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Figueira da Foz
Sábado, Julho 11, 2026
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Covid-19: Figueira da Foz regista 60 casos ativos, mais 11 nas últimas 24 horas

Covid-19: Foram registados nas últimas 24 horas, no concelho da Figueira da Foz, mais 11 casos, fazendo um total de 60 casos ativos, segundo o anunciado hoje, pela Câmara Municipal da Figueira da Foz, na sua página do Facebook. A Figueira da Foz conta, de momento, com um total de 4221 casos registados desde março de 2020, dos quais 4036 são recuperados e 125 são óbitos.

A autarquia volta a apelar aos seus habitantes para que continuem a cumprir as regras de higiene e segurança face ao combate da Covid-19, como a lavagem das mãos, cumprimento de regras de etiqueta respiratória, o distanciamento social de dois metros, o uso de máscara e o evitamento de aglomerações e ajuntamentos.

Na passada quinta-feira, 15 de julho, após a aprovação em Conselho de Ministros de algumas alterações de medidas aplicadas em determinados concelhos, foi anunciado que a Figueira da Foz é um dos concelhos em risco elevado, por ter registado uma taxa de incidência superior a 120 casos por 100.000 habitantes de 1 a 14 de julho.

Algumas das medidas aplicáveis aos concelhos em risco elevado são a limitação de circulação a partir das 23 horas, o teletrabalho obrigatório, quando as funções o permitem, o encerramento do comércio e prestação de serviços às 21 horas, espetáculos culturais até às 22h30 assim como os estabelecimentos de restauração, cafés e pastelarias e a exigência de certificado digital ou teste negativo no acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior, às sextas-feiras a partir das 19 horas e aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia, entre outras. Saiba mais aqui.

Para todo o território nacional e independentemente do risco, mantém-se a exigência de certificado digital ou teste negativo para o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local.

ISEC: Decorre amanhã a apresentação pública do novo mestrado em Cidades Sustentáveis e Inteligentes

A apresentação pública do novo mestrado em Cidades Sustentáveis e Inteligentes decorre amanhã, 20 de julho, no auditório do ISEC – Instituto Superior de Engenharia de Coimbra, pelas 16h30. Este é um curso que junta “quatro departamentos do ISEC – Engenharia Civil, Engenharia Informática e de Sistemas, Engenharia Mecânica e Engenharia Eletrotécnica”.

O curso está preparado para estudantes de licenciatura e dirige-se também a quadros de serviços municipais e empresariais. Segundo Mário Velindro, diretor deste instituto, este mestrado tem como objetivo “capacitar estudantes e profissionais para a transformação das cidades em ambientes mais sustentáveis e inteligentes para e com os seus cidadãos”.

A formação será iniciada em outubro e “irá capacitar os estudantes para o desenvolvimento de soluções inteligentes e sustentáveis nas áreas da mobilidade, energia, abastecimento de água e gestão de resíduos, entre outras”, acrescentou o ISEC, em comunicado.

“O objetivo é formar quadros com uma visão global das várias dimensões que compõem uma ‘smart city’, tendo por base a visão de que o cidadão ocupa o lugar central e a sustentabilidade é uma meta incontornável”, adiantou.

“Temos que formar mais profissionais qualificados nesta área em Portugal. Mas temos também que atualizar os profissionais que já estão no mercado ativo de trabalho e que têm dificuldade em acompanhar o que está a acontecer de novo. Um dos objetivos deste mestrado é, precisamente, capacitar quadros municipais e empresariais para trabalharem nesta área em Portugal”, assinalou Mário Velindro.

Autárquicas: Pedro Santana Lopes quer “Figueira liderante e competitiva”

Pedro Santana Lopes apresentou-se ontem oficialmente como candidato independente à Câmara da Figueira da Foz, pelo Movimento Figueira A Primeira, no anfiteatro exterior do Centro de Artes e Espetáculos, obra que criou no seu mandato de 1997 a 2001, onde declarou que, se for eleito, vai trabalhar para que a Figueira da Foz seja “liderante e competitiva”.

Numa sessão pública que foi iniciada com a apresentação dos candidatos a Cabeças de Lista às Assembleias de Freguesia, Pedro Santana Lopes anunciou oficialmente a sua candidatura, após uma decisão que considerou ter sido “pensada e sentida” e aproveitou para recordar que, no dia anterior, tinha feito 17 anos em que tomou posse como primeiro-ministro e que hoje, 19 de julho, faz 34 anos que foi eleito primeiro deputado português ao Parlamento Europeu.

