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Segunda-feira, Maio 25, 2026
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Elisabete Acúrsio é a candidata à Junta de Freguesia do Bom Sucesso pela lista “Pedro Machado – Figueira do Futuro”

A candidata defende uma junta de ação e de obra, para que os fregueses “voltem a ter orgulho no Bom Sucesso”.

A candidatura “Pedro Machado – Figueira do Futuro” à Câmara Municipal da Figueira da Foz apresentou hoje a sua cabeça-de-lista à Junta de Freguesia do Bom Sucesso. A escolha recaiu em Elisabete Acúrsio, de 45 anos.

Elisabete Acúrsio é natural da freguesia do Bom Sucesso, onde sempre residiu. Nas suas palavras: “Aqui nasci, aqui aumentei a minha família, aqui fiz e continuo a fazer amigos. Sempre estive disponível para colaborar com as nossas instituições. Atualmente, sou tesoureira do Centro Social Vela Azul e da Fábrica da Igreja Paroquial do Bom Sucesso”.

A candidata começou a trabalhar quando concluiu o ensino secundário e, profissionalmente, é responsável pela área de recursos humanos e logística de uma grande empresa sediada na zona industrial da Tocha.

“Aceitei o desafio de me candidatar à Junta de Freguesia do Bom Sucesso por entender que serei capaz de fazer mais pelo Bom Sucesso e pelos seus fregueses. Considero-me uma pessoa dinâmica, interventiva, leal e convicta de que, convosco e com o Pedro Machado, o Bom Sucesso deixará rapidamente de ser uma junta que ‘reage’, para passar a ser uma junta de ação e de obra! Por isso, eu e a minha equipa contamos com todos vós para voltarmos a ter orgulho no Bom Sucesso”, sublinha Elisabete Acúrsio.

Pedro Machado, líder da candidatura “Figueira do Futuro”, anunciou alguns dos temas que a sua candidatura considera prioritários para a freguesia do Bom Sucesso.

“A Lagoa da Vela é um local ideal para dinamizar atividades de conservação da natureza e que deverão ser aproveitadas e utilizadas de forma sustentável pelo Turismo da Natureza. Mas, para isso, é urgente que haja uma intervenção alargada, que cuide da coluna de água e que não deixe morrer a lagoa assoreada. Não é suficiente fazer passadiços para as pessoas circularem: é preciso garantir a sustentabilidade do ecossistema natural e da Rede Natura 2000 onde a lagoa se insere. Precisamos de uma Junta de Freguesia forte, liderada pela Elisabete, que obrigue a que os próximos Fundos Europeus assegurem a reabilitação ambiental destes espaços. O ICNF não pode esquecer estas áreas. A Conservação da Natureza faz-se localmente e não nos gabinetes de Lisboa”, considera Pedro Machado.

Movimento que quer Santana Lopes à frente da Câmara Municipal da Figueira a Foz ataca estado do Paço de Maiorca

Com o título «Paço de Maiorca: como isto foi possivel», o Movimento Independente “Figueira A Primeira” lançou esta quarta-feira o seu primeiro comunicado oficial, em que manifesta “a sua profunda preocupação e a vontade de resolver o imbróglio em torno do Paço de Maiorca”.

Leia o texto aqui:

 

«O Paço de Maiorca pertence ao património cultural de Portugal, é um edifício de interesse público e foi um dos exemplos de património que passou para a alçada da Câmara Municipal da Figueira da Foz no mandato de Pedro Santana Lopes entre 1998 e 2001, chegando a receber atividades culturais naquela freguesia e no interior do referido Paço, nomeadamente Concertos de Verão. Infelizmente em mandatos posteriores a gestão desta matéria culminou num rol de problemas, atrasos e insolvências que ditaram que os executivos de diferentes orientações parassem todo o investimento feito até então, levando novamente ao abandono, saque e vandalismo do edifício em questão, terminando numa confusão cuja sentença apenas no corrente mês saiu, com um prejuízo considerável para a autarquia.

5.115.444,90 de euros (cerca de 5.1 milhões portanto…) é quanto vai custar o conjunto de decisões mal tomadas e que a Câmara terá de pagar à empresa Paço de Maiorca, Promoção e Gestão de Equipamentos Hoteleiros SA, a empresa criada em 2008 para reconverter o referido Paço num hotel de charme.

É chocante perceber que um edifício cujo valor cultural, arquitetónico e histórico, com seculares painéis de azulejos, frescos e tectos trabalhados, esteja em total abandono outra vez. Este tipo de gestão é irrefletido e é este tipo de gestão que, sim, nos leva a dívida escusada e absurda.

