, de 21 de janeiro.

Proprietários podem realizar os trabalhos

O Município informa os proprietários dos terrenos confinantes com as vias públicas de que os trabalhos serão realizados pela Câmara Municipal ou por entidade contratada para o efeito.

Caso algum proprietário se oponha à intervenção municipal, ficará responsável pela execução dos trabalhos dentro do prazo que venha a ser determinado e comunicado pela GNR.

Após a realização das operações de gestão de combustível, os proprietários terão ainda 10 dias para proceder à recolha dos produtos florestais resultantes, caso estes permaneçam no local.

Se os materiais não forem recolhidos nesse período, por impossibilidade de permanência no local, a Câmara Municipal ou a entidade contratada poderá proceder à sua remoção, nos termos previstos no Decreto-Lei n.º 82/2021, de 13 de outubro.

O Município disponibiliza informação detalhada sobre os locais abrangidos, datas das intervenções e critérios de execução através do Serviço Municipal de Proteção Civil – Gabinete Técnico Florestal.

Os esclarecimentos podem ser solicitados pelos endereços smpcff@cm-figfoz.pt e gtf@cm-figfoz.pt, ou pelos contactos telefónicos 233 402 803 e 233 402 805.

Câmara de Coimbra reforça equipas de ambiente e limpeza com 18 novos trabalhadores

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A Câmara Municipal de Coimbra vai reforçar as equipas operacionais da área do Ambiente com 18 novos trabalhadores, com o objetivo de aumentar a capacidade de resposta dos serviços municipais nas áreas da higiene urbana, limpeza e recolha de resíduos.

O reforço inclui sete trabalhadores que iniciam funções esta quarta-feira, 19 de agosto, na sequência da conclusão dos respetivos procedimentos concursais. Trata-se de três cantoneiros de higiene urbana e quatro motoristas.

Segundo o vereador com o pelouro do Ambiente, Luís Francisco Filipe, o reforço dos recursos humanos constitui uma prioridade para o Município, permitindo melhorar a capacidade de resposta às necessidades dos serviços e da população.

Recrutamento de mais 11 trabalhadores

A Câmara Municipal pretende avançar também com o recrutamento de mais 11 assistentes operacionais, proposta que será submetida à apreciação do executivo municipal na reunião prevista para 24 de agosto.

O recrutamento contempla 10 cantoneiros de higiene urbana e um motorista, reforçando os meios disponíveis para as operações realizadas no terreno.

A medida surge num período em que o Município tem intensificado a intervenção na área dos resíduos, nomeadamente através de ações de fiscalização ao depósito indevido de resíduos urbanos e de campanhas de sensibilização sobre as regras de deposição.

Entre as ações desenvolvidas encontram-se operações de fiscalização relacionadas com o abandono de monos e outros resíduos, bem como a divulgação dos procedimentos adequados para solicitar recolhas.

Com o reforço das equipas, a autarquia pretende aumentar a capacidade operacional dos serviços, melhorar a organização das intervenções e dar uma resposta mais eficaz às necessidades de higiene urbana e recolha de resíduos no concelho.

A Câmara Municipal considera que a entrada dos novos trabalhadores contribui também para o reforço dos serviços públicos de proximidade e para a melhoria das condições de limpeza e gestão de resíduos em Coimbra.

A Solo (e não só) leva quatro noites de música à esplanada do CAE

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A segunda edição de A Solo (e não só) terminou depois de quatro noites de concertos na esplanada exterior do Centro de Artes e Espectáculos (CAE), entre 13 e 16 de agosto, com forte adesão do público.

O evento apresentou um programa dedicado à música portuguesa, cruzando diferentes estilos e propostas artísticas e criando um ambiente de proximidade entre músicos e espectadores.

A primeira noite contou com emmy Curl, projeto de Catarina Miranda, que apresentou temas de Pastoral, o seu mais recente álbum, onde a música tradicional se cruza com influências do jazz moderno e do dream pop. A noite prosseguiu com Luís Severo, cantautor, guitarrista e pianista português.

Na segunda noite, Diogo Zambujo levou ao CAE uma sonoridade marcada por influências do rock, jazz e música brasileira. Seguiu-se Mimicat, numa atuação que cruzou soul e fado.

