17 C
Figueira da Foz
Segunda-feira, Julho 13, 2026
Início Site Página 255

Oficina de Rodilhas no Núcleo Museológico do Sal

Assinalando o Dia Internacional dos Museus – 18 de maio – o Núcleo Museológico do Sal dinamiza às 10h00 e às 14h30, sessões de trabalho subordinadas ao tema «Oficina de Rodilhas».

Sabe que as rodilhas desempenham um importante papel no transporte do sal, à cabeça, pela salineira? Eram elas que serviam de suporte às cestas onde o sal era transportado.

As sessões são gratuitas, dirigidas para o público em geral, mas sujeitas a inscrição prévia: nucleo.sal@cm-figfoz.pt.

 

Boldie & Cloide e Avô Cantigas nas Tardes no Coreto

Este sábado, dia 14, e no domingo, dia 15, realizam-se as “Tardes no Coreto” do Jardim Municipal da Figueira da Foz.

Dois espetáculos para públicos distintos:

dia 14 – Boldie & Cloide convidam-nos a participar numa viagem musical aos loucos anos 20;

dia 15 – o Avô Cantigas faz as delícias de miúdos e graúdo”.

 

Surf, Equitação, Dança e Orientação no Somos Desporto para Todos

Nesta 3.ª edição, o Programa Municipal de Desporto para Todos da Figueira da Foz apresenta aos munícipes e visitantes uma oferta variada de atividades de caráter desportivo, ao alcance de todos e todas, com enfoque especial para as crianças e para o público com necessidades especiais, incluindo Surf, Equitação, Dança e Orientação.

A partir do dia 15 de maio e até ao dia 30 de setembro, está disponível um conjunto de 28 modalidades desportivas, distribuídas por 236 sessões, entre o Estrado da Praia, Jardim Dr. Fernando Traqueia, Praia da Cova, Marina de Recreio, Praça Dr. João Ataíde, Parque Urbano de Lares e tantos outros espaços abertos à comunidade residente e visitante.

O PMDT dirige-se a todos os munícipes interessados em aumentar o seu bem-estar e qualidade de vida, através da prática regular de exercício orientado por técnicos habilitados.

Este Programa assenta a sua base de funcionamento no estabelecimento de parcerias com 15 entidades públicas e privadas, que têm como objeto a promoção do exercício físico.

A participação nas atividades está sujeita a inscrição prévia junto de cada parceiro, tendo como finalidade a cobertura de acidentes pessoais.

O programa pode ser consultado e as inscrrições efectuadas em https://www.cm-figfoz.pt/pages/1012?event_id=378

 

Pintura da coleção do Museu Municipal da Figueira da Foz integra exposição no Museu de Aveiro

A pintura «Morte da Princesa Joana», um óleo sobre tela de 1943, da autoria de Eugénia Coelho, da coleção do Museu Municipal Santos Rocha (MMSR), vai integrar, por empréstimo, a exposição temporária «Santa Joana, 550 anos em Aveiro», que irá estar patente no Museu de Aveiro – Santa Joana, de 12 de maio a 28 de agosto de 2022, e a qual pretende “explorar e fazer o ponto de situação do conhecimento sobre as diversas vertentes” da presença de Santa Joana em Aveiro e “do culto que lhe é prestado, tanto nacional como internacionalmente, onde se inclui também a espiritualidade da Ordem Dominicana.”

A «Morte da Princesa Joana», constituiu a tese final do Curso de Belas Artes da artista e foi apresentada, em 1943, numa das dependências da Escola Nacional de Belas Artes. Foi incorporada na coleção do MMSR em 1955.

A descrição minuciosa deste trabalho, indicando a presença de todos os elementos simbólicos encontra-se indicada no documento “Memória descritiva do quadro”: “Na sua cela do Convento de Jesus em Aveiro, sobre uma cama estreita e dura (segundo o costume monástico), Santa Joana agoniza, rodeada por algumas religiosas da Ordem Dominicana. Junto da cama está armado um altar. Dois padres dominicanos, os confessores da princesa, rezam a seu pedido o “Ofício da Agonia”. Um dos sacerdotes lê as orações e o outro acompanha-o com um livro na mão. Junto à cabeceira da cama, à direita, uma religiosa ajoelhada, sustentando na mão pálida e transparente da moribunda um cúrio bento; a mão esquerda da Princesa aperta ao peito um crucifixo. Do lado esquerdo da cama, outra religiosa de pé ocupa-se a acomodar serenamente o travesseiro onde repousa a iluminada cabeça da Santa Princesa “Aos pés da cama duas dominicanas ajoelhadas rezam, chorando, uma curvada sobre o leito, a outra erguendo os olhos para o céu…”

