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Pedro Santana Lopes confirma ser candidato à Figueira da Foz

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Depois de muitas especulações e de um movimento independente (Figueira A Primeira) ter inclusivamente avançado já com nomes para diversas juntas de freguesia do Concelho da Figueira da Foz, foi 24 anos depois do primeiro anúncio de candidatura «no mesmo dia e à mesma hora» que Pedro Santana Lopes confirmou ser efectivamente candidato às próximas eleições autárquicas, buscando assim a reeleição como presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz.

Segundo a Agência Lusa, o antigo primeiro-ministro , “que na sexta-feira mudou a residência para a Figueira da Foz, apresentou-se este domingo como candidato a esta Câmara do distrito de Coimbra, exatamente 24 anos depois de o ter feito pela primeira vez”. A tónica da campanha é colocada no vínculo que une Pedro Santana Lopes à Figueira da Foz, com o slogan «Uma ligação para a vida”.

Marisa Salvador Oliveira é a candidata à Junta de Freguesia de Ferreira-a-Nova pela lista “Pedro Machado – Figueira do Futuro”

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Professora e dirigente associativa, Marisa Salvador Oliveira aposta na conclusão do saneamento e no desenvolvimento da zona industrial.

A candidatura “Pedro Machado – Figueira do Futuro” à Câmara Municipal da Figueira da Foz apresentou a sua cabeça-de-lista à Junta de Freguesia de Ferreira-a-Nova.

A aposta recaiu em Marisa Salvador Oliveira, de 41 anos, professora do ensino secundário profissional e licenciada em Física e Química.

Natural de Lavos, Marisa Salvador Oliveira tem experiência no dirigismo associativo, tendo já integrado a direção da ACRD – Associação Cultural, Recreativa e Desportiva de Ferreira-a-Nova.

Apesar de haver muito a fazer em Ferreira-a-Nova, a candidata elege duas preocupações como prioridades quando for eleita: “o desenvolvimento da zona industrial e a conclusão do saneamento na freguesia”.

Pedro Machado, líder da candidatura “Figueira do Futuro”, reforça uma ideia que tem vindo a defender para as freguesias. “É essencial que haja uma descentralização de competências da autarquia para as freguesias, em especial as mais afastadas da sede de concelho, a qual deverá ser acompanhada pelo reforço dos meios financeiros. Há que valorizar e recuperar a importância decisiva das freguesias rurais. Nestes territórios, as freguesias são essenciais para quem nelas vive, pela proximidade e pelos serviços que oferecem – e que queremos que ofereçam ainda mais, com um reforço de competências”, considera o candidato.

Para Pedro Machado, a nível estrutural, há duas prioridades máximas para Ferreira-a-Nova. “O problema do saneamento tem de ser resolvido de uma vez por todas. Não se compreende como na segunda década do século XXI ainda haja uma parte da freguesia sem saneamento. Depois, queremos criar condições para que a freguesia capte e dinamize investimentos empresariais e industriais. Só assim será capaz de fixar e atrair residentes”, destaca Pedro Machado.

Marisa Salvador Oliveira é a sexta cabeça-de-lista às juntas de freguesia apresentado pela candidatura “Pedro Machado – Figueira do Futuro”, depois de Carlos Moço (Buarcos e São Julião), Maria Dulce Bernardes (Marinha das Ondas), Elisabete Acúrsio (Bom Sucesso), Pedro Pinto (Alqueidão) e José Elísio (Lavos).

Ricardo Batata candidato a Ferreira-a-Nova pelo movimento independente Figueira A Primeira

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O movimento independente «Figueira A Primeira» apresentou mais um candidato autárquico, desta feita à Freguesia de Ferreira-a-Nova. Ricardo Batata, Químico, atualmente a frequentar  o curso superior de Ciências Biomédicas laboratoriais, é o escolhido para assumir a liderança da lista na freguesia onde, segundo comunicado à imprensa, “o candidato tem assumido um papel bastante interventivo no sector social”.
A candidatura conta com vários apoios locais, nomeadamente, Carlos Batata e José Grou, ex autarca da referida Junta de Freguesia.

 

Município promove acções de sensibilização para a defesa da floresta (online)

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O Município da Figueira da Foz promove, dias 05 e 06 de maio, pelas 18h00, acções de sensibilização online para a defesa da floresta contra incêndios, nomeadamente para a execução das Faixas de Gestão de Combustível (limpeza de terrenos) e realização de queimas e queimadas.
As acções, sob a responsabilidade do Serviço Municipal de Proteção Civil – Gabinete Técnico Florestal (GTF), contam com a colaboração da Polícia de Segurança Pública e da Guarda Nacional República.
Os interessados deverão efetuar inscrição prévia. através do endereço de correio eletrónico do GTF (gtf@cm-figfoz.pt), até às 13h00 do dia da sessão em que pretendem participar, indicando a freguesia em que residem e o e-mail para o qual pretendem que seja remetido o convite para a sessão online.