Um dos momentos da noite aconteceu quando Mimicat convidou para o palco a prima Inês, Duda e Pedro Maralma, numa participação que acrescentou uma dimensão local ao espetáculo e reforçou o caráter de encontro e partilha do festival.

A terceira noite ficou marcada pela atuação de Diana Castro, que apresentou a sua música perante uma esplanada novamente muito concorrida. Depois, Frankie Chavez assumiu o palco com uma atuação em que conjugou referências do folk, blues e rock clássico.

O encerramento, a 16 de agosto, contou com Elisa, que apresentou o seu trabalho perante o público que voltou a ocupar a esplanada do CAE. A programação terminou com Lavoisier, projeto de Roberto Afonso e Patrícia Relvas, numa atuação marcada pela componente intimista e pela intensidade interpretativa.

Ao longo das quatro noites, a iniciativa conjugou diferentes linguagens musicais e propostas artísticas, mantendo como elemento comum a proximidade entre artistas e público.

A organização considera que a adesão registada nesta segunda edição reforça a esplanada exterior do CAE como espaço de programação cultural durante o verão, numa iniciativa que juntou concertos, convívio e participação do público.

Festival de Arquitetura FORMA regressa a Coimbra de 24 a 27 de setembro

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O Festival de Arquitetura FORMA regressa a Coimbra entre 24 e 27 de setembro de 2026, para quatro dias de programação dedicada à arquitetura, à cidade e à cultura contemporânea. A iniciativa é promovida pela IF – Plataforma de Arquitetura, com o apoio da Câmara Municipal de Coimbra.

A segunda edição do festival reúne arquitetos, investigadores, criadores, instituições, estudantes e público em geral em diferentes espaços da cidade, com uma programação que inclui seminários, conferências, exposições, teatro e oficinas de arquitetura.

O objetivo passa por aproximar a arquitetura da sociedade e promover a reflexão sobre temas como a cidade, a habitação e as transformações da cultura contemporânea.

Habitação e sociedade em debate

O programa começa no dia 24 de setembro, às 10h00, com a abertura oficial na Praça da República. Durante a tarde, o FORMA Pavilion recebe o seminário “Arquitetura e Sociedade”, que junta profissionais de diferentes áreas da cultura contemporânea.

No dia 25 de setembro, a Casa da Cultura acolhe o seminário “Habitação Pública e Construção Offsite”, entre as 9h30 e as 13h30. A sessão contará com a participação da secretária de Estado da Habitação, Patrícia Costa, da Câmara Municipal de Coimbra, de arquitetos e de representantes do setor da construção.

O debate será dedicado às políticas de habitação, à industrialização da construção e às novas respostas para o setor.

Conferências no Convento São Francisco

No sábado, 26 de setembro, o grande auditório do Convento São Francisco recebe, entre as 15h00 e as 19h00, o ciclo de Conferências de Arquitetura.

Participam João Albuquerque, partner da BIG, Julião Pinto Leite, da OODA, e Duarte Ramalho Fontes, da MASSLAB. O encontro pretende colocar em diálogo diferentes práticas, escalas e abordagens da arquitetura contemporânea.

A programação inclui também a Exposição dos Finalistas dos Prémios Nacionais de Arquitetura FORMA, instalada no FORMA Pavilion, na Praça da República, e a exposição “UDopia”, dedicada à relação entre arquitetura e banda desenhada, na sede da Ordem dos Arquitetos.

Atividades para crianças e famílias

A componente educativa do festival inclui oficinas de arquitetura para crianças até aos 10 anos, com sessões no Jardim da Sereia, além de uma oficina dedicada à arquitetura na banda desenhada, na Casa das Caldeiras.

O Teatro das FORMAS integra igualmente a programação, com sessões entre 25 e 27 de setembro, em diferentes espaços da cidade.

Entre 25 e 27 de setembro decorre ainda o projeto “ArchiPaper”, enquanto o FORMA Pavilion, na Praça da República, funcionará como um dos pontos de encontro do festival e acolherá parte da programação.

Festival termina com entrega dos Prémios FORMA

O encerramento acontece no dia 27 de setembro, no Convento São Francisco, com a cerimónia de entrega da 4.ª edição dos Prémios Nacionais de Arquitetura FORMA, que distingue arquitetura produzida em Portugal.

