17 C
Figueira da Foz
Segunda-feira, Julho 13, 2026
Início Site Página 254

Levantar cedo com as crianças para ver cinema

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta este domingo, 15 de Maio, pelas 11h00, no Auditório João César Monteiro, uma sessão de cinema infantil (M/6 anos) com a exibição de várias curtas-metragens, cheias de diversão para toda a família, numa parceria com a Plutão de Verão Associação.

O programa desta sessão é o seguinte: “Migrants”, de Hugo Caby/ Zoé Devise e “Latitude du Printemps”, de Chloé Bourdic/ Théophile Coursimault

 

Salomé Pita lança livro Promessa de Justiça

Salomé Pita, autora de “Amo-te – Uma Apologia ao Amor” lançado em Coimbra em 2011, apresenta esta tarde na Casa da Cultura de Coimbra a sua mais recente obra prefaciada por Alexandra Borges, jornalista de investigação que neste evento dará o seu testemunho de um percurso jornalístico em defesa da Justiça.

PROMESSA DE JUSTIÇA- Uma apologia à Equidade é um enredo que promete prender o leitor a uma história repleta de emoções onde se experiencia o odor da angústia, do ódio, bem como do mistério e da sensualidade.

Promessa de Justiça é um drama inspirado em factos reais de algumas tribos da Amazónia, onde a enigmática personagem de uma jovem indígena, após uma vida marcada pelo sofrimento causado por tradições e crenças bizarras, tudo fará pela diferença e por afeição ao seu povo, numa luta silenciosa por libertá-lo de tendências comportamentais desumanas.

O cenário deste inebriante enredo de personagens acontece na floresta amazónica, na cidade de Manaus e em Nova Orleães, onde o amor e a identidade própria se cruzam num desfecho inesperado que traduz a mais pura essência de uma humanidade a caminho da Equidade.

A escritora Salomé Pita de 47 anos nasceu em Coimbra.

Conta com o Apoio Cultural nesta 1ª edição da marca SOLUÇÕES IDEAIS galardoada como Marca 5* novamente em 2022.
Cristina Daniel marcará presença com a sua exposição de pintura inspirada no feminino e na essência humana em sintonia com a mensagem de Salomé Pita.

Atenção à greve nos comboios na segunda-feira

A CP – Comboios de Portugal anunciou que prevê “perturbações significativas” na circulação de comboios na segunda-feira, devido à greve de 24 horas dos trabalhadores ferroviários.

“Por motivo de greve preveem-se perturbações significativas a nível nacional em todos os serviços, no dia 16 de maio de 2022, com possível impacto nos dias anterior e seguinte ao período de greve”, afirmou a empresa numa informação.

A CP informou ainda que os clientes que já tenham bilhetes adquiridos para viajar em comboios dos serviços Alfa Pendular, Intercidades, Internacional, InterRegional e Regional, poderão pedir o reembolso do valor total do bilhete ou a sua revalidação.

A greve de segunda-feira foi decidida no final de abril, em plenários descentralizados de trabalhadores que se realizaram no Porto, no Entroncamento e em Lisboa e foram promovidos pelo Sindicato Nacional dos Trabalhadores do Setor Ferroviário (SNTSF), da Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans).

A greve decorre entre as 00:00 e as 24:00, mas abrange também os trabalhadores que iniciem o seu período de trabalho ainda no domingo ou que iniciem o seu período de trabalho nas últimas horas de segunda-feira e terminem já na terça-feira.

O coordenador da Fectrans, José Manuel Oliveira, disse à agência Lusa que a decisão dos trabalhadores é “um protesto contra a intransigência do Governo e da CP, o arrastamento das negociações e os salários baixos”.

“O principal motivo desta greve são os aumentos salariais, embora estejam também em causa outras matérias, como a aplicação do Acordo de Empresa da CP aos trabalhadores da antiga EMEF, para acabar com as desigualdades”, disse o sindicalista.

A Fectrans e o seu sindicato, filiados na CGTP, reivindicam um aumento mínimo de 90 euros para todos os trabalhadores da CP, a quem foi aplicada uma atualização de 0,9%, tal como foi imposto a todo o Setor Empresarial do Estado e Administração Pública.