José Elísio é o candidato à Junta de Freguesia de Lavos pela lista “Pedro Machado – Figueira do Futuro”

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O candidato quer continuar o projeto para Lavos que foi interrompido há quatro anos

José Elísio é o cabeça-de-lista à Junta de Freguesia de Lavos pela candidatura “Pedro Machado – Figueira do Futuro”.

Com longa experiência autárquica, o candidato já desempenhou diversas funções de relevo na Figueira da Foz, de que são exemplo o cargo de vereador na Câmara Municipal da Figueira da Foz em vários mandatos, coordenador da Segurança Social na Figueira da Foz, funcionário da casa do Povo de Lavos e dirigente de várias associações, entre outras funções. Foi também presidente da Junta de Freguesia de Lavos entre 2009 e 2017.

“Aceitei este convite do dr. Pedro Machado porque confrange-me ver a minha freguesia ter estagnado nos últimos quatro anos e estar a ser ultrapassada pelas freguesias que a rodeiam. Sinto-me com lucidez e capacidade política para continuar o projeto que iniciei em 2009 e que foi interrompido há quatro anos. Sei que posso contribuir para o desenvolvimento da freguesia, melhorando a qualidade de vida dos fregueses e tornando-a mais atrativa para os que vêm de fora”, disse José Elísio.

“Além disso, conheço bem o dr. Pedro Machado. Sei que reúne todas as condições, culturais, cívicas e políticas para dar um pontapé no marasmo e colocar de novo a Figueira da Foz no lugar de destaque que merece, que é ser uma referência na região e no país. O dr. Pedro Machado é um político sério e honrado, características cada vez mais raras de encontrar”, acrescenta o candidato.

Pedro Machado, líder da candidatura “Figueira do Futuro”, sublinha a experiência do antigo autarca. “O José Elísio conhece como poucos a realidade de Lavos e da Figueira da Foz e é o candidato certo para devolver a confiança aos habitantes de Lavos. É um privilégio poder contar com a sua experiência acumulada nesta candidatura”, destaca Pedro Machado.

A erosão costeira é um dos problemas da freguesia que mais preocupam a candidatura. “A erosão costeira na Costa de Lavos é uma situação verdadeiramente prioritária e que necessita de um plano de ação abrangente, que junte num esforço comum as várias entidades públicas. O Município da Figueira da Foz terá de ser um participante indispensável em todo este processo. Além disso, há muito a fazer para resolver os problemas da acessibilidade e do posicionamento de Lavos e das restantes freguesias da margem sul, de forma a troná-las atrativas para receber investimentos”, aponta Pedro Machado. Qualificar a zona empresarial, dando-lhe novas dinâmicas, é outra das vertentes em que a candidatura pretende atuar.

José Elísio é já o quinto cabeça-de-lista às juntas de freguesia apresentado pela candidatura “Pedro Machado – Figueira do Futuro”, depois de Carlos Moço (Buarcos e São Julião), Maria Dulce Bernardes (Marinha das Ondas), Elisabete Acúrsio (Bom Sucesso) e Pedro Pinto (Alqueidão).

Laborinho Lúcio e José Bernardes entre os oradores do Congresso do CFAE Beira Mar

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O Centro de Fromação de Associação de Escolas (CFAE) Beira Mar volta a realizar, online, nos dias 7 e 14 (6.ª à tarde) e 8 e 15 (sábado de manhã) de maio de 2021 o Congresso CFAE Beira Mar.

Este Congresso (ver Programa segue em anexo) conta com um conjunto de oradores de referência, entre os quais Andreas Schleicher (Director da OCDE para a Educação), Suzanne Dillon (Inspectora-chefe assistente, Departamento de Educação e Competências da Irlanda), João Costa (Secretário de Estado Adjunto e da Educação), José Vítor Pedroso (Director-Geral da Educação), Laborinho Lúcio (Professor universitário e ex-Ministro da Justiça), José Bernardes (Professor Universitário), Pedro Cunha (Fundação Calouste Gulbenkian), Rui Trindade (CCPFC), Roseli Mello (Universidade Federal de San Carlos no Brasil), Ariana Cosme (Professora Universitária e Autora), Daniela Ferreira e Louise Lima (Professoras Universitárias), José António Moreira (Professor Universitário) e muitos outros.