É importante reabilitar e dar a Maiorca a possibilidade de voltar a ter orgulho no seu património para voltar também a usufruir dele, como no caso de Tavarede e do seu Paço, atualmente.

Vamos recuperar o património do Município e reverter em função dos Munícipes! Vamos recuperar a gestão municipal daquilo que perdemos e podemos potenciar para usufruto dos cidadãos!

Porque foi Santana Lopes quem desbloqueou o processo de restauro do Paço de Tavarede que se encontrava em ruína há demasiados anos, e foi com ele se iniciou o processo de reconstrução, será também Santana Lopes quem devolverá o Paço a Maiorca e o orgulho aos Figueirenses em geral e Maiorquenses em particular.»

Professora Maria Dulce Bernardes é a candidata do PSD à Junta de Freguesia de Marinha das Ondas

A candidatura do PSD à Câmara Municipal da Figueira da Foz, “Pedro Machado – Figueira do Futuro”, apresentou hoje a sua cabeça-de-lista à Junta de Freguesia de Marinha das Ondas.

A professora Maria Dulce Bernardes foi a personalidade escolhida pela candidatura. Nascida na Marinha das Ondas em 1955, Maria Dulce Bernardes é duplamente licenciada, em Estudos Portugueses e em Direito, e é Professora de Português aposentada.

Atualmente é voluntária na Universidade Sénior da Figueira da Foz, como professora de Literatura, e também presta voluntariado no projeto “A Língua como forma de integração”. Este é um projeto que começou há 4 anos e que se destina aos cerca de 500 imigrantes asiáticos que vivem e trabalham na Marinha das Ondas. Depois de ter sido interrompido por causa da pandemia, o projeto será retomado logo que estejam reunidas as condições.

A professora Maria Dulce Bernardes tem-se destacado igualmente pela sua participação em debates relacionados com a inclusão social no concelho da Figueira da Foz.

Na apresentação, Pedro Machado, líder da candidatura “Figueira do Futuro”, defendeu o processo de “descentralização de competências da autarquia para as freguesias, em especial as mais rurais”, a qual “deverá ser acompanhada pelo reforço dos meios financeiros”.

No caso particular da Marinha das Ondas, Pedro Machado considerou da “maior urgência enfrentar de forma decisiva o grave problema da erosão costeira na Praia da Leirosa, que tem de merecer a atenção prioritária das entidades publicas”. “O Município da Figueira da Foz necessita de ser um interveniente ativo e permanente neste processo, de forma a garantir a sua realização”, sublinhou.

 

Grande incêndio à entrada da cidade só registou danos materiais

Passavam poucos minutos das 23h00 desta terça-feira, 27 de Abril de 2021, quando foi dado o alerta para um incêndio num armazém ocupado por duas oficinas na Rua de Coimbra, que alastraria depois a um edifício nas traseiras deste armazém, na Rua Arnaldo Sobral, com um stand de motociclos no piso térreo e um armazém de peças para motos no piso superior. As chamas de grandes dimensões foram combatidas por mais de uma centena de elementos de bombeiros Sapadores e Voluntários da Figueira da Foz e das corporações de Soure, Cantanhede, Pombal e Montemor-o-Velho, com o apoio de cerca de três dezenas de viaturas, obrigando ao encerramento ao trânsito de algumas vias à entrada da cidade. O incêndio foi dado como controlado pouco depois da uma da manhã, estando a Polícia Judiciária a investigar as causas do incêndio.

Apesar dos danos materiais, designadamente em automóveis que se encontravam nas oficinas, não houve feridos a registar nem foi necessário proceder a qualquer evacuação nos edifícios próximos, tendo ainda sido retirados com sucesso diversos motociclos que se encontravam no stand afectado.