Na resolução aprovada nos plenários, os trabalhadores exigem a continuação das negociações da revisão do Acordo de Empresa e do Regulamento de Carreiras, “que valorize os salários de modo a fazer face ao brutal aumento do custo de vida, valorize as profissões e proceda à integração dos trabalhadores da ex-EMEF sem perda de direitos e redução de remunerações”.

Para os trabalhadores, o “aumento salarial de 0,9% significa, na prática, mais um ano sem aumento dos salários, com a agravante de acontecer num ano em que o custo de vida aumenta de forma galopante”.

 

Grupo Lusiaves é pioneiro em bem-estar animal

O Grupo Lusiaves é o primeiro grupo empresarial em Portugal 100% certificado em bem-estar animal na produção de frango. É também o primeiro a obter a Certificação em Bem-estar Animal Welfair® da AENOR, em Portugal, no setor avícola. Esta certificação assegura ao consumidor que os animais detentores desta insígnia têm, em todo o seu ciclo de vida, condições de bem-estar eticamente responsáveis.

Em cerimónia que reuniu responsáveis e convidados do Grupo Lusiaves, a AENOR entregou às diversas empresas do Grupo, nomeadamente à Lusiaves e à Campoaves, os certificados relativos à Certificação em Bem-estar Animal Welfair®. Esta certificação aplica-se a toda a cadeia de valor do Grupo, incluindo a produção de frango biológico Campoaves, frango do campo Campoaves e frango Lusiaves. Isto representa seis explorações de frango biológico Campoaves, 129 de frango do campo Campoaves e 307 de frango Lusiaves, sendo algumas delas detidas pelas empresas de produção do Grupo (Campovivo, Campoaberto, Lusicresce e Lusipintos) e outras por produtores parceiros do Grupo. Todas as explorações estão abrangidas por esta certificação.

Esta certificação veio reconhecer as boas práticas já existentes no Grupo Lusiaves e consolida, assim, um conjunto de opções estratégicas que fazem parte da sua atividade. Para manter a certificação Welfair®, as unidades do Grupo Lusiaves são submetidas a auditorias anuais por parte do organismo de certificação. A melhoria contínua, o autocontrolo e a rastreabilidade são também aspetos verificados exaustivamente pela certificação.

O uso da marca de certificação Welfair® associada à rotulagem final dos produtos pressupõe que todas as organizações pertencentes à cadeia de fornecimento, desde as explorações, estejam certificadas. A Certificação em Bem-estar Animal Welfair® assegura ao consumidor que os animais detentores desta insígnia vivem, em todo o seu ciclo de vida, em condições eticamente responsáveis de bem-estar, de acordo com os protocolos estabelecidos pelos projetos europeus Welfare Quality e AWIN® (Animal Welfare Indicators).

Os projetos que estão na base desta certificação – Welfare Quality e AWIN® – desenvolveram sistemas para avaliar e controlar a qualidade do bem-estar animal em quintas, em espaços de crescimento, no transporte e nos centros de transformação (Avisabor, Campoaves e Lusiaves). Esta avaliação e controlo permite conhecer o estado de bem-estar dos animais nas instalações e efetuar melhorias contínuas em função das necessidades.

Este processo de certificação é o único no mundo que se baseia totalmente em protocolos científicos verificados, de forma independente, por um consórcio de cientistas da União Europeia.

As auditorias baseiam-se na observação direta do animal, com a avaliação de quatro princípios do bem-estar animal: boa alimentação, bom alojamento, boa saúde e comportamento apropriado.

A AENOR, uma empresa global, com atividade em 90 países, mais de 80.000 centros de trabalho certificados em todo o mundo e mais de 160 acreditações e reconhecimentos, foi o primeiro organismo de certificação em bem-estar animal e o que esteve na génese dos primeiros projetos pilotos deste esquema. Homologada pelo Institute of Agrifood Research and Technology, da Catalunha, e pelo NEIKER – Instituto Basco de Investigação e Desenvolvimento Agrário, é a principal entidade de certificação a nível ibérico, apresentando os mais elevados padrões de rigor na avaliação do bem-estar animal.