A cerimónia está marcada para as 16h00 e é reservada a convidados.

Ao longo dos quatro dias, o Festival FORMA ocupará diferentes espaços de Coimbra, procurando envolver profissionais e estudantes de arquitetura, mas também famílias e público em geral.

Mais informações e o programa completo estão disponíveis em www.if-forma.pt.

Expresso Transatlântico esgota lotação no Mosteiro de Santa Maria de Seiça

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O concerto dos Expresso Transatlântico, realizado ao final da tarde de domingo, 16 de agosto, no Mosteiro de Santa Maria de Seiça, teve lotação esgotada, num novo sinal da adesão do público ao ciclo “Notas ao Entardecer”, promovido pelo Município da Figueira da Foz.

A atuação levou ao monumento um dos projetos mais singulares da música portuguesa contemporânea. Formado por Gaspar Varela, Sebastião Varela e Rafael Matos, o trio tem na guitarra portuguesa um dos elementos centrais da sua identidade e cruza referências da tradição musical portuguesa com influências de diferentes geografias.

O espetáculo em Seiça integrou a atual fase do percurso da banda, que lançou em 2026 o álbum “Trópico Paranóia”, produzido por The Legendary Tigerman. O trabalho percorre diferentes ambientes sonoros e cruza elementos de rock, texturas e movimento, refletindo algumas das características que têm marcado a evolução do grupo.

A lotação esgotada reforça a procura registada pelo ciclo “Notas ao Entardecer”, que tem associado a programação musical contemporânea à valorização do património histórico e cultural do concelho.

O Mosteiro de Santa Maria de Seiça tem assumido, neste contexto, um papel central na iniciativa, funcionando como cenário para os concertos e como espaço de aproximação entre a criação artística e o património.

Danças Ocultas encerram o ciclo a 5 de setembro

Depois da atuação dos Expresso Transatlântico, o “Notas ao Entardecer” prepara-se para o último espetáculo desta edição, marcado para 5 de setembro, com os Danças Ocultas.

A programação pretende continuar a levar diferentes propostas musicais a espaços patrimoniais do concelho, criando novas formas de contacto com a música e contribuindo para a valorização destes locais enquanto espaços culturais abertos à comunidade.

Coimbra identifica 21 infrações por deposição indevida de resíduos

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O Município de Coimbra identificou 21 situações de infração relacionadas com a deposição indevida de resíduos urbanos, incluindo resíduos volumosos, durante operações de fiscalização realizadas nos dias 13 e 14 de agosto.

As ações decorreram nas freguesias de Santo António dos Olivais, Eiras e São Paulo de Frades e Trouxemil e Torre de Vilela, dando continuidade ao reforço da fiscalização municipal em zonas consideradas críticas devido à ocorrência recorrente de resíduos abandonados na via pública, em terrenos públicos ou privados e junto a contentores e ecopontos.

As operações foram conduzidas pela Divisão de Licenciamentos e Fiscalização de Atividades do Município de Coimbra e acompanhadas pelo vereador Luís Francisco Filipe, no âmbito da estratégia municipal de combate à deposição irregular de resíduos e de melhoria da limpeza do espaço público.

Infrações podem dar origem a coimas

As situações identificadas vão dar lugar a processos de contraordenação, nos termos do Regulamento de Recolha e Transporte de Resíduos Urbanos e de Limpeza e Higiene Públicas do Município de Coimbra.

O abandono de resíduos urbanos em locais inadequados pode ser punido com coimas entre 250 e 1.500 euros para pessoas singulares e entre 1.250 e 22 mil euros para pessoas coletivas.

O regulamento prevê ainda outras coimas relacionadas com o incumprimento dos deveres de limpeza e higiene públicas, que podem variar entre 150 e 1.870,49 euros para pessoas singulares e entre 500 e 22.445,91 euros para pessoas coletivas.

Paralelamente à fiscalização, as equipas municipais têm realizado ações de sensibilização junto de agentes económicos e estabelecimentos comerciais das áreas abrangidas, procurando promover boas práticas ambientais e o cumprimento das regras de deposição de resíduos.