Ginásio inicia época com cinco títulos regionais

Realizou-se ontem, dia 24 de Abril, na Figueira da Foz, o Campeonato Regional de Fundo, organizado pela Associação de Remo da Beira Litoral.
Nesta que foi a primeira competição da época 2020-21, os atletas do Ginásio conseguiram 5 títulos regionais, 2 segundos lugares e 2 terceiros lugares.
Os destaques vão para as vitórias das equipas de veteranos (4xF, 4xM e 8+M), a equipa feminina mista de 4x Júnior e para o 1x Juvenil de Diogo Gonçalves.
Resultados totais:
1º lugar 4xVet F – Teresa Santos, Fernanda Vasco, Licinia Ferreira, Patricia Carvalheiro
1º lugar 4xVet M – João Ferreira, Mark Alloway, Mário Santos, Hélio Paulino
1º lugar 8+Vet M – Carlos Ferreira, José Pedro Tomé, José Tomé, Carlos Faustino, José Martins, João Tomé, Artur Silva, José Ferreira, Rute Costa (tim)
1º lugar 1xJuv M – Diogo Gonçalves
1º lugar 4xJun F – Filipa Martins, Matilde Pereira, Carolina Silva (Praia de Mira), Matilde Carlos
2º lugar 4xJuv M – Ruben Figueiredo, Rafael Martins, Dinis Caeiro, Tiago Monteiro
2º lugar 2xSen M – Rogério Sousa, Gonçalo Oliveira
3º lugar 2xJuv M – João Castela, Leonardo Pagaimo
3º lugar 4xJun M – Guilherme Pereira, Francisco Simões, David Domingues, Nuno Simões

Naval Remo conquista 13 pódios no Campeonato Regional de Fundo de Remo na Figueira da Foz

Debaixo de alguns aguaceiros e sob a ameaça de trovoada, realizou-se, no passado dia 24 de abril, o Campeonato Regional de Fundo na Figueira da Foz, num evento que reuniu mais de 100 atletas, que percorreram 4.000 metros ou 6.000 metros, consoante se tratasse dos escalões de juvenil e veterano ou júnior e sénior, respetivamente.

Esta prova de âmbito Regional, que foi organizada pela Associação de Remo da Beira Litoral com o apoio da Associação Desportiva Naval Remo e do Ginásio Clube Figueirense, contou com a presença dos presidentes da Assembleia e Câmara municipais, José Duarte Pereira e Carlos Monteiro, respectivamente, bem como da vereadora do Desporto, Mafalda Azenha, e do Capitão do Porto da Figueira da Foz, Cdte Severino Lourenço, que assim se associaram a mais um evento desportivo de Remo que, apesar da pandemia, e cumprindo todas as indicações das Autoridades de Saúde, trouxe um colorido impar à Cidade.

Com mais um excelente desempenho, destacam-se os 13 Pódios obtidos, tendo os atletas da Naval Remo obtiveram os seguintes resultados:

  • Skiff Juvenil Feminino – 1º Lugar para Madalena Peça – Campeã Regional
  • Skiff Juvenil Masculino – 2º Lugar para Pedro Rodrigues – Vice-Campeão Regional
  • Double Scull Juvenil Feminino – 1º Lugar para Inês Mendes e Raquel Ferrolho – Campeãs Regionais
  • Double Scull Juvenil Masculino – 1º Lugar para Afonso Santos e Diogo Ferreira – Campeões Regionais
  • Shell 2 Sem Timoneiro Juvenil Masculino – 1º Lugar para Bernardo Cruz e Manuel Baeta – Campeões Regionais
  • Skiff Júnior Masculino – 1º Lugar para Diogo Carvalho – Campeão Regional e 2º Lugar para Eduardo Jesus – Vice-Campeão Regional
  • Skiff Júnior Feminino – 1º Lugar para Beatriz Pereira – Campeã Regional
  • Shell 4 Sem Timoneiro Júnior Masculino – 1º Lugar para Daniel Silva, Ricardo Curto, João Oliveira e Duarte Pires – Campeões Regionais
  • Skiff Sénior Feminino – 1º Lugar para Patrícia Batista – Campeã Regional  e 2º Lugar para Daila Alexandre – Vice-Campeã Regional
  • Skiff Sénior Masculino – 3º Lugar para Duarte Oliveira
  • Double Scull Veterano Masculino – 1º Lugar para Nelson Silva e Carlos Gil – Campeões Regionais.

Em nota enviada à comunicação social, a Naval Remo afirma o orgulho neste grupo de atletas liderados pelo Treinador José Canhola, «que trabalham diariamente para elevar o nome da Naval e o da cidade da Figueira da Foz ao mais alto patamar do Remo. Esta prova foi mais um exemplo de esforço, empenho, respeito e capacidade de sofrimento demonstrada pelos atletas da Naval Remo… Obrigado e parabéns a todos».

Carlos Moço é o candidato do PSD a Buarcos e São Julião

 

Professor e ceramista, Carlos Moço quer “retribuir com trabalho, dedicação, lealdade e honra” o carinho e os afetos” que toda a sua vida recebeu “das pessoas de Buarcos e da Figueira da Foz”.