Avelino Gaspar, Presidente do Grupo Lusiaves, sublinha que a obtenção desta certificação “é o reconhecimento de que caminhámos, nos últimos anos, na direção certa ao colocar o bem-estar animal no centro das nossas preocupações,”. Por outro lado, é também “resultado de um amplo e intenso trabalho dos colaboradores desta organização e de grandes investimentos em equipamentos”. Refere que “melhorámos muitos procedimentos, aumentámos as equipas,

intensificámos a formação dos colaboradores”. Avelino Gaspar realça ainda que o facto de ao Grupo Lusiaves terem sido entregues de uma só vez nove certificados para diferentes empresas é revelador da “nossa capacidade e da qualidade do nosso trabalho e mostra que, com esta dimensão, somos pioneiros a apresentar condições únicas de bem-estar animal, numa extensa cadeia de valor”.

O Grupo Lusiaves encontra-se entre os maiores grupos empresariais portugueses e é considerado, nacional e internacionalmente, uma referência no setor avícola e agroalimentar. Integrando mais de 30 empresas, assumiu uma estratégia de verticalidade do negócio, que o faz atuar em diversas áreas de atividade. Em permanente antecipação das tendências e das necessidades do consumidor, o Grupo Lusiaves sempre esteve focado na inovação tecnológica, de forma a garantir elevados padrões de qualidade, sustentabilidade e responsabilidade ecológica. Algumas das suas marcas, tais como a Lusiaves e a Campoaves, são líderes de mercado.

Festa da Sardinha volta em Junho ao Coliseu

A 33.ª Festa da Sardinha da Malta do Viso irá realizar-se nos dias 9, 10 e 11 de Junho no Coliseu Figueirense.

A sardinhada irá decorrer entre as 19h00 e as 23h00, ao preço de 6 euros, com 7 sardinhas assadas, broa, caldo verde e uma bebida (vinho, cerveja, sangria ou água). Á sobremesa e o café não estão incluídos no preço da entrada.

A animação musical no espaço do Coliseu Figueirense estará a cargo do Duo SanPedro.

Os bilhetes estarão à venda a partir do dia 1 de Junho nos seguintes locais: Coliseu Figueirense – Posto de Turismo – Casa das Chaves, Rua da República, e Loja Sol Engarrafado, Rua Bernardo Lopes.

 

Dia 18 preenchido no Museu Santos Rocha e Núcleo Museológico do Sal

O Município da Figueira da Foz assinala o Dia Internacional dos Museus, que se comemora a 18 de maio e que este ano tem como mote «O Poder dos Museus», com iniciativas gratuitas em alguns dos seus espaços museológicos.

No Museu Municipal Santos Rocha, das 10h00 às 12h00, alunos do Agrupamento Figueira Mar, de diferentes nacionalidades, vão, a partir da exposição «Máscaras da Ásia- Artes Performativas do Museu do Oriente», dar a conhecer a alunos do 1.º CEB vários aspetos da cultura dos seus países. A iniciativa está sujeita a inscrição prévia: servico.educativo@cm-figfoz.pt

À tarde, pelas 16h00, decorre, no Auditório Municipal, a segunda sessão do Ciclo de Cinema «Máscaras», comissariado por Jorge Seabra, professor de Estudos Fílmicos. Para esta sessão, a escolha recaiu em «Dança das Máscaras» de Sara Gouveia, um documentário performativo, cujo protagonista é Atanásio Nyusi, moçambicano, descendente da etnia maconde, bailarino Mapiko.

A realizadora leva-nos a “perceber como é que esta dança foi instrumento de afirmação anticolonial. A dança transforma-se num processo para aceder ao passado, ao período da guerra colonial, e, simultaneamente, com a narrativa de Atanásio Nyusi, percebemos também como, na contemporaneidade, a dança Mapiko é uma forma de identidade e evocação da memória coletiva.” A entrada é livre.

No Núcleo Museológico do Sal realiza-se, às 10h30 e às 14h30, uma Oficina de Rodilhas dinamizada por Aida Antunes e Gilda Saraiva.

A atividade é dirigida à comunidade escolar e ao público em geral e carece de inscrição prévia: nuceo.sal@cm-figfoz.pt

O objetivo desta oficina é transmitir, ensinar e perpetuar uma das muitas tradições ligadas ao Salgado da Figueira da Foz. As rodilhas eram usadas pelas mulheres / salineiras como suporte para os cestos de sal, que transportavam à cabeça, da salina para o armazém do sal.

