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Figueira da Foz
Segunda-feira, Maio 25, 2026
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Provas para MAIORES DE 23 ANOS no ISEC com inscrições a decorrer até ao dia 15 de Abril

O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC https://www.facebook.com/IPC.ISEC) vai realizar provas de avaliação de capacidade para ingresso no Ensino Superior, destinadas a Maiores de 23 anos. A inscrição para realização destas provas deverá ser feita até ao dia 15 de abril 2021 PROCEDIMENTO INSCRIÇÃO NAS PROVAS .

As provas de avaliação para a frequência do ensino superior, pelos maiores de 23 anos, enquadram-se numa política de promoção de igualdade de oportunidades no acesso ao ensino superior, e visam facultar o acesso ao ensino superior aos que mostrem possuir competências para a frequência de cursos de Licenciatura e de CTESP.

Se completou 23 anos até 31 de Dezembro de 2020, não é titular de habilitação de acesso ao ensino superior e não se encontra abrangido pelo estatuto do estudante internacional (Decreto-Lei n.º 36/2014, de 10 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 113/2014, de 16 de julho), pode inscrever-se para realizar provas.

A aprovação nas provas concede a habilitação de acesso adequada para se candidatar ao(s) curso(s) em que realizou provas.

Para acesso a cursos de Licenciatura:

Relativamente aos candidatos que obtiveram a menção “Aprovado” nas provas de acesso a um curso de Licenciatura, há menos de três anos e que pretendam efetuar a candidatura à inscrição em 2021, as respetivas provas serão consideradas para efeitos dos concursos especiais (Maiores de 23) no ano letivo 2021/2022.

A avaliação da capacidade para a frequência de um curso de Licenciatura no ISEC integra, obrigatoriamente, três componentes, realizadas pela seguinte ordem:

1º –  Realização de duas provas especificas:

  • Uma prova obrigatória – Matemática (ver informações sobre o Curso Livre de atualização de conhecimentos de Matemática – site do ISEC CURSO LIVRE)
  • Uma prova escolhida entre:

– Uma Prova de Ciências de Base – Física e Química, Geometria Descritiva e Biologia e Geologia, que versará sobre conhecimentos que façam parte dos programas aprovados para essas disciplinas do ensino secundário;

Ou,

– Uma prova de Especialidade – a prova consiste no desenvolvimento de um tema de especialidade proposto pelo júri.

2º –  Avaliação curricular:

A avaliação curricular é feita com base na apreciação do curriculum vitae de cada candidato, devidamente documentado. Os critérios de classificação deverão ser previamente definidos pelo júri e constar de ata.

3º – Entrevista:

A entrevista destina-se a:

  1. Discutir aspetos específicos do curriculum vitae do candidato;
  2. Apreciar e discutir as motivações apresentadas pelo candidato para a escolha do curso e do estabelecimento de ensino feita pelo mesmo;
  3. Fornecer ao candidato informação sobre o curso, seu plano, exigências e saídas profissionais;
  4. Apreciar as capacidades de expressão oral e cultural geral do candidato.

Estudantes Internacionais – Informação adicional

Os estudantes que se enquadrem no regime de concurso especial para estudantes internacionais não poderão ingressar ao abrigo de qualquer outro concurso especial (Decreto-Lei n.º 36/2014, de 10 de março, alterado pelo Decreto-Lei n.º 113/2014, de 16 de julho).

Cursos de licenciatura com candidaturas abertas para o ano letivo 2021/2022:
·        Bioengenharia (cód. 9540)
·        Engenharia Biomédica – Bioeletrónica (cód. L133)
·        Engenharia Civil (cód. 9089)
·        Engenharia Eletromecânica (cód. 9105)
·        Engenharia Eletrotécnica (cód. 9109)
·        Engenharia Eletrotécnica Pós-Laboral (cód. 9884)
·        Engenharia e Gestão Industrial (cód. 9104)
·        Engenharia Informática (cód. 9119)
·        Engenharia Informática Pós-Laboral (cód. 9885)
·        Engenharia Informática – Curso Europeu (cód. 9770)
·        Engenharia Mecânica (cód. 9123)
·        Gestão Sustentável das Cidades (cód. L155)
Para acesso aos Cursos Técnicos Superiores Profissionais (CTeSP):

A avaliação da capacidade para a frequência de um CTeSP no ISEC integra, obrigatoriamente, três componentes, realizadas pela seguinte ordem:

1º – Uma prova obrigatória – Matemática (ver informações sobre o Curso Livre de atualização de conhecimentos de Matemática – site do ISEC CURSO LIVRE)

2º –  Avaliação curricular:

A avaliação curricular é feita com base na apreciação do curriculum vitae de cada candidato, devidamente documentado. Os critérios de classificação deverão ser previamente definidos pelo júri e constar de acta.

