
Aprovada renovação do estado de emergência até 30 de janeiro

O Parlamento aprovou esta manhã de quarta-feira, dia 13 de Janeiro de 2021, o 9.º estado de emergência, proposto no âmbito do combate à pandemia de Covid-19, com 197 votos a favor – da bancada do PS, PSD, CDS, PAN e da deputada não inscrita Cristina Rodrigues; 19 abstenções da bancada do Bloco de Esquerda e 15 votos contra – da bancada do PCP, PEV, do Chega, do Iniciativa Liberal e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira.
O decreto agora aprovado prevê liberdade de circulação para votar antecipadamente no dia 17 de janeiro e no dia das eleições, 24 de Janeiro.
Este diploma modifica o estado de emergência actualmente em vigor, com novas normas que se aplicam nos últimos dois dias desse anterior decreto, que termina às 23h59 de sexta-feira, e renova-o por mais 15 dias, desde as 00h00 de sábado, 16 de Janeiro, até às 23h59 de 30 deste mês.
Nesta quarta-feira, o Governo vai aprova as medidas de confinamento geral ao abrigo do projecto de decreto presidencial de estado de emergência e que deverão estar em vigor por um mês para travar a pandemia.
A reunião do Conselho de Ministros terá lugar após a Assembleia da República debater e votar, durante a manhã, o projeto de decreto presidencial que modifica e renova o estado de emergência.
Na terça-feira, no final de mais uma reunião com epidemiologistas no Infarmed, em Lisboa, o primeiro-ministro classificou como “alarmante” a dinâmica de “fortíssimo crescimento” dos novos casos de infecção com o novo coronavírus, que atingiram os dez mil por dia no início desta semana.
(Fonte e foto: https://rr.sapo.pt/2021/01/13/politica/aprovada-renovacao-do-estado-de-emergencia-no-parlamento/noticia/222178/)
Declaração do Primeiro-Ministro sobre as condições do mais que provável novo Confinamento Geral
Veja aqui as declarações de António Costa:
O primeiro-ministro António Costa apontou que as medidas durante o novo confinamento devem ter um “horizonte de um mês e um perfil semelhante às medidas do primeiro confinamento de março e abril”.
Perante uma “tendência manifesta de crescimento”, António Costa assume que é necessário travar a “fortíssima dinâmica de crescimento”, sendo que o confinamento é a “a única forma de controlar” os valores que têm sido divulgados e atingidos nos últimos dias.
“Não são suficientes as medidas de confinamento ao fim de semana, que nos permitiram controlar a segunda vaga. Temos de ir mais além”, sustentou o primeiro-ministro após a reunião e o debate do Infarmed.
Com o funcionamento das escolas em discussão, António Costa disse que está “fora de causa interromper as atividades de avaliação do Ensino Superior”. No entanto, as opiniões dos especialistas são convergentes em relação às crianças mais pequenas e que não se verifica a necessidade do encerramento das escolas com alunos até aos 12 anos de idade.
Face ao estado de emergência, António Costa apontou que é “necessário proceder às renovações quinzenais”, encarando que é preciso um horizonte mais alargado. O primeiro-ministro disse ainda ter esperança do aligeiramento das medidas. “Entre o momento da decisão e efeitos visíveis, há sempre a delação de duas a três semanas”.
O Conselho de Ministros irá reunir-se amanhã para avaliar as medidas que vai implementar durante o novo confinamento em Portugal, sendo que estas mesmas medidas devem ser “adotadas o mais rápido possível”.
(Fonte: Jornal Económico – https://jornaleconomico.sapo.pt/noticias/costa-medidas-de-confinamento-devem-ter-horizonte-de-um-mes-e-serao-semelhantes-a-marco-e-abril-686812)
Dia de Reis assinalado à luz do dia em tempo de pandemia
Este ano, em virtude da pandemia de Covid-19, a Espera de Reis não aconteceu, como habitualmente, na noite de 5 de Janeiro, junto ao Presépio instalado pela Paróquia de São Julião à entrada da Praça 8 de Maio, nem tão pouco teve direito aos seis Reis Magos que dita a singular tradição local, resultante da fusão dos participantes das colectividades Sociedade Filarmónica Dez d’Agosto e Sociedade Filarmónica Figueirense.
Ainda assim, para assinalar a data que tem fundas raízes na Figueira da Foz, a Sociedade Filarmónica Dez de Agosto promoveu ontem, com o apoio do Município da Figueira da Foz e escolta das autoridades policiais, um desfile simbólico com os Três Reis Magos a cavalo e um trio musical a animar o momento, que decorreu da parte da tarde, por várias artérias da cidade e passagem por algumas Escolas Básicas. O périplo terminou junto aos Paços de Concelho, onde a corte real foi recebida pelo Presidente da Autarquia, Carlos Monteiro, que agradeceu o empenho da Dez d’Agosto ao seu presidente de direcção, Ricardo Santos, fazendo votos de um ano melhor para todos os munícipes e portugueses em geral e desejando que, em 2022, a Espera de Reis possa voltar ao seu modelo tradicional, com pastores, pastoras, burros, ovelhas e outros animais, bem tratados, que fazem as delícias dos mais pequeninos que, agasalhados e sorridentes nas suas coroas de papel, segurando miniaturas de escadotes e rebuçados distribuídos por Belchior, Baltazar e Gaspar, são o garante da própria tradição
FOZ: 2021 vai trazer uma nova revista à Figueira
Vai chamar-se Foz e nela vão desaguar as entrevistas que se impõem e as mais inesperadas, as reportagens que esperava e as que vão surpreendê-la/o. Haverá ainda opinião – especializada, bem-disposta, útil e/ou de entretenimento – e um espaço nobre para os mais pequenos. Tudo isto e muito mais a descobrir a partir de dia 6 de janeiro de 2021 num quiosque perto de si.
Revista Foz – há uma nova voz na Figueira.
«Marinha das Ondas – Natal com Brilho» usa rede social para driblar o afastamento social
Chama-se «Marinha das Ondas – Natal com Brilho» e é um grupo recém-criado na rede social Facebook que conta já com mais de 300 participantes. Com menos de um mês de existência, este espaço virtual foi criado por marinhenses com o objectivo de driblar o vírus e a pandemia, devolvendo à freguesia e aos seus fregueses o essencial do espírito de Natal: a partilha, a amizade, alegria, a solidariedade, o brilho, o brio e um bocadinho de magia, como manda a tradição.
Com as visitas a casa de familiares, amigos e vizinhos desaconselhadas, e com muitos dos que (e)migraram impedidos de voltar à terra-natal nesta quadra, esta foi a forma encontrada para encurtar as distâncias e para partilhar o Natal entre todos: os participantes decoram, fotografam e divulgam as suas decorações festivas neste grupo, assim abrindo portas a uma competição saudável que tem contribuído para animar a freguesia e os seus habitantes, bem como para matar as saudades dos que estão mais longe.
Árvores de Natal mais ou menos tradicionais, presépios modestos ou mais elaborados, portas natalícias, arranjos, centros de mesa, velas, lareiras, decorações interiores ou exteriores, nenhum pretexto é pequeno demais ou grandioso em excesso para este grupo, onde imperam as palavras de incentivo e elogio, como é próprio do espírito da quadra. O espaço tornou-se ainda a caixa postal pública e partilhada para a tradicional troca de votos de boas festas, que já conta até com uma palavra de apreço do presidente da Autarquia, Carlos Monteiro, que louvou a iniciativa, tão simples quanto feliz.
O grupo é de visualização pública e pode ser apreciado aqui: https://www.facebook.com/groups/399948247852348
Actual Direcção do UFBB pode permanecer mais um ano em funções: “Não podíamos deixar que houvesse um vazio directivo no ano do centenário”
Os 99 anos do União Foot-Ball de Buarcos (UFBB) não vão comemorar-se com a alegria habitual, em virtude da pandemia de Covid-19 e das restrições que lhe estão associadas. A tradicional sessão solene, com distinção dos sócios que celebram meio século de ligação à colectividade com sede no belíssimo Teatro Trindade, será substituída por uma discreta evocação no dia 25 de Dezembro, pelas 12h00, com o hino do UFBB a soar no salão nobre. A pandemia veio também trocar as voltas à actual direcção que, com as limitações que o Estado de Emergência cria à realização de eleições, viu a Mesa da Assembleia Geral solicitar-lhes que acedessem a cumprir mais dois anos de mandato, atendendo à especificidade do ano que se aproxima: o da celebração do centenário, num cenário de dificuldades previsíveis para as colectividades e para a comunidade em geral. “Aceitámos cumprir mais um ano, sem prejuízo de, até ao limite de janeiro, se for possível e houver lista, se realizar normalmente o acto eleitoral”, explicou o actual presidente, Isac Loureiro. “Não podíamos deixar que houvesse um vazio directivo no ano do centenário”, acrescentou.