A propósito das críticas que tem recebido por ter estado fora da Figueira da Foz, o candidato declarou que tem “andado a estudar, a falar, a correr o concelho, a ouvir as pessoas, porque naturalmente a realidade de hoje em dia não é a realidade de há 20 anos” e acrescenta “fui acompanhando sempre a Figueira da Foz”.

“Muitas vezes falei, na televisão, nos órgãos de comunicação social, em que contei aquilo que nunca me envergonhou, das lágrimas que então chorei por ter de sair desta terra e ter de ir para Lisboa. Desta vez, já com mais um pouco de 20 anos, como disse, considero que já tenho o meu serviço militar cumprido”, afirmou sobre a sua saída do concelho para a Câmara Municipal de Lisboa.

Quais são as propostas de Pedro Santana Lopes?

Nesta apresentação da candidatura que, segundo Santana Lopes, teve como inspiração a “malta nova”, que o incentivou e desafiou, as propostas são diversas. Apesar de não ter anunciado o seu programa eleitoral, foi revelado que, se for eleito pelos cidadãos figueirenses, vai ser criado um Centro de Investigação e das Tecnologias do Mar, entre a Gala e Costa de Lavos.

Nós somos do mar, do rio, das lagoas e a Figueira tem de liderar nesta área, da inovação, da investigação, da ciência”, justifica, garantindo que “vamos trabalhar em tudo aquilo que diz respeito a essas matérias e, quem sabe, tentar de uma vez por todas resolver fundamentadamente a questão do assoreamento da barra”.

No que diz respeito à realização de obras, Santana Lopes garante que o que lhe preocupa são as prioridades: “falo do brio, falo do amor próprio, falo de termos uma Figueira da Foz limpa, bonita, como ela é, ordenada, com amor próprio, sem este caos que vemos por aí.”

“Enquanto Presidente da Câmara, nem uma árvore vai ser deitada abaixo no concelho da Figueira da Foz, a não ser por questões de emergência pública, única e exclusivamente”, declarou.

Afirmando que a decisão de se candidatar já não se trata de “pôr a Figueira na moda” mas sim de governar todo o concelho, Santana Lopes confessou o seu desejo de criar um Centro de Formação Profissional, “do estilo que existe em Palmela” e que é necessário ter Centros de Restauro.

Pretende também definir “encarregados de missão”, ou seja, cidadãos encarregues de projetos inovadores para a Figueira da Foz e contratar mais professores de Música, já que defende que “o estudo e a aprendizagem da música, desenvolve o intelecto”.

As instituições de desporto e a criação artística foram também mencionadas como preocupações do candidato. Na área da saúde, Santana Lopes quer camas de Cuidados Continuados e, no que diz respeito aos transportes, sugere alterações nas Redes de Transportes Públicos, com mais horários.

Referiu ainda que, se for eleito como Presidente da Câmara da Figueira da Foz, as Universidades irão regressar, irá ser criado um Centro da Investigação da Floresta, “na zona de Brenha/Alhadas”, e garantiu que todo o concelho terá obras feitas.

“Nós vamos fazer tudo isto, mobilizando capitais de privados e o PRR (Plano de Recuperação e Resiliência)”, esclareceu.

Críticas à dívida que deixou

Nesta apresentação pública que definiu como um “conjunto vasto e diferenciado de emoções que me assalta neste momento”, Pedro Santana Lopes não deixou de mencionar as críticas que recebeu e continua a receber sobre a dívida que deixou, após o seu mandato no concelho da Figueira da Foz, entre 1997 e 2001.

“Os que eram nascidos naquela altura e adultos, (sabem) que eu tinha tudo previsto para fazer o segundo mandato. As sondagens que então existiam davam-me cerca de 80%, praticamente, caso fosse à reeleição. Por questões de imperativo nacional, foi-me exigido que fosse disputar uma eleição que eu julgava que ia perder”, assim explicou sobre o motivo pelo qual não continuou a vida política neste concelho.

“Eu nunca compreendi este choro pela dívida”, manifestou o candidato, acrescentando que quer continuar com a estratégia da redução da dívida e que o que fez foi “boa dívida”, “boa despesa”, gasta em equipamentos e não dinheiro gasto em “bens facilmente consumíveis ou que não melhoram a qualidade de vida das pessoas”.