3º – Entrevista:

A entrevista destina-se a:

  1. Discutir aspetos específicos do curriculum vitae do candidato;
  2. Apreciar e discutir as motivações apresentadas pelo candidato para a escolha do curso e do estabelecimento de ensino feita pelo mesmo;
  3. Fornecer ao candidato informação sobre o curso, seu plano, exigências e saídas profissionais;
  4. Apreciar as capacidades de expressão oral e cultural geral do candidato.
CTeSP com candidaturas abertas para o ano letivo 2021/2022 (cursos CTeSP a definir em breve)
·        Análises Químicas e Biológicas
·        Automação, Robótica e Manutenção Industrial
·        Instrumentação Biomédica
·        Manutenção Eletromecânica
·        Proteção Civil
·        Reabilitação Sustentável de Edifícios
·        Tecnologia e Gestão Automóvel
 
Nota: Serão excluídos os candidatos que:
  • Obtenham uma classificação inferior a 9,5 valores na(s) prova(s) especificas) obrigatória(s), ou na avaliação curricular ou na entrevista.
  • Os candidatos que não compareçam às provas especificas ou à entrevista, ou que delas expressamente desistam.

Para mais informações contactar: academicos@isec.pt ou info@isec.pt.

Miguel Mattos Chaves (CDS-PP) apresenta 5 razões para se recandidatar

Miguel Mattos Chaves, candidato a Presidente da Câmara da Figueira da Foz, nas Listas do CDS-Partido Popular, já apresentou nas redes sociais as razões da sua recandidatura, distribuídas por cinco eixos de acção, num manifesto que reproduzimos:

 

«1. – IMPOSTOS – Aligeirar a Brutal Carga de Impostos e Taxas que incidem sobre os cidadãos e sobre as empresas. Em 2017 desafiei a CMFF a fazê-lo! Nada fez!

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  1. – INVESTIMENTO/EMPREGO – Atrair Investimento, Empresas, para o Concelho de forma a fixar a população, e trazer de volta outros figueirenses que saíram do Concelho por neste não encontrarem emprego condigno ou, no caso dos jovens, por não terem pólos universitários em que possam preparar-se para a vida profissional;

Em 2017 desafiei a CMFF a fazê-lo! Nada fez!

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3.- TURISMO e DESENVOLVIMENTO – Desenvolver o Concelho e diminuir a sazonalidade dos visitantes, dos Turistas, para que o Comércio se desenvolva e enriqueça e para que as estruturas do Concelho sejam mais vividas durante todo o ano, e não apenas no mês de Agosto de cada ano, ou em esporádicos fins-de-semana.

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4.- ESTACIONAMENTO e TRANSPORTES – Mudar a filosofia da Mobilidade e dos Transportes para que estes factores sirvam verdadeiramente os residentes no Concelho (na sede e nas Freguesias rurais) com vantagens e comodidades para todos.

Acabar com os Parcómetros na Cidade que não é mais do que mais um Imposto sobre as Pessoas.

Em 2017 desafiei a CMFF a fazê-lo! Nada fez!

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  1. – SAÚDE – reabrir a Maternidade na Figueira; Abrir um Centro de Cuidados Paliativos.

Em 2017 desafiei a CMFF a fazê-lo! Nada fez!

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Se For Eleito pelos Figueirenses, sem qualquer sombra de dúvida que o farei.

Por nada disto ter sido feito, é uma das Razões pelas quais me Recandidato.»

 

Miguel Francisco Loureiro de Mattos Chaves é investigador, docente universitário e atual presidente da concelhia e vogal da Comissão Política Nacional do CDS-PP. Recandidata-se depois de ter conseguido 1,8% em 2017, numa coligação com o Partido Popular Monárquico (PPM), que integrou também membros da Plataforma Viver É Envelhecer e cidadãos independentes.