Recolha de monos deve ser marcada previamente

O Município recorda que a recolha de resíduos volumosos, habitualmente designados por monos ou monstros, assim como de resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos e resíduos verdes, deve ser previamente agendada junto da Divisão de Economia Circular, Proteção Ambiental e Florestas.

O pedido pode ser feito através do número 239 802 070, de segunda a sexta-feira, entre as 09h00 e as 12h30 e entre as 14h00 e as 17h30.

Para pequenas quantidades, até cerca de três ou quatro unidades por pedido, a recolha é gratuita. Em situações que impliquem uma recolha dedicada, podem ser aplicadas as tarifas previstas no Regulamento Geral de Taxas e Preços Municipais.

Cabe aos munícipes acondicionar e transportar os resíduos para o local previamente definido com os serviços municipais. O ponto de recolha deve ser acessível à viatura e não pode criar obstáculos à circulação pedonal ou rodoviária, devendo os resíduos permanecer na via pública pelo menor período possível.

Também os pequenos resíduos de construção e demolição resultantes de obras de reparação realizadas pelos próprios devem ser objeto de pedido prévio de recolha, através do mesmo número de telefone ou do endereço eletrónico ambiente@cm-coimbra.pt, estando este serviço sujeito às tarifas municipais aplicáveis.

Com o reforço da fiscalização e das ações de sensibilização, o Município pretende reduzir o abandono de resíduos, responsabilizar os infratores e contribuir para a melhoria da limpeza e da gestão de resíduos no concelho.

Serenatas do Mondego encerram ciclo com sete noites de fado e Canção de Coimbra na Figueira da Foz

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O ciclo “Serenatas do Mondego 2026” terminou esta quinta-feira, 14 de agosto, depois de sete noites de espetáculos dedicados ao Fado de Lisboa e à Canção de Coimbra em diferentes espaços da Figueira da Foz.

Promovida pela Associação Filarmónica Dez de Agosto, com o apoio do Município da Figueira da Foz, a iniciativa decorreu entre 15 de julho e 14 de agosto, levando música ao ar livre a locais como a Praça Nova (Praça 8 de Maio), a Praça Velha, o Pátio de Santo António e o Largo Dr. Melo Biscaia, junto à Fonte Luminosa.

Ao longo de cerca de um mês, o programa apresentou diferentes propostas musicais e temáticas, proporcionando ao público uma viagem por várias expressões do fado e da Canção de Coimbra. Os espetáculos decorreram em espaços emblemáticos da cidade, aproximando esta tradição musical dos residentes e visitantes.

A última sessão realizou-se no Largo Dr. Melo Biscaia, junto à Fonte Luminosa, com o espetáculo “Fado de Coimbra à Beira da Foz do Mondego”, protagonizado pelo Grupo Fado D’Anto. A atuação teve início às 21h30 e encerrou a edição deste ano do ciclo.

Entre o público presente esteve o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Santana Lopes, acompanhado pelo vereador Manuel Domingues.

A organização destaca a adesão do público ao longo das sete noites, numa iniciativa que procurou valorizar o património musical português e reforçar a ligação entre a música, o espaço público e a identidade cultural da Figueira da Foz.

As “Serenatas do Mondego” voltaram, assim, a levar o fado e a Canção de Coimbra a diferentes pontos da cidade, num programa que combinou tradição, música e utilização cultural do espaço público.

Coimbra abre candidaturas para levar 12 startups à Web Summit 2026

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Coimbra vai marcar presença na Web Summit 2026 com um stand próprio, numa iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Coimbra, Universidade de Coimbra, Instituto Pedro Nunes (IPN) e Região Metropolitana de Coimbra. O evento decorre em Lisboa, entre 9 e 12 de novembro, e contará com a participação de 12 startups da região.

As candidaturas para ocupar 11 dos lugares disponíveis estão abertas até 15 de setembro. A 12.ª vaga será atribuída à startup vencedora da Pitch Competition do Startup Capital Summit 2026.

O stand, com 24 metros quadrados, permitirá a apresentação de quatro startups por dia ao longo dos três dias de exposição. Cada empresa terá um dia para apresentar a sua solução a investidores, parceiros e outros participantes da Web Summit.