 

O professor do 2.º ciclo do ensino básico e ceramista foi esta manhã apresentado como o candidato do PSD para liderar a lista à Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião, nas próximas eleições autárquicas. A apresentação foi feita pelo candidato do PSD à Câmara Municipal da Figueira da Foz, Pedro Machado, numa conferência de imprensa realizada nas muralhas de Buarcos. Nascido em Buarcos em 1956, Carlos Moço já tem experiência autárquica, tendo sido eleito, pelo PS, presidente da Junta de freguesia de Buarcos em 2005.

 

Segundo comunicado enviado à comunicação social, na apresentação, Carlos Moço sublinhou que, “com Pedro Machado como presidente, a Figueira da Foz terá a resposta certa aos sonhos e promessas adiados”. O agora candidato disse ainda sentir-se “honrado por poder aceitar o convite para este desafio”, porque acredita “no carácter e empenho do Pedro Machado. A transversalidade dos conhecimentos e experiência adquiridos na dedicação à causa pública, o seu currículo na área do turismo, sendo presidente da Turismo Centro de Portugal há quase duas décadas, e o conhecimento e as relações privilegiadas adquiridas nesta área, enchem o concelho da Figueira da Foz de esperança”, enalteceu Carlos Moço.

“A minha motivação para aceitar o desafio é poder retribuir com trabalho, dedicação, lealdade e honra o carinho e os afetos que toda a minha vida as pessoas de Buarcos e da Figueira da Foz me manifestaram”, disse ainda Carlos Moço.

Até ao momento, para a Junta de Freguesia de Buarcos e São Julião, foram já apresentadas as candidaturas de Maria de Lurdes Palaio (PS), Rosa Baptista (Movimento Independente Figueira A Primeira) e, agora, Carlos Moço (PSD).

Ginásio Clube Figueirense distinguiu Turismo do Centro pelo apoio ao Portugal Rowing Tour

Pedro Machado recebeu peça artística comemorativa dos 125 anos do clube.

O Ginásio Clube Figueirense distinguiu hoje o Turismo Centro de Portugal com uma peça artística de vidro personalizada e com um álbum comemorativo dos seus 125 anos de existência, que fazem deste o quinto clube mais antigo português ainda em atividade.

A distinção, recebida por Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, deveu-se ao apoio que a entidade regional de turismo concede, desde 2008, ao circuito Portugal Rowing Tour, um evento anual de remo de lazer organizado pelo Ginásio Clube Figueirense e que atrai a Portugal remadores de várias nacionalidades.

“Sem o apoio do Turismo Centro de Portugal e do Dr. Pedro Machado teria sido impossível implementar o Portugal Rowing Tour, um evento que é único no país e é inovador para o turismo náutico”, destacou Joaquim de Sousa, presidente da Assembleia Geral do Ginásio Clube Figueirense.

“O Portugal Rowing Tour já teve edições no Mondego, na Ria de Aveiro, no Zêzere, no Tejo Internacional e no Douro, sempre com o apoio do Turismo Centro de Portugal. É uma iniciativa que já trouxe à região participantes de 25 nacionalidades, de quatro continentes, e que dá a conhecer o território: os participantes remam de 20 a 30 quilómetros por dia e depois conhecem o património cultural e natural e a gastronomia da região”, acrescentou.

Pedro Machado agradeceu a distinção, sublinhando o carácter “claramente inovador” do projeto. “O Portugal Rowing Tour é um evento que ajuda a posicionar o destino Centro de Portugal, ao aproveitar as valências dos seus lençóis de água, tornando-os apetecíveis para o turismo de lazer, associados às modalidades em que o Ginásio Clube Figueirense é uma referência nacional e internacional”, frisou.

Além disso, é uma iniciativa que “dá visibilidade a territórios que normalmente não estão na primeira linha, como são as bacias dos rios da região”. “Este projeto dá-lhes visibilidade e projeta todo o território. O remo de lazer é um veículo privilegiado que se liga à cultura, à gastronomia e ao património”, disse.

“Importante é também a dimensão internacional desta iniciativa, que atrai à região Centro várias nacionalidades e que é transversal a todas as gerações, mais e menos jovens. É um projeto atrativo para as gerações que hoje vivem mais anos e que assim conseguem conciliar o prazer da atividade física com o património, a cultura, a gastronomia e os vinhos”, concluiu Pedro Machado.

Sobre o Turismo Centro de Portugal:

O Turismo Centro de Portugal é a entidade que estrutura e promove o turismo na Região Centro do país. Esta é a maior e mais diversificada área turística nacional, abrangendo 100 municípios, e tem registado um intenso crescimento da procura interna e externa. É a região a escolher para quem pretende experiências diversificadas, pois concilia locais Património da Humanidade com a melhor costa de surf da Europa, termas e spas idílicos, locais de culto de importância mundial e as mais belas aldeias.

 

Projecto do Geoparque do Atlântico uniu Figueira da Foz e seis municípios vizinhos

– Para ganhar escala geográfica, numa parceria sugerida pela UNESCO

 

Foram seis os municípios da zona centro que assinaram ontem, quarta-feira, nas antigas instalações da fábrica da CIMPOR, um memorando de entendimento para a candidatura ao Geoparque do Atlântico.

Presente na sessão de trabalho, a ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa enalteceu as sinergias criadas para um “trabalho em rede” e felicitou o Município da Figueira da Foz por ter “abraçado os seus vizinhos nesta candidatura”.

Os municípios da Figueira da Foz, Cantanhede, Mealhada, Mira, Penacova, Montemor-o-Velho e a Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego (AD ELO) foram resultado de uma parceria sugerida pela UNESCO, após uma candidatura isolada da Figueira da Foz, de forma a que a mesma cumprisse os requisitos para um futuro reconhecimento e integração na rede de “Geoparques Mundiais da UNESCO”, nomeadamente no que diz respeito à escala geográfica. A AD ELO foi a entidade convidada a liderar o processo conjunto.

Ana Abrunhosa disse ainda que este pode ser um “momento de mudança” para o território e ressalvou que a candidatura será melhor conseguida consoante o envolvimento das pessoas da região e a importância que lhe derem.
Não obstante, a governante revelou não ter dúvidas de que a candidatura irá obter o selo de aprovação para a integração da rede de “Geoparques Mundiais da UNESCO”.

Já o presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, Carlos Monteiro, destacou que a candidatura representa uma “grande aposta que irá alavancar o turismo da região, bem como dos restantes municípios”, oferecendo algo diferenciador e que o Cabo Mondego poderá agora tornar-se no “motor de desenvolvimento sustentável da região”.

“O património arqueológico e cultural e a biodiversidade enriquecem a região, tornando-a numa sala de aula global. Trata-se de um catálogo vivo com características de alto valor científico, turístico e educacional, que se pretende agora organizado e estruturado para a rede de um Geoparque”, avançou o edil. Carlos Monteiro não hesitou em afirmar que a “conquista” daquele espaço foi a “mais importante para o concelho nos últimos anos”, após o tribunal ter reconhecido 50 metros da linha de costa como “domínio público marítimo”.

O representante da AD ELO, Mário Fidalgo mostrou a vontade de desenvolver o trabalho que até então foi discutido e referiu que existem condições suficientes para que o projeto “seja uma referência”, uma vez que todas as potencialidades são articuladas em rede.

A propósito da importância do Cabo Mondego na Geo-História, a sessão contou também com a professora Maria Helena Henriques, que destacou a janela temporal que pode ser observada com a criação do “Geoparque do Atlântico”, uma vez que conseguimos percorrer 500 milhões de anos de história.
“Foram encontrados os requisitos em matéria de património geológico e agora temos de os inventariar, classificar, valorizar e preservar”, afirmou a professora, esclarecendo que será pertinente criar também programas educativos alusivos ao tema.

Recorde-se que para obter o selo de “Geoparque Mundial da UNESCO” é necessário integrar um território com uma área geográfica singular e unificada; que tenha presença de geossítios e paisagens de importância geológica internacional; possuir uma estrutura de gestão; envolver os agentes locais numa estratégia de proteção, educação e desenvolvimento sustentável; ter uma estratégia de desenvolvimento regional que privilegie o enfoque holístico dos valores naturais e culturais do território com base em Geoconservação, Geoeducação e Geoturismo.

Figueira A Primeira aposta em Ernesto Ribeiro para a Junta de Freguesia de Marinha das Ondas

O Movimento Independente, Figueira A Primeira, já anunciou mais um candidato autárquico, desta vez à Junta de Freguesia de Marinha das Ondas.

Ernesto Ribeiro, coordenador fabril, liderará assim a candidatura que conta ainda com vários apoiantes destacados na freguesia: Ana Marta Almeida  (Diretora de Recursos Humanos e Atual Vogal da Comissão Política de Secção PSD Figueira da Foz), Nídia Marques (Assistente Educacional) e Hélio Paulino (Mestre de costa).