 

“Paranormal”, de Miguel Falabella, com Joaquim Monchique sábado no CAE

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz apresenta, este sábado, 14 de maio, pelas 21h30, no Grande Auditório, o espetáculo “Paranormal”, de Miguel Falabella, com Joaquim Monchique.

O monólogo mais visto da história do teatro português – com 200 apresentações e 100 mil espetadores – está de regresso numa nova versão. Em “Paranormal”, Joaquim Monchique convida-o a fazer parte de uma sessão espírita coletiva, onde encarna 16 personagens diferentes naquele que é dos maiores êxitos da comédia em Portugal dos últimos anos.

O Professor Adamastor, vulto maior da paranormalidade, também conhecido como Satélite do Além, tem o dom de absorver a energia dos que o rodeiam e encarnar pessoas há muito desaparecidas das suas vidas. Devido a um intenso fluxo energético, e por vias de uma explosão cósmica, perde o controlo das ligações e as personagens começam a sobrepor-se em catadupa ao tentarem entrar em contacto umas com as outras. O resultado é uma hilariante viagem sobrenatural onde Joaquim Monchique se destaca num “one man show” delirante e repleto de ação.

Autor: Miguel Falabella | Encenação: António Pires | Cenografia: Joaquim Monchique e Rui Filipe Lopes | Música: Hugo Franco | Desenho de Luz: Luís Duarte | Com: Joaquim Monchique

O preço dos bilhetes é de 10,00 € por pessoa e estão à venda na bilheteira do CAE e na Ticketline.

 

Figueira da Foz com Fonte Luminosa de roxo

No Dia Mundial da Fibromialgia, 12 de maio, a Câmara Municipal da Figueira da Foz associou-se à iniciativa promovida pela APJOF- Associação Portuguesa de Fibromialgia.

Para assinalar esta data a Fonte Luminosa esteve durante a noite iluminada de roxo, como forma de sensibilização para esta doença reumática crónica.

Imagem: CMFF

 

 

Edifício da Biblioteca, Museu e Auditório Municipais em processo de classificação

O Município da Figueira da Foz anunciou que aprovou, por unanimidade, na reunião de Câmara do dia 11 de maio, a proposta de classificação patrimonial do edifício que acolhe o Museu, a Biblioteca e o Auditório Municipais, como Monumento de Interesse Municipal.

A proposta vai, entretanto, ser submetida a parecer da Direção Regional de Cultura do Centro, que se irá pronunciar sobre a categoria de classificação a atribuir.

A proposta de classificação é fundamentada pela conceção arquitetónica, estética, urbanística e paisagística do imóvel, pelo contexto histórico e cultural da sua existência, bem como pelos fins a que se destina e às figuras que a ele estão associadas, e que tornam o contexto geral e a história particular do edifício um valor acrescentado no património cultural da cidade e da região, concorrendo para uma imagem distinta no desenho da cidade, e justificando a sua preservação, salvaguarda e valorização.

O Museu e a Biblioteca Municipais são instituições culturais centenárias que partilharam, em fases distintas da sua existência, o mesmo espaço físico – a Casa do Paço. Em 1975, o Museu e a Biblioteca foram instalados num moderno edifício, cujo projeto é da autoria do arquiteto figueirense José Isaías Cardoso, introdutor da arquitetura moderna na Figueira da Foz e foi construído de raiz para os acolher, entre 1963-1974, e onde recuperaram, definitivamente, uma privilegiada simbiose cultural.

O edifício foi idealizado na década de 1960 como um moderno Centro Cultural para uma cidade em crescimento, integrado num plano urbanístico mais abrangente que projetou a cidade para norte, através do Vale das Abadias.

Localizado no topo de uma encosta do Vale das Abadias, a rematar uma via que oportunamente receberia a designação de Rua Calouste Gulbenkian, em homenagem ao grande benemérito Calouste Sarkis Gulbenkian, cuja Fundação contribuiu substancialmente para a construção deste equipamento cultural figueirense, o edifício encontra-se harmoniosamente integrado no parque verde envolvente, podendo ser considerado como a “Gulbenkian da Figueira da Foz”, na respetiva escala das duas cidades.