«É nossa intenção dotar os participantes de ferramentas para que melhor possam enfrentar o desafio que se nos coloca no dia-a-dia, de responder a uma escola inclusiva e em transição digital, o que exige que sejam encontradas respostas que assegurem a todos os alunos a aquisição de competências para a plena integração social», explica Teotónio Cavaco, director do CFAE Beira Mar. O congresso conta com a colaboração do Ministério da Educação, da Direcção-Geral da Educação, da Câmara Municipal da Figueira da Foz, da Altri-Celbi, da Porto Editora e de Sweet Hotels, “e com uma elevada participação da comunidade docente e não docente nos trabalhos, perspectivando um efectivo impacto no sucesso escolar”, refere ainda o responsável, que lembra que a esta acção de formação é acreditada pelo CCPFC (13 horas) e pela DGAE.

 

As inscrições ainda estão disponíveis em  https://forms.gle/YpiCPydicfKuBNL37.

Universidade Sénior da Figueira da Foz retoma aulas presenciais a 10 de Maio

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Face ao evoluir do estado pandémico, com o fim do estado de emergência e a melhoria dos números no concelho da Figueira da Foz, e atendendo ao facto de muitos dos alunos (maiores de 65 anos) já terem sido vacinados ou encontrarem-se em processo de vacinação (factor acrescido de confiança e segurança), decidiu a Direcção da Universidade Sénior da Figueira da Foz reiniciar, no dia 10 de Maio, as aulas presenciais leccionadas no auditório do Museu Municipal.

Também irão funcionar em regime presencial, nas instalações da Universidade, algumas das aulas de música e artes cénicas. A restante oferta formativa, que decorre em regime “online”, desde novembro de 2020, data em que as aulas presenciais foram suspensas, continuará até ao final do ano letivo, pretendendo-se, deste modo, cumprir o calendário escolar definido.

A frequência das aulas implica o cumprimento de todas as normas de segurança emanadas pela DGS.

Casino Figueira já reabriu

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VOLTANDO A APOSTAR NA SEGURANÇA, CONFIANÇA E INFORMAÇÃO

O Casino Figueira reabriu dia 1 de maio, continuando a apostar na proteção da saúde e na segurança, mantendo um vasto conjunto de medidas e precauções para garantir a segurança e a confiança dos seus colaboradores, clientes e da comunidade em geral.

Cumprindo todos os requisitos do Turismo de Portugal nas questões de exigência sanitária e de segurança, o Casino Figueira mantém a certificação “Clean&Safe”, constituindo este um passo na construção de um futuro de confiança e firmando o compromisso inabalável do Casino Figueira para com a saúde e segurança de todos.

Continuando a seguir as regras definidas pela Direção-Geral de Saúde, na orientação 014/2020 de 21/03, o Casino Figueira está, segundo a sua administração, “preparado para voltar a reabrir em segurança, com confiança e certo de que em conjunto vamos vencer”.

Após a reabertura em 1 de junho de 2020 e até ao final desse ano, a esmagadora maioria dos clientes manifestou, através do inquérito realizado a aproximadamente 1.000 clientes, a sua grande satisfação com as medidas adotadas e com o serviço prestado pelo Casino Figueira.

Assim sendo, e tal como em 2020, esta nova reabertura do Casino Figueira continuará a assentar nos mesmos 3 pilares fundamentais : Segurança, Confiança e Informação, pois o desafio continua a ser manter o foco na satisfação do cliente, indo ao encontro das suas expectativas e necessidades, evitando o alarmismo e a desconfiança. Assim, os clientes vão voltar a ser esclarecidos, de forma clara, sobre as medidas de contenção que o Casino adotou e estará permanentemente a adotar face à evolução da situação de pandemia, no melhor interesse de todos.

Elisabete Acúrsio é a candidata à Junta de Freguesia do Bom Sucesso pela lista “Pedro Machado – Figueira do Futuro”

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A candidata defende uma junta de ação e de obra, para que os fregueses “voltem a ter orgulho no Bom Sucesso”.

A candidatura “Pedro Machado – Figueira do Futuro” à Câmara Municipal da Figueira da Foz apresentou hoje a sua cabeça-de-lista à Junta de Freguesia do Bom Sucesso. A escolha recaiu em Elisabete Acúrsio, de 45 anos.

Elisabete Acúrsio é natural da freguesia do Bom Sucesso, onde sempre residiu. Nas suas palavras: “Aqui nasci, aqui aumentei a minha família, aqui fiz e continuo a fazer amigos. Sempre estive disponível para colaborar com as nossas instituições. Atualmente, sou tesoureira do Centro Social Vela Azul e da Fábrica da Igreja Paroquial do Bom Sucesso”.

A candidata começou a trabalhar quando concluiu o ensino secundário e, profissionalmente, é responsável pela área de recursos humanos e logística de uma grande empresa sediada na zona industrial da Tocha.

“Aceitei o desafio de me candidatar à Junta de Freguesia do Bom Sucesso por entender que serei capaz de fazer mais pelo Bom Sucesso e pelos seus fregueses. Considero-me uma pessoa dinâmica, interventiva, leal e convicta de que, convosco e com o Pedro Machado, o Bom Sucesso deixará rapidamente de ser uma junta que ‘reage’, para passar a ser uma junta de ação e de obra! Por isso, eu e a minha equipa contamos com todos vós para voltarmos a ter orgulho no Bom Sucesso”, sublinha Elisabete Acúrsio.

Pedro Machado, líder da candidatura “Figueira do Futuro”, anunciou alguns dos temas que a sua candidatura considera prioritários para a freguesia do Bom Sucesso.

“A Lagoa da Vela é um local ideal para dinamizar atividades de conservação da natureza e que deverão ser aproveitadas e utilizadas de forma sustentável pelo Turismo da Natureza. Mas, para isso, é urgente que haja uma intervenção alargada, que cuide da coluna de água e que não deixe morrer a lagoa assoreada. Não é suficiente fazer passadiços para as pessoas circularem: é preciso garantir a sustentabilidade do ecossistema natural e da Rede Natura 2000 onde a lagoa se insere. Precisamos de uma Junta de Freguesia forte, liderada pela Elisabete, que obrigue a que os próximos Fundos Europeus assegurem a reabilitação ambiental destes espaços. O ICNF não pode esquecer estas áreas. A Conservação da Natureza faz-se localmente e não nos gabinetes de Lisboa”, considera Pedro Machado.

Movimento que quer Santana Lopes à frente da Câmara Municipal da Figueira a Foz ataca estado do Paço de Maiorca

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Com o título «Paço de Maiorca: como isto foi possivel», o Movimento Independente “Figueira A Primeira” lançou esta quarta-feira o seu primeiro comunicado oficial, em que manifesta “a sua profunda preocupação e a vontade de resolver o imbróglio em torno do Paço de Maiorca”.

Leia o texto aqui:

 

«O Paço de Maiorca pertence ao património cultural de Portugal, é um edifício de interesse público e foi um dos exemplos de património que passou para a alçada da Câmara Municipal da Figueira da Foz no mandato de Pedro Santana Lopes entre 1998 e 2001, chegando a receber atividades culturais naquela freguesia e no interior do referido Paço, nomeadamente Concertos de Verão. Infelizmente em mandatos posteriores a gestão desta matéria culminou num rol de problemas, atrasos e insolvências que ditaram que os executivos de diferentes orientações parassem todo o investimento feito até então, levando novamente ao abandono, saque e vandalismo do edifício em questão, terminando numa confusão cuja sentença apenas no corrente mês saiu, com um prejuízo considerável para a autarquia.

5.115.444,90 de euros (cerca de 5.1 milhões portanto…) é quanto vai custar o conjunto de decisões mal tomadas e que a Câmara terá de pagar à empresa Paço de Maiorca, Promoção e Gestão de Equipamentos Hoteleiros SA, a empresa criada em 2008 para reconverter o referido Paço num hotel de charme.

É chocante perceber que um edifício cujo valor cultural, arquitetónico e histórico, com seculares painéis de azulejos, frescos e tectos trabalhados, esteja em total abandono outra vez. Este tipo de gestão é irrefletido e é este tipo de gestão que, sim, nos leva a dívida escusada e absurda.

É importante reabilitar e dar a Maiorca a possibilidade de voltar a ter orgulho no seu património para voltar também a usufruir dele, como no caso de Tavarede e do seu Paço, atualmente.

Vamos recuperar o património do Município e reverter em função dos Munícipes! Vamos recuperar a gestão municipal daquilo que perdemos e podemos potenciar para usufruto dos cidadãos!

Porque foi Santana Lopes quem desbloqueou o processo de restauro do Paço de Tavarede que se encontrava em ruína há demasiados anos, e foi com ele se iniciou o processo de reconstrução, será também Santana Lopes quem devolverá o Paço a Maiorca e o orgulho aos Figueirenses em geral e Maiorquenses em particular.»