Sobre as críticas recebidas em relação à dívida que deixou, o ex-primeiro-ministro refere que são “para atacar politicamente, para disfarçar a capacidade de sonhar, de fazer obra porque se eu cá tivesse continuado, o movimento que seria gerado, o dinamismo económico seria maior, um maior investimento, a ousadia, das equipas que trabalham, as parcerias com o terceiro setor e com o setor privado”.

As eleições autárquicas vão decorrer a 26 de setembro de 2021 e no concelho da Figueira da Foz foram já anunciados como candidatos Carlos Monteiro, atual presidente, pelo Partido Socialista (PS), Rui Curado Silva, pelo Bloco de Esquerda (BE), Pedro Machado, pelo Partido Social Democrata (PSD), Miguel Mattos Chaves pelo CDS – Partido Popular, João Carlos Domingues, pelo Partido Chega!, Bernardo Reis, pela Coligação Democrática Unitária (CDU) e Pedro Santana Lopes, como candidato independente.

Covid-19: Figueira da Foz com 58 casos ativos, mais 10 registados nas últimas 24 horas

O concelho da Figueira da Foz conta hoje com 58 casos ativos, anunciou a autarquia na sua página do Facebook. Foram registados, nas últimas 24 horas, 10 novos casos na região. A Figueira da Foz conta, de momento, com um total de 4202 casos registados desde março de 2020, 4020 recuperados no mesmo período e, no total acumulado, 124 óbitos.

De relembrar que, devido ao registo de uma taxa de incidência de covid-19 superior a 120 casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias, pela segunda avaliação consecutiva, a Figueira da Foz se encontra desde ontem, 15 de julho, na lista de concelhos em risco elevado, após a aprovação, em Conselho de Ministros de uma resolução que altera as medidas aplicáveis a determinados concelhos.

Com o aumento do número de casos ativos, a autarquia volta a apelar aos seus habitantes para que continuem a cumprir as regras de higiene e segurança face ao combate da Covid-19, como a lavagem das mãos, cumprimento de regras de etiqueta respiratória, o distanciamento social de dois metros, o uso de máscara e o evitamento de aglomerações e ajuntamentos.

Saiba mais sobre as novas regras para os concelhos de risco elevado, aqui.

“Formação, ética e valores são a essência de qualquer atividade” – afirmou José dos Santos Cabral, na Conferência do ISEC sobre Ética e Corrupção

A “formação, ética e valores” são essenciais na atividade da Engenharia, assim como em qualquer atividade, destacou José dos Santos Cabral, orador da Conferência sobre o tema “Ética e Corrupção”, a primeira sessão do Ciclo de Conferências – Engenharia e Sociedade – do Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC), que ocorreu ontem, a 15 de julho, no Salão Figueira do Casino da Figueira da Foz.

Esta conferência contou com a presença de Carlos Monteiro, Presidente da Câmara Municipal da Figueira da Foz, com Nuno Lopes, Presidente da Associação Comercial da Figueira da Foz, com o representante da Ordem dos Engenheiros, Luiz Faulhaber, e muitos outros.

Segundo Mário Velindro, diretor do ISEC, esta iniciativa tem como objetivo que os alunos desta instituição possam refletir e discutir sobre “temas que ajudem a tornarem-se engenheiros altamente qualificados nas suas áreas não só do ponto de vista técnico e científico como também do ponto de vista ético e deontológico”.

Neste sentido, a primeira sessão do Ciclo de Conferências teve como tema «Ética e Corrupção», que, “pelos cargos que assumiu, tanto na Polícia Judiciária como no Supremo Tribunal de Justiça”, teve como orador José dos Santos Cabral, Juiz Conselheiro, que confessou aos participantes da conferência que este tema se reflete numa visão muito pessoal, de alguma forma “catapultada”, tanto pela sua experiência profissional como “pela perceção na efervescência dos dias que passam”.

“Formação, ética e valores são a essência de qualquer atividade”

José dos Santos Cabral destacou que, no exercício de qualquer profissão, e falando especificamente no caso da Engenharia, a “formação, ética e valores” são essenciais. O orador complementou esta sua opinião, fazendo questão de salientar que bons profissionais “só têm valor se forem também bons cidadãos”.

“Isso só tem valor se reconhecerem que não é no enriquecimento fácil, no enriquecimento sem quaisquer regras, que realmente está o futuro. Se todos nós, nas nossas atividades, tivermos presentes que há uma coisa que é essencial, que é o bem público, o interesse, o bem comum, se todos nós tivermos isso em conta, este mundo é capaz de ser diferente”, acrescentou o Juiz Conselheiro.