BIO: Eugénia Coelho (1905-1975)

Eugénia da Silva Colares Duarte Coelho nasceu em Lisboa a 3 de janeiro de 1905. Pintora, desenhadora e ceramista, frequentou vários cursos particulares. Curso Superior de Pintura da Escola de Belas Artes de Lisboa. Foi discípula de Alves Cardoso, Varela Aldemira, Frederico Aires e José Campas.

Foi professora na Escola de Artes Decorativas António Arroio, em Lisboa. Foram suas alunas, entre outras, as artistas Ana Maria de Almeida Eusébio e Luísa Remus.

Expôs individualmente pela primeira vez em Lisboa (1933). Seguem-se outras exposições no Salão do Jornal «O Século», Lisboa (1934) e no Estúdio do Secretariado Nacional de Informação, Lisboa (1947).

Concorreu às exposições da Sociedade Nacional de Belas Artes (1929, 1931,1934, 1935 e 1955); Certame Mulheres Portuguesas/Salas de «O Século», Lisboa (1930); Exposição «Mulheres Portuguesas», Lisboa (1930); Grande Exposição dos Artistas Portugueses, Porto (1935); Exposição Motivos de Lisboa, Lisboa (1935); 1.ª Exposição de Arte Retrospectiva (1880-1933), Lisboa (1937); Exposição de Arte da Casa da Imprensa, Lisboa (1942); IV Exposição “A Imagem da Flor” – Câmara Municipal de Lisboa (1947); I Salão Provincial da Junta de Turismo da Beira Alta, Viseu (1947).

Teve ateliê na Rua D. Estefânia, em Lisboa.

Faleceu nesta cidade a 14 de maio de 1975.

Encontra-se representada no Museu José Malhoa (Caldas da Rainha); Museu Municipal Dr. Santos Rocha (Figueira da Foz).

PRÉMIOS:

1935 – Menção Honrosa – XXXII Exposição/Sociedade Nacional de Belas Artes;

1941 – Prémio Ferreira Chaves – Academia Nacional de Belas Artes, Lisboa;

1947 – Menção Honrosa – IV Exposição A Imagem da Flor /Câmara M. Lisboa

 

Exposição do Prémio Mário Silva para ver no CAE

O Centro de Artes e Espectáculos da Figueira da Foz informa, que estará patente, de 7 a 28 de maio, na Sala Zé Penicheiro, a exposição da edição dos 10 anos do Prémio Mário Silva, da AAAGP – Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa.

Foi em 2012 que a AAAGP – Associação da Amizade e das Artes Galego Portuguesa implementou o Prémio Mário Silva, em homenagem a este grande artista plástico figueirense. Desde então este prémio tem sido um sucesso, tendo lugar na Sala Zé Penicheiro do CAE, durante o mês de maio, com o apoio da Câmara Municipal da Figueira da Foz.

Nesta edição dos 10 anos de Prémio Mário Silva, estarão patentes obras de três artistas premiados no último certame: Ângela Belindro, de Lisboa; Jaime Azedo, de Portalegre; e Maria Guia Pimpão, de Coimbra.

A entrada é livre.

Horário de visita:

Segunda a quinta-feira: 09h00 às 23h00

Sextas-feiras: 09h00 às 24h00

Sábados e feriados: 10h00 às 24h00

Domingos: 10h00 às 19h00

 

Noite Europeia dos Museus a 14 de maio

O Museu Municipal Santos Rocha abre portas na noite do próximo dia 14 de maio, a partir das 21h00, para comemorar a Noite Europeia dos Museus.

Numa parceria com o Conservatório de Música David de Sousa, irá realizar-se às 21h30 e às 22h30, a visita orientada «Das Trevas à Luz», a qual conjuga momentos musicais, dança, canto e recitação de poesia.

A iniciativa, que integra a programação «Maio é Museu!», é gratuita e está sujeita a um máximo de 40 pessoas /visita.

 

 

Obras de requalificação do Mosteiro de Seiça vão parar dois meses

As obras de requalificação do Mosteiro de Seiça, no concelho da Figueira da Foz, orçadas em 2,7 milhões de euros, vão parar dois meses devido a indefinições do projecto, lamentou o presidente da Câmara Municipal.