 

Revista Foz – Edição de Março já nas bancas

Já está nas bancas a edição de Março da Revista Foz. Este mês olhamos para o passado e para o presente, sem deixar de pensar o futuro:

Falamos das pescas – da vida dos homens do mar, como Carlos Paulino, que pescou quase tudo o que havia para pescar sem nunca deixar de ter fisgado o objectivo final: voltar à sua terra, onde agora trata das redes que outros lançam ao mar, e como António Lé, armador que tem muitos pescadores consigo e não esconde a desilusão com o arrastar de muitos problemas que roubam oportunidades, dinheiro e meios de subsistência a quem continua a dar vida a este sector. Fomos ainda a S. Pedro, onde o ruir de um velho poço, vítima da erosão costeira, veio apenas deixar um pouco mais a descoberto o problema do mar que come as dunas e se aproxima perigosamente das casas – e das pessoas.

Do passado e presente passando para o presente e futuro:

Aproveitámos o sangue novo de uma jovem estagiária estudante universitária, a Luana Lucas, e colocámo-la à procura de reacções sobre este ensino à distância – 2.ª temporada. A grande reportagem, que pode ser lida nesta edição, conta com testemunhos de alunos e pais, de várias idades: o que sentem, as dificuldades, os medos. Conheça ainda as preocupações de uma docente e uma explicadora, relativamente às lacunas que este ensino não presencial está a deixar – porque, de uma coisa não há dúvidas, não é a mesma coisa, pode até ser o possível em tempos de pandemia mas não é, de todo, o desejável.

Ainda sobre Educação e ensino fala a cronista Cristina Loureiro: o que há a mudar? E porque não muda? Vale a pena ler. Noutras crónicas, outros futuros: José Couto aborda o ainda ‘misterioso’ 5G e, sem terem combinado, Mafalda Azevedo fala-nos das smart cities. Está tudo ligado, como poderão ler.

Na política, conte com uma entrevista à deputada socialista à Assembleia da República, Raquel Ferreira, e as crónicas de José Luís Sousa e Bruno Menezes, sobre as autárquicas que se aproximam e as peripécias que este período propicia.

As diferenças relevantes, em termos de direitos, entre casamento e união de facto, está em destaque na crónica jurídica de Maria Duarte e Cristina Silva; a música mais icónica da Figueira da Foz é recordada por João Gentil e Eurico Gonçalves volta à carga com a participação do movimento SOS Cabedelo na consulta pública do Plano de Resolução e Resiliência (PRR), aka, bazuca europeia. Se não sabe bem o que é, também pode ler na Revista Foz desta edição, onde não falta sequer a sugestão para a sua próxima refeição em regime (para já) de take away, o restaurante Kamone:)

Como vê, só boas razões para comprar ou assinar a Revista Foz. Não deixe esgotar.

Boa leitura!

Manuel Castelo Branco é candidato à presidência do IPC e quer integração com Universidade de Coimbra para uma Região Centro mais forte

Manuel Castelo Branco é candidato à presidência do IPC nas eleições de Maio próximo
Manuel Castelo Branco é candidato à presidência do IPC nas eleições de Maio próximo

Manuel Castelo Branco anunciou hoje a sua candidatura à presidência do Instituto Politécnico de Coimbra  (IPC). Se for eleito, em maio próximo, o professor na Coimbra Business School – ISCAC, a que presidiu entre 2010 e 2018, promete encetar de imediato o diálogo com a Universidade de Coimbra para aproximar as duas instituições.

Em nota de imprensa, o candidato, residente na Figueira da Foz, adianta que “no dia em que tomar posse como presidente do IPC, a minha primeira medida será propor formalmente ao Reitor da Universidade de Coimbra, Prof. Amílcar Falcão, a abertura de um processo negocial com vista à aproximação e à integração das duas instituições”. Mas o processo de aproximação exige mais do que o diálogo com a UC. “Nesse mesmo dia iniciarei o diálogo com todas as escolas do IPC para integrar os seus desejos, expectativas e projetos: as posições que o Instituto Politécnico de Coimbra irá defender nessas negociações resultarão, como é óbvio, das manifestações de interesses definidas por cada escola”, esclarece.