Para o vice-presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Miguel Antunes, a iniciativa pretende reforçar a projeção de Coimbra enquanto território ligado à inovação, conhecimento e empreendedorismo, proporcionando às empresas oportunidades de contacto, criação de parcerias e internacionalização.

A Universidade de Coimbra considera que a participação conjunta representa também uma forma de aproximar conhecimento científico, tecnologia e criação de empresas. A pró-reitora Gabriela Fernandes destaca o papel da instituição na formação de talento, produção de conhecimento e sua transferência para a sociedade e para a economia.

O Instituto Pedro Nunes vê a presença na Web Summit como uma demonstração da capacidade do ecossistema de inovação de Coimbra. Segundo o diretor de Inovação, Jorge Pimenta, a região dispõe de condições para apoiar startups em diferentes fases, desde a incubação e validação até ao crescimento e internacionalização.

Quem pode candidatar-se

Podem apresentar candidatura startups com sede ou estabelecimento num dos 19 municípios da Região de Coimbra, desde que desenvolvam soluções de base tecnológica. São elegíveis produtos, serviços, software, soluções digitais ou hardware assentes em tecnologia ou conhecimento próprio.

No momento da candidatura, a solução deve estar já lançada ou dispor de uma demonstração funcional. As empresas devem ainda possuir um website ativo e um logótipo em formato adequado.

A participação no stand será gratuita para as startups selecionadas, que terão acesso a um espaço integrado na representação de Coimbra e às condições previstas no respetivo pacote de participação na Web Summit.

A seleção terá em consideração fatores como o grau de inovação e a componente tecnológica, a maturidade da empresa, o potencial de crescimento e internacionalização e os objetivos definidos para a participação no evento. Será dada preferência a startups que ainda não tenham participado na Web Summit ou que apresentem uma categoria diferente da escolhida em edições anteriores.

As candidaturas decorrem até às 23h59 de 15 de setembro de 2026. Os resultados serão comunicados por email até 25 de setembro.

A seleção efetuada pelas entidades promotoras não garante, por si só, a participação na Web Summit, ficando a presença final dependente da aprovação da organização do evento.

As candidaturas devem ser submetidas através do formulário disponibilizado pela organização. As normas de participação e os critérios de seleção encontram-se igualmente disponíveis para consulta.

Concurso de Fotografia da Figueira da Foz convida a retratar o concelho entre a memória e o futuro

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O Município da Figueira da Foz promove, a partir de 19 de agosto, a oitava edição do seu Concurso de Fotografia, este ano dedicado ao tema “Figueira da Foz: Memória e Futuro”. As candidaturas podem ser apresentadas até às 23h00 de 19 de outubro de 2026.

A iniciativa, promovida através do Arquivo Fotográfico Municipal, assinala o Dia Mundial da Fotografia, celebrado a 19 de agosto, e pretende reunir diferentes perspetivas sobre um território marcado pela transformação, sem esquecer os lugares, pessoas, tradições e referências que integram a identidade figueirense.

O concurso destina-se a maiores de 18 anos residentes em Portugal e está dividido em duas categorias. “Memória” procura valorizar elementos associados ao património, às comunidades, às freguesias, às paisagens e aos modos de vida que fazem parte da história e da identidade da Figueira da Foz.

Já a categoria “Futuro” desafia os participantes a fotografar as mudanças que estão a marcar o concelho e as perspetivas para os próximos anos, incluindo temas como inovação, ciência, tecnologia, sustentabilidade e projetos capazes de influenciar a evolução do território.

Cada participante poderá apresentar cinco fotografias, a cores ou a preto e branco, desde que enquadradas no tema proposto.

As imagens devem ser enviadas para arqfoto@cm-figfoz.pt, até às 23h00 do dia 19 de outubro, indicando no assunto da mensagem “VIII Concurso de Fotografia da Figueira da Foz”.

A edição de 2026 atribui três prémios monetários: 1.º prémio de 1.000 euros e dois prémios de 500 euros cada, atribuídos ex aequo.

Mais do que distinguir trabalhos fotográficos, o concurso pretende contribuir para a construção de um retrato contemporâneo da Figueira da Foz, através de diferentes formas de olhar para o território e para as transformações que nele acontecem.

O regulamento e todas as informações sobre as condições de participação estão disponíveis através dos canais oficiais do Município da Figueira da Foz.