Segundo Pedro Santana Lopes, que falava esta quarta-feira na reunião da Edilidade, as indefinições do projecto estão relacionadas com os trabalhos da equipa de arqueologia, que pretende dedicar uma parte do espaço daquele monumento nacional ao processo de descasque do arroz.

“O empreiteiro veio comunicar-nos que não tem mais obra para fazer e pediu uma paragem de dois meses”, disse o autarca, que teme eventuais atrasos na empreitada de requalificação, que tem de estar concluída até Dezembro de 2023.

Considerando “inconcebível a história” do arroz, o presidente da Câmara da Figueira da Foz apontou o dedo à Direcção Regional de Cultura do Centro, com quem vai reunir dentro de duas semanas, e revelou que as questões em cima da mesa se prendem com “a construção de um elevador e onde, e se vai existir uma cafetaria ou não”.

“Para mim, não me preocupa o elevador nem a cafetaria, preocupa-me o que lá está com valor histórico”, salientou Santana Lopes, incomodado com o facto de em Portugal “ser sempre assim – anda tudo a dormir, mas quando começa a obra acorda tudo”.

O autarca mostrou-se incomodado com esta situação de indefinição e com o facto de o prazo da empreitada derrapar e o Município perder o financiamento comunitário.

“Não devíamos estar a parar uma obra do que resta de um Mosteiro que está em perigo por causa de uma polémica ao lado, absolutamente sem sentido”, sublinhou.

As obras de requalificação do Mosteiro de Seiça foram consignadas em Dezembro de 2021 por 2,7 milhões de euros, comparticipados em 85% pelo programa Portugal 2020 e um prazo de execução até Dezembro de 2023.

Em tempos, o Mosteiro de Seiça, localizado num vale da freguesia de Paião, no sul do concelho da Figueira da Foz, junto à linha ferroviária do Oeste e ribeira de Seiça, serviu como instalação para o descasque de arroz.

“O Mosteiro já está reduzido a uma parte e ir agora, com a história que tem, fazer a memória de uma actividade que não era compatível com aquela realidade de monumento nacional não faz sentido nenhum”, tinha desabafado, já em Abril, Santana Lopes.

O Mosteiro teve origem na fundação da nacionalidade, embora o conjunto edificado actual seja dos séculos XVI e XVIII.

Com a extinção das ordens religiosas no século XIX, o Mosteiro de Seiça foi vendido a privados. No início do século XX até 1976 foi ali instalada uma fábrica de descasque de arroz.

“Se vamos começar a pôr ali memórias de todas as actividades que houve ali ao longo destas décadas, Santa Maria”, enfatizou Santana Lopes, acrescentando que a actual situação “coloca em causa a realidade do Mosteiro e a sua explicação e interpretação no futuro”.

O Mosteiro de Seiça foi adquirido pelo actual presidente da autarquia na sua primeira passagem pela presidência da Câmara da Figueira da Foz (1997-2001), cuja intervenção é classificada de difícil devido ao actual estado de ruína.

 

 

Figueira da Foz prepara intervenções de 3,2 milhões nas unidades de saúde

O Município da Figueira da Foz prepara um conjunto de intervenções nas unidades de saúde concelhias, cujo investimento de 3,2 milhões de euros será candidatado ao Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).

No final da sessão de Câmara desta quarta-feira, a vereadora Olga Brás anunciou intervenções nos Centros de Saúde de São Julião, Buarcos, São Pedro, Vila Verde e Maiorca.

A autarca, eleita pelo movimento Figueira a Primeira (FAP), adiantou que as unidades mais prioritárias são as de São Julião, orçada em 1,2 milhões de euros, e a de Buarcos, que representa um investimento de 350 mil euros.

Em Maiorca está previsto a construção de um novo edifício, mas a situação ainda vai ser analisada, na medida em que apenas meio milhar das mais de 2.400 pessoas da freguesia está inscrito naquela unidade de saúde.

Logo no início do mandato, o presidente da Câmara, Pedro Santana Lopes, mostrou-se chocado com a situação dos Centros de Saúde do concelho, nomeadamente o de Buarcos, que apresentava cinco casas de banho sem funcionar devido a problemas de esgotos, autoclaves inoperacionais e esterilização de roupas efectuada com água fria.

Na sessão de Câmara, Santana Lopes anunciou o início das demolições de edifícios devolutos na cidade, pelos proprietários, após notificação municipal, que representavam perigo para a segurança, saúde e salubridade da população.