Mencionando o Código de Deontologia dos Engenheiros, refere que “no exercício da sua profissão, os engenheiros são responsáveis pelos atos que pratiquem e pelos resultados que decorram, devendo pautar a sua atuação pelos mais elevados padrões de exigência, de acordo com as respetivas competências, especificações e qualificações”.

Com esperança, José dos Santos Cabral referiu ainda que, com a transmissão destes valores, “aquele mundo que nós estamos a construir para os nossos netos e para os nossos filhos poderá, eventualmente, ser melhor, pelo menos é isso que eu desejo” e demonstrou as suas congratulações ao ISEC pela iniciativa, que irá decorrer de dois em dois meses, e pelo trabalho que esta instituição do Ensino Superior tem feito, no que diz respeito à sensibilização para estes temas.

Pode assistir à Conferência sobre “Ética e Corrupção”, aqui.

Covid-19: Figueira da Foz na lista de concelhos em risco elevado

O concelho da Figueira da Foz encontra-se, a partir de hoje, na lista de concelhos em risco elevado, após a aprovação, em Conselho de Ministros de uma resolução que altera as medidas aplicáveis a determinados concelhos.

Devido ao registo de uma taxa de incidência de covid-19 superior a 120 casos por 100.000 habitantes nos últimos 14 dias, pela segunda avaliação consecutiva, a Figueira da Foz passa a ser considerada como concelho de risco elevado, com o estabelecimento de regras específicas para a lista em que se encontra, entre elas:

– Limitação de circulação a partir das 23 horas;

– Teletrabalho obrigatório, quando as funções o permitem;

– Comércio a retalho alimentar, não alimentar e prestação de serviços até às 21 horas;

– Restaurantes, cafés e pastelarias funcionarem até às 22h30 (no interior com o máximo de seis pessoas por grupo e em esplanadas com o máximo de 10 pessoas por grupo);

– Exigência de certificado digital ou teste negativo no acesso a restaurantes para serviço de refeições no interior às sextas-feiras a partir das 19 horas e aos sábados, domingos e feriados durante todo o dia;

– Espetáculos culturais com os mesmos horários da restauração;

– Casamentos e batizados com 50 % da lotação;

– Permissão de prática de todas as modalidades desportivas, sem público;

– Permissão de prática de atividade física ao ar livre e em ginásios;

– Eventos em exterior com diminuição de lotação, a definir pela Direção -Geral da Saúde;

– Lojas de Cidadão com atendimento presencial por marcação.

Para todo o território nacional e independentemente do risco, mantém-se a exigência de certificado digital ou teste negativo para o acesso a estabelecimentos turísticos e de alojamento local.

Na lista de concelhos em risco elevado, encontram-se também os concelhos de Alcobaça, Alenquer, Arouca, Arraiolos, Azambuja, Barcelos, Batalha, Bombarral, Braga, Cantanhede, Cartaxo, Castro Marim, Chaves, Coimbra, Constância, Espinho, Gondomar, Guimarães, Leiria, Lousada, Maia, Monchique, Montemor-o-Novo, Óbidos, Paredes, Paredes de Coura, Pedrógão Grande, Porto de Mós, Póvoa de Varzim, Rio Maior, Salvaterra de Magos, Santarém, Santiago do Cacém, Tavira, Torres Vedras, Trancoso, Trofa, Valongo, Viana do Alentejo, Vila do Bispo, Vila Nova de Famalicão e Vila Real de Santo António.

Saiba mais sobre o Conselho de Ministros de 15 de julho aqui.

Clube Náutico da Figueira da Foz realiza 8ª Regata Costeira a 17 de julho

O Clube Náutico da Figueira da Foz (CNAFF) vai realizar, no próximo dia 17 de julho, a 8ª Regata Costeira, para embarcações de classe cruzeiro, cuja partida será nas instalações do clube, no Rio Mondego, às 13h30.

Segundo o CNAFF, as inscrições devem ser preenchidas pelos participantes no dia da prova, até uma hora e meia antes do sinal de advertência.

Os horários desta iniciativa são os seguintes:

11h00 – Abertura do secretariado
12h00 – Encerramento das inscrições
13h30 – Sinal de advertência para a 1ª Regata do dia
17h30 – Lanche e distribuição de prémios

As taxas de inscrição exigidas são de 7€ por pessoa para sócios e 10€ por pessoa para não sócios.