Colocar o Instituto Politécnico de Coimbra e a Universidade de Coimbra a trabalhar em conjunto para a expansão das duas instituições é assim um dos objetivos de Manuel Castelo Branco, que garante às escolas do IPC, logo à partida, “a sua participação plena no processo negocial: terão de ser encontradas e construídas soluções consensuais, com o envolvimento direto de todas as escolas na definição dos respetivos modos, alcance e limites da participação de cada uma no processo”, afirma. Assim, a participação por parte das escolas do IPC será voluntária e flexível. “O que irei propor às escolas do IPC é que as duas grandes instituições universitárias de Coimbra encontrem o seu modelo próprio para concretizarem um processo que é já realidade, com pleno sucesso, em Aveiro, no Algarve, nos Açores e na Madeira, cujas respectivas universidades integram, em pé de igualdade, escolas universitárias, ou faculdades, e escolas politécnicas”, concretiza o docente.

De entre as diversas vantagens desta progressiva integração entre as duas instituições, Manuel Castelo Branco destaca a de os docentes, os estudantes e os funcionários de ambas poderem beneficiar das infraestruturas física, humana e relacional da Universidade e do Politécnico, nomeadamente no que toca a equipamentos, serviços, parcerias, projetos, centros de investigação e relações externas. 

“Verificar-se-á, também, uma equiparação no acesso aos instrumentos sociais, com enormes vantagens para os alunos do Politécnico, os quais irão aceder a apoios muito superiores aos que hoje estão ao seu alcance”, acrescenta Manuel Castelo Branco. “O novo espírito de cooperação e de integração possibilitará também que os estudantes das escolas do Politécnico passem a ter um acesso equivalente ao Estádio Universitário e que participem nas festividades académicas, ou no cortejo da Queima das Fitas, em igualdade de condições com os alunos das faculdades”.

Em termos académicos, Manuel Castelo Branco acredita que a integração é do interesse de ambas as instituições, de Coimbra e da Região Centro. “Coimbra passará a ter segunda maior instituição nacional de ensino superior, só ultrapassada em número de estudantes pela nova Universidade de Lisboa, a qual resulta da fusão com a Universidade Técnica de Lisboa”, explica. “Esta é uma oportunidade tão importante para a cidade que a Câmara Municipal de Coimbra, a Comunidade Intermunicipal e a CCDR Centro deveriam apoiar e incentivar um processo que será decisivo para a competitividade da região que vai da Figueira da Foz à Beira Alta e à Beira Baixa”.

Manuel Castelo Branco defende que o interesse do projecto é tal que, sustentado num programa sólido e consensual, e defendido de forma convicta pelo próximo presidente do IPC e pelo reitor da UC, será possível “convencer o primeiro-ministro e o ministro da Ciência e do Ensino Superior que estiverem em funções a dar luz verde a este grande projeto nacional”.

 

ALTRI DISTRIBUI 50 COMPUTADORES PELA COMUNIDADE

Nuno Gonçalves (Vereador da Câmara Municipal da Figueira da Foz), Paula Carrito (Diretora do Agrupamento de Escolas do Paião) Paulo Jordão (Diretor Industrial da Celbi) Carlos Monteiro (Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz)

 

Agrupamentos escolares da área envolvente com as suas unidades industriais: Constância, Mortágua, Vila Velha de Rodão e Figueira da Foz 

A Altri distribuiu, nos passados dias 11 e 12 de fevereiro, 50 computadores a alunos de escolas de  agrupamentos escolares situados na envolvente geográfica das suas principais unidades industriais. 

O grupo através das suas unidades Celbi, situada na Figueira da Foz; Caima, com sede em  Constância; Bioelétrica, em Mortágua, e Celtejo em Vila Velha de Rodão, inventariou algumas das  necessidades de agrupamentos escolares do Paião (Figueira da Foz) Constância, Mortágua e Vila  Velha de Rodão ao nível de equipamentos informáticos, de forma a dar o seu contributo para a  mitigação das carências sentidas, sobretudo num momento em que as aulas decorrem em regime  remoto. 

Para António Jorge Pedrosa, que lidera a direção de Pessoas, Talento e Comunicação “a  proximidade e a preocupação com a comunidade envolvente marcam o espírito do Grupo Altri. Para  além dos habituais apoios e contribuições a entidades locais, esta é uma forma de contribuirmos para  suprir eventuais necessidades, em escolas que se situam na proximidade das nossas unidades  industriais. Naturalmente que é apenas um contributo, mas que entendemos como absolutamente necessário, num momento de carência e de urgência por equipamentos informáticos”.