“Fico muito contente porque é assim que tem de funcionar a cidade. Quando há ruína tem de se resolver – ou tem uma razão para ser protegida ou tem de ir abaixo”.

 

PSP da Figueira da Foz deteve casal pela prática de roubo por esticão

Polícias afectos à Esquadra de Investigação Criminal da Divisão da PSP da Figueira da Foz detiveram um homem e uma mulher, de 48 e 35 anos, respectivamente, pela prática do crime de roubo, através do método de esticão.

A detenção ocorreu terça-feira, cerca das 13h50, após a PSP ter recebido uma denúncia por parte da vítima, uma senhora de 43 anos, que disse que momentos antes um homem e uma mulher lhe tinham furtado uma carteira, que continha documentos pessoais, uma certa quantia monetária e um telemóvel, colocando-se os dois em fuga num automóvel.

“Na posse das características dos indivíduos e da viatura com que se faziam transportar, foi montado um dispositivo policial que culminou com a intercepção dos suspeitos na zona de Brenha, momentos depois”, refere a PSP.

No decorrer das diligências, a Polícia apurou que a viatura tinha sido roubada sob ameaça de seringa e através do sequestro da proprietária, no dia 8 deste mês, no Porto, momento em que também foi roubado um telemóvel.

A PSP acrescenta que a detida tinha na sua posse três doses individuais de heroína e que todos os bens roubados, incluindo o telemóvel da proprietária da viatura, foram devolvidos aos respectivos donos.

As detenções foram comunicadas à Autoridade Judicial competente e o casal ficou a aguardar o primeiro interrogatório judicial.

 

“DaFigueira P’ra Levar” é um concurso de inovação gastronómica

Chama-se “DaFigueira P’ra Levar” e é a primeira edição do Concurso de Inovação da Gastronomia Tradicional da Figueira da Foz, que visa chamar a atenção para o potencial gastronómico deste concelho, tendo por base a inovação, procurando estimular a utilização dos produtos endógenos do nosso território como elemento fundamental do produto gastronómico, e vai decorrer entre maio e junho de 2022, sendo aberto a toda a comunidade.

Esta é uma iniciativa organizada e dinamizada pela Microninho ISI, realizada com apoio da Câmara Municipal da Figueira da Foz, que pretende dinamizar o empreendedorismo na área da cozinha e restauração no concelho, com base na recriação da gastronomia concelhia tradicional e/ou na criação de novas receitas, privilegiando a utilização de produtos endógenos da região.

Este concurso, “DaFigueira P’ra Levar”, destina-se a todos aqueles que amam a cozinha e a pastelaria, com o intuito de desenvolver um produto gastronómico (doce ou salgado) que represente a cidade da Figueira da Foz, privilegiando a utilização dos nossos produtos endógenos, e que apresente potencial comercial para a região, assumindo-se como um novo produto identitário, e que possa servir vários fins, nomeadamente, a promoção da gastronomia em associação com o turismo, área central de desenvolvimento no concelho da Figueira da Foz.

O concurso “DaFigueira P’ra Levar”, decorrerá entre maio e junho de 2022, tendo a sua final prevista para o dia 02 de julho num evento público, e tem como principais objetivos promover a gastronomia do concelho como património cultural e a valorização dos produtos endógenos do concelho, bem como fortalecer a gama de produtos gastronómicos do concelho, que possam ser representativos e identitários da cidade, potenciando as qualidades e diversidade da oferta gastronómica concelhia.

Regulamento em https://www.microninhoisi.pt/concurso-de-inovacao-gastronomica-da-figueira-pra-levar/

O projeto Microninho ISI

A Incubadora Microninho ISI, é um projeto é um projeto de inovação e empreendedorismo social, promovido pela Incubadora do Mar & Indústria, pela Associação de Desenvolvimento Social e Cultural dos Cinco Lugares e pela Associação das Colectividades do Concelho da Figueira da Foz, contando com cofinanciamento do programa parcerias para o Impacto, e pelo Município da Figueira da Foz na qualidade de investidor social.

A Incubadora Social e de Inovação destina-se a promover o desenvolvimento local sustentável, através do microempreendedorismo inclusivo e empregabilidade e da inovação social, trabalhando com pessoas em situação de desemprego ou trabalhos precários e respetivos agregados. Opera no concelho da Figueira da Foz.