Saiba mais aqui.

Covid-19: Figueira da Foz conta com 54 casos ativos a 14 de julho

O concelho da Figueira da Foz conta hoje, 14 de julho, com 54 casos ativos, anunciou a autarquia na sua página do Facebook. Nas últimas 24 horas, foram registados mais 8 novos casos na região. A Figueira da Foz conta, de momento, com um total de 4187 casos registados desde março de 2020, 4009 recuperados no mesmo período e, no total acumulado, 124 óbitos.

“De acordo com os dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde, a Figueira da Foz encontra-se na lista de concelhos em alerta, com uma taxa de incidência por 100 mil habitantes, de 158 casos. A mesma foi calculada entre os dias 24 de junho e 07 de julho”, refere o Município no seu comunicado.

Apesar da notável melhoria em relação ao número de casos ativos registados nos últimos dias – no dia 11 de julho, o concelho contava com 111 casos ativos, o Município da Figueira da Foz apela aos seus habitantes para que continuem a cumprir as regras de higiene e segurança face ao combate da Covid-19, como a lavagem das mãos, cumprimento de regras de etiqueta respiratória, o distanciamento social de dois metros, o uso de máscara e o evitamento de aglomerações e ajuntamentos.

Dados divulgados pelo Município da Figueira da Foz

ISEC: Inscrições para o “Summer Engineering Academy” terminam hoje

O Instituto Superior de Engenharia de Coimbra (ISEC) vai iniciar o programa “Summer Engineering Academy”, de 19 a 30 de julho para jovens dos 12 aos 15 anos, cujas inscrições terminam hoje, dia 14 de julho.

O programa para jovens estudantes do 3º ciclo (do 7º ao 9º ano) vai desenvolver atividades “para despertar o engenho e fazer crescer o interesse pelas engenharias” e o ISEC garante que vai ser possível conhecer “laboratórios, oficinas e muitas inovações que estão a ser realizadas no ISEC”.

Além destas atividades, o “Summer Engineering Academy” pretende com esta iniciativa aproximar os estudantes, as suas famílias e amigos ao ISEC, dando a conhecer aos seus participantes os cursos ministrados neste estabelecimento de ensino superior e os projetos desenvolvidos por docentes e alunos do ISEC nos diferentes departamentos e laboratórios.

As inscrições terminam hoje e são limitadas a 20 participantes. Podem ser realizadas aqui.

Os grupos de trabalho são constituídos no máximo por 10 elementos.

Em nota, o ISEC informa ainda que o custo da atividade é de 25 euros por semana mas que os participantes podem inscrever-se para os dias que pretendem frequentar, com um custo de 5 euros por dia.

Mais informações: girp@isec.pt (914 667 485) e em www.isec.pt

Naval Remo lança Programa “Remo Social” para ajudar crianças, jovens e atletas, com o apoio da Barreiros & Vilas, Lda

O Programa “Remo Social”, lançado pela Associação Desportiva Naval Remo (ADNR), com o apoio da empresa Barreiros & Vilas, Lda, tem como meta ajudar crianças, jovens e ainda atletas que ingressam no Ensino Superior e “que por este motivo tendem a abandonar a prática desportiva”, anunciou hoje a instituição em nota para a imprensa.

Para atletas em geral, o Programa com “face social das suas identidades”, garante a redução na mensalidade e outras despesas, consoante os rendimentos do agregado familiar do ano anterior. No que se refere aos atletas que ingressam no Ensino Superior, o “Remo Social” apoia os jovens com isenção de pagamento de mensalidade e com apoios nos pagamentos das propinas.

Fazendo um apelo a todas as entidades e cidadãos que desejem aliar-se a esta causa, a Naval Remo acrescenta que apoiar esta iniciativa terá benefícios como a “prática da modalidade de Remo ou de qualquer outra modalidade integrada na oferta desportiva da Naval Remo para os Associados, a melhoria dos índices de saúde e bem-estar, a integração social e o Remo Universitário”.

“Esta é uma medida de inclusão social e a Naval Remo orgulha-se de promover este tipo de iniciativas e endereça publicamente os sinceros agradecimentos à empresa Barreiros & Vilas, Lda que já se associou a esta causa, contribuindo de forma muito relevante para o sucesso do programa e para os seus objetivos”, conclui a associação.

Fotografia cedida pela Associação Desportiva